Antes que fiquem de palhaçada, começo dizendo uma coisa e de maneira clara: Eu sou FÃ de Isaac Asimov, tanto quanto sou fã de Carl Sagan. Aliás, Asimov admirava Carl Sagan pois, segundo suas próprias palavras, era uma das poucas pessoas tão inteligentes quanto ele mesmo. Tenho uma identificação com o bielorrusso, pois somos irmãos, na ficção científica e na pesquisa científica, já que Asimov era químico, como doutorado em Bioquímica. Respeito MUITO Arthur Clarke e tenho grande carinho por este e sua obra, mas segundo minha concepção, Asimov é DEUS!
De todos os seus livros, as duas fundamentais obras que saíram de sua caneta foram a série Robôs e a trilogia Fundação (Fundação, Fundação e Império e Segunda Fundação). Se você não faz ideia do que eu estou falando e acha que ficção é Matrix, MATE-SE! Matrix é um L-I-X-O perto de Fundação, Inception apanha que nem boi ladrão e o Exterminador do Futuro sai correndo sem dizer que vai voltar.
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A transferência de dados científicos que surgiu como um desafio significativo, como conjuntos de dados continuam a crescer em tamanho e procura aumenta a partilha do acesso aberto. Os métodos atuais para transferência de arquivos não escala bem para arquivos grandes e podem causar desde os tempos de transferência. Neste estudo é apresentado o BioTorrents, um site que permite o compartilhamento de acesso público a dados científicos e usa a tecnologia de arquivos BitTorrent popular peer-to-peer de partilha. BioTorrents permite que arquivos sejam transferidos rapidamente devido à partilha de largura de banda através de várias instituições e prevê a transferência de arquivos mais confiável, devido à checagem de erro da tecnologia de compartilhamento de arquivos. BioTorrents contém vários recursos, incluindo a palavra-chave busca, navegação na categoria, RSS feeds, comentários torrent, e um fórum de discussão.
Estamos acostumados a ver campos floridos de diversas tonalidades, com suas flores multicoloridas chamando a nossa atenção. Obviamente, não incluo nesse "nós" os frangos de apartamento, que muito mal veem o jardinzinho fofinho do condomínio. As cores (bem como o perfume) ajudam as abelhas e outros insetos a localizarem sua fonte de alimento: o néctar.
Notícias andam fracas. poucas coisas interessantes no mundo e muita coisa pra fazer neste final de ano. Talvez seja por isso, associado à minha imensa preguiça, de não ter muitos artigos diários. Mal aí, pessoal. O que é diário é a quantidade de coisas estúpidas que eu tenho que aturar. Mas tudo tem uma compensação. Se não fosse por estes idiotas me enchendo o saco, vocês não teriam mais uma edição da sua VOZ DOS ALIENADOS!
Tutancâmon foi rei egípcio pertencente à XVIII dinastia, nascido em 1341 A.E.C. e bateu as sandálias em 1323 A.E.C. Subiu ao trono aos 10 anos, reinou por nove e morreu aos 19 anos. Há uma séria discussão se ele morreu de “morte morrida” ou de “morte passada o cerol”, mais provavelmente, a última. O Rei Tut ficou mais famoso depois de múmia do que em vida. Sua tumba foi descoberta em novembro de 1922 pelo arqueólogo Howard Carter, patrocinado por Lord Carnarvon.
Não há quem não tenha passado por isso, quando uma turba de religiosos se dão ao direito de tentar te convencer de qualquer jeito a seguir uma religião. A deles, óbvio. E, para piorar, tem que ser exatamente a deles. Em outras palavras, um adventista te encherá o saco para você ser adventista. Se for da IURD, idem e se for da Renascer, idem idem. Exemplos aqui é o que não faltam, quando um bando de Trolls de Cristo caem de pára-quedas e resolvem espalhar
Tomando pelo título do artigo, imagino que os leitores estarão pensando em muitos motivos, mas lamento ter que jogar um balde de água fria, pois, no Brasil, não há motivo nenhum para se estudar ciências nos colégios. Pelo menos, mediante nossa atual visão educacional.
Eu costumo dizer que até mesmo um relógio quebrado marca a hora certa, nem que seja duas vezes por dia. Eu não mudo minha opinião sobre a IURD e tudo o que ela representa. Entretanto, não posso fingir que não vi o artigo do Edir Macedo sobre o aborto. Isso não significa que eu deixei de achar tudo o que sempre pensei dele, mas a clareza da argumentação dele merece atenção. Entendendo a profundidade do texto, entenderemos muitas coisas.