O Museu Nacional foi destruído. Mal sobraram as paredes e umas pouquíssimas coleções. Tudo perdido. Tudo virou cinzas. Tudo virou lágrimas e desespero. A incompetência generalizada deste país fez com que 200 anos de Museu e bilhões de anos de história se perdessem. Começou o empurra-empurra de responsabilidades, quando, no final, ficará por isso mesmo.
Vendo isso acontecer, como sabendo que outros museus no Brasil foram destruídos por incêndios, eu mantenho a minha opinião: entreguem todos os acervos de todos os museus brasileiros e entreguem para quem tem condições de cuidar deles.
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Aprendemos que Evolução não se dá em indivíduos apenas, mas em populações. Aprendemos também que é um processo lento, mas de vez em quando ela nos prega peças e acontece mais rápido do que poderíamos supor, já que o mundo não é como queremos que seja, e as “leis científicas” são uma aproximação. Ou, como eu costumo dizer, “É regra que toda regra tem exceção”. Outro exemplo poderia ser o Lamarckismo, cujo princípio é a lei do Uso e Desuso. Você sabe, aquele lance das girafas serem pescoçudas para poderem comer as folhas das árvores mais altas por motivo sei lá, já que poderiam comer as folhas mais baixas.
Sempre propagam mitos e mais mitos. Ao longo da História muitas histórias ficaram tidas como verdadeiras, mas são mentiras ou desvios da verdade. As coisas não são bem como voc~es aprenderam e uma mentira repetida acaba virando verdade. Em tempos de internet, mais mitos acabam sendo criados. Edison inventou a lâmpada elétrica? Heidy Lamarr inventou o wi-fi? Napoleão era baixinho, né? E o telefone?
A mente humana é misteriosa, idiossincrática, confusa e totalmente gambiarrenta, sendo a coisa mais louca que se tem notícia. Ainda assim, é melhor ter ou se vira nuteleiro. Há um sem-número de condições e/ou síndromes psicológicas de toda espécie. Algumas bem mais esquisitas que outras, como alguém que acha que o pênis está diminuindo (redução genital) ou acha que todos são cópias ou robôs e vivem em um mundo de conspirações.
Estando na gloriosa República Florentina, aos 31 dias do mês de julho do ano de Nosso Senhor de 1490*, escrevo ao digníssimo excelso senhor Lorenzo, O Magnífico estas poucas letras, pedindo permissão para dirigir-me à Vossa Magnificência.
O casal está em casa. É sábado e a noite está convidativa para ficar em casa. Obviamente, não tem nada na TV que preste, mas com serviços de streaming e a Locadora do Paulo Coelho, basta escolher um filme qualquer para passar. Seria legal pedir alguma coisa, né? Claro! Comida japonesa? Pode ser. A encomenda é feita e algum tempo depois chegam os sushis, os temakis e outras iguarias. Algo trivial e comum, mas pratos como sushis e temakis só são possíveis de fazer graças a um tipo particular de alga. E essa alga só é possível graças a uma mãe zelosa.
Hoje é Sábado de Aleluia, e é o dia dele. O dia daquele que morreu por fazer a coisa certa. Aquele que foi odiado, pisado e ainda hoje é xingado, achincalhado. O nome desse personagem tão terrível, mas tão necessário é conhecido por todos das nações cristãs. Sendo sinônimo de traidor, apesar de eu considerar ser algo injusto. Entretanto, sem ele, a História Ociedental seria muito diferente. Sem ele, sequer haveria o Cristianismo. Estamos falando de Judas, o iscariotes.