Melhores artigos de 2025 parte 4

Fala, rapeize, que era como jovens se chamavam lá pela década de 80. Nenhuma saudade de ser chamado assim, mas manterei because zoeira. Ao longo do ano, contei muitas histórias de paz e de guerra, de aventureiros, de pedras, fontes de água, tartarugas heroicas (não as ninjas) e até um azarado que foi várias vezes atingindo por raios. Bóra dar uma olhada. Valeu, fui!

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Melhores artigos de 2025 parte 3

Estou meio resfriado hoje. Deve ser por dias de farra. Talvez, quem sabe, ou não, já que esta mensagem foi escrita muito antes. Sim,´pegadinha do Ceticismo, RÁ! Eu sou um pândego (e provavelmente tido como idiota. Sei lá, capaz de estar so falando sozinho aqui. Maaaaaaaaaas, se tiver alguém aí lendo, dá uma olhadinha na parte 3 do que foi postado ano passado.

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Melhores artigos de 2025 parte 2

Eu não sei que horas acordei hoje, mas a foto representa bem a noite de ontem. Aliás, eu nem sei como foi a noite de ontem, mas espero que tenha sido boa, já que esta postagem é automática e foi escrita em dezembro. ¯\_(ツ)_/¯

Espero que vocês estejam bem, e eu tenho certeza que eu estou bem no momento que esta postagem subir (espero). Bem, aqui tem mais uma parte do que eu postei esta semana. Eu sei que você aí não leu todas elas ao longo do ano. Taí sua chance!

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Mais um ano se vai, mais um ano que vem

Esse é mais um fim de ano. Estrou colocando mensagens de fim de ano há 19 anos! Meu blog atingiu a maioridade ano passado e agora já pode responder criminalmente… eu não sei se era para eu falar este tipo de coisa. Droga! Como resumão, foi um ano de altos e baixos. Eu não me lembro o último ano que não teve altos e baixos.

Isso existe? Bem, a introdução é essa e não pensarei numa melhor. De qualquer forma, estou bem, estou contente. E isso conta muito. Continuar lendo “Mais um ano se vai, mais um ano que vem”

Quando o Ano Novo significava um tapão na fuça do Rei

Você adora comemorar réveillon que eu sei. Cair de boca no peru, passar a mão na coxinha da galinha, encher a caveira d álcool e fingir que você não é cuzão por natureza, tudo foi culpa da manguaça. Agora, imagine celebrar o Ano Novo com um ensopado de cordeiro e beterraba, um banquete digno de um rei. Problema que nessa festança, o rei da Babilônia seria arrastado pelos cabelos, forçado a ajoelhar-se e levaria um tapa tão forte no rosto que precisaria chorar de verdade, ou ia dar muito ruim.

Bem-vindo ao Akitu, o festival de Ano Novo da antiga Babilônia, onde humildade real, mitologia sangrenta e banquetes elaborados se encontravam numa celebração que durava mais de uma semana. Continuar lendo “Quando o Ano Novo significava um tapão na fuça do Rei”

Artigos da Semana 287

Estou absolutamente de férias. Nada pra me preocupar, encher o saco. Vou descanar muito mas não esquecerei nenhum de vocês. Vocês terão meus artigos diários ainda, e a partir de janeiro terão os melhores artigos postados em 2025. Enquanto isso, estou deliciosamente descansando no meu ar-condicionado. Divirtam-se aí

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O roubo mais audacioso da História da Inglaterra: uma pedra

Os facínoras planejaram o assalto, o roubo, a subtração. Eles estão preparados. Eles tinham tudo acertado e se muniram de ousadia, pois, ninguém havia tentado isso antes, ninguém tinha sequer imaginado ter o atrevimento de executar aquela ação. Eles estavam decididos a entrarem… digo, a escreverem a História.

Ao longo da história, ladrões audaciosos roubaram tronos, coroas cravejadas de diamantes, cetros de ouro maciço, joias que financiariam pequenos países. Tesouros reluzentes, objetos que gritam “EU VALHO UMA FORTUNA” para qualquer um com olhos funcionais. Mas em 1950, quatro estudantes escoceses olharam para todo esse catálogo de possibilidades e pensaram: “Sabe o que seria realmente ousado? Roubar uma pedra”. Não qualquer pedra, mas uma pedra de 150 kg que não vale nada no mercado negro, que não pode ser derretida, revendida ou escondida debaixo do colchão. Uma pedra que serve basicamente para dizer “esta é a nossa pedra”. E eles decidiram roubá-la. Continuar lendo “O roubo mais audacioso da História da Inglaterra: uma pedra”

Analisando séries e filmes de super-heróis XXXVII

O governo estuda a redução da jornada de trabalho para 5×2, mas acho que deveria aumentar, já que tem muita gente que passa 24/7 com tempo livre. Daí, por faltado que fazer, estão implicando com nulidades. A bola da vez é o filme A Odisseia, do Christopher Nolan; e isso porque estão falando que está totalmente errado do ponto de vista histórico.

Como eu gosto de filmes de super-heróis, darei meus dois centavos por causa do trailer que veio. Continuar lendo “Analisando séries e filmes de super-heróis XXXVII”

Quando Drácula foi para a Islândia e virou outro personagem

O negrume da noite se espraia pelas terras esquecidas. Não há brilho de estrelas neste lugar e a Lua, mesmo que saindo, se recusa a derramar sobre a terra o seu véu prateado. O frio enregelante acossa as minhas entranhas, mesmo eu estando de pé em frente a imensa lareira. O vento uiva como um lobo espectral e o manto do medo cobre o castelo onde estou. Tremo mais uma vez, o ranger das tábuas velhas ao sabor do vento me deixa inquieto. O ar se torna pesado e o vapor do meu hálito se condensa. O frio se torna mais cruel. O barulho açoita meus ouvidos e as criaturas da noite fazem-se escutar.

Eu não queria estar aqui depois das minhas experiências naquele lugar remoto na Romênia. Aqui, nas geladas terras da Islândia, pensei estar protegido do mal eterno, mas eu não me livrei, pelo contrário! Estou face a face a ele de novo, mas nada vejo. A mão gelada toca minha face e, num instante que pareceu durar uma eternidade, sinto que agora, não escaparei desta vez. Fecho os olhos e rezo, mas Deus não me ouvirá, eu sei disso. Continuar lendo “Quando Drácula foi para a Islândia e virou outro personagem”

Quando um OVNI tocou Jingle Bells

O mundo está tenso. A ameaça nuclear paira como uma nuvem espessa e terrível. O medo é uma constante, a tensão é de cortar de faca. Em meio a esse clima de aterrorizante, um engenheiro da NASA está monitorando a missão mais delicada já realizada pela humanidade, quando de repente um dos astronautas avisa pelo rádio que avistou um objeto não identificado em órbita polar. Seu coração acelera. A Guerra Fria está no auge. Os russos poderiam estar fazendo qualquer coisa lá em cima. O engenheiro prende a respiração, esperando mais detalhes, e então… começa a soar “Jingle Bells” numa gaita.

Parabéns, esta foi a Pegadinha do Espaço. Continuar lendo “Quando um OVNI tocou Jingle Bells”