
Ontem teve arranca-rabo no Jantar dos Correspondentes e… bem, minha vida não alterou em nada. Não dei a mínima. Talvez maus artigos não mudem em nada a vida de vocês, mas algumas das histórias são bem divertidas e informativas.

Ontem teve arranca-rabo no Jantar dos Correspondentes e… bem, minha vida não alterou em nada. Não dei a mínima. Talvez maus artigos não mudem em nada a vida de vocês, mas algumas das histórias são bem divertidas e informativas.

Os rígidos soldados não estavam bem. Ali, imóveis, guardando a sua missão, eles estavam aos poucos resvalando e a ponto de desmaiar. Havia algo de sinistro e funesto no seu trabalho ali, mas a coisa estava saindo do controle. O mal-estar, a sombra de algo tóxico e horrível tomando conta do ambiente e a face horrível que ali estava traduzia o nauseabundo local que causava um esgar de nojo e horror que tomava conta ali. Barulhos suspeitos, desmaios sucessivos e o culminar horrendo daquilo seria algo que selaria o destino de muitas pessoas. Continuar lendo “O Papa que explodiu no próprio velório”

Me ausentei um pouco pelo feriadão entrecortado. Tenho certeza que vocês estão ávidos dando F5 em notícias que não farão a menor diferença na vida de vocês. Ok, eu entendo. Crise tá aí, um monte de gente teve que pagar imposto de renda e agora estão em casa fingindo serem mais bem informados enquanto outros estão se divertindo.
Ah, sim Vocês leram o que eu postei durante a semana? Não vai mudar a vida de vocês mas guerra do Irã também não vai.

A história adora vender a ideia de que grandes nomes têm finais à altura: discursos solenes, últimas palavras memoráveis e um certo ar de grandeza inevitável. Mas basta folhear com um pouco mais de atenção para perceber que a realidade, como sempre, prefere o improviso e, frequentemente, o ridículo. Entre gênios, artistas, guerreiros e cientistas, há uma coleção nada pequena de pessoas brilhantes que não caíram em batalha nem sucumbiram a grandes tragédias, mas sim a erros banais, decisões questionáveis e coincidências que fariam qualquer roteirista ser acusado de exagero.
Olhando de soslaio para ve se Dona Morte tá atrás de mim, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Mortes Insólitas de famosos (ou não tão famosos)”

Há guerras que se resolvem com espadas, outras com diplomacia, e algumas, para surpresa geral, com gado bovino estrategicamente posicionado. Monsaraz, uma das fortalezas mais respeitadas do Alentejo medieval, caiu exatamente assim: não com sangue, fogo ou heroísmo épico, mas com estratégia, do grego στρατηγική, e… vacas! Seis vacas, para ser mais preciso, num feito que qualquer manual de estratégia militar teria recusado por inverossímil antes mesmo de chegar ao segundo parágrafo. E, no entanto, aconteceu. Os alentejanos ainda hoje contam. Séculos depois, ainda estamos aqui perguntando como alguém teve essa ideia. Continuar lendo “Seis vacas contra um castelo (adivinhe quem ganhou)”

Há uma tradição respeitável entre políticos do mundo inteiro: mentir. É quase um requisito da profissão, está implícito no contrato não escrito que o eleitor assina ao depositar seu voto na urna. Mas mentir com a própria cara, literalmente, usando inteligência artificial para substituir a sua fisionomia por outra pessoa trinta anos mais jovem e depois insistir, diante de provas fotográficas, que aquilo é você? Isso já ultrapassa os limites do cinismo convencional e adentra um território novo: o da desfaçatez estética com pretensão ontológica. Continuar lendo “Política precisa ter filtro, mas alguns candidatos interpretaram isso errado”

Hoje é dia do coelhinho (se eu fosse como tu…). Você deve ter pego em muitos ovos, se enchido de barras de chocolate até transbordar e outros duplos sentidos que na verdade é um sentido só: comemorar a Páscoa. Vamos ver o que foi postado durante a semana que não teve nada a ver com Páscoa, mas enfim…

Existem ocorrências minúsculas, até mesmo displicentes, que acabam por escalonar em algo bem maior, algo que ninguém ligaria os pontos diretamente sem saber o que aconteceu pelo meio. Chamamos isso de “Efeito dominó”, aquela situação em que uma peça cai, empurra a próxima, que empurra a seguinte, e de repente você está olhando para uma catástrofe que começou com um detalhe ridículo. A História é cheia desses momentos, mas poucos chegam ao nível do que aconteceu na noite de 7 de julho de 1937, perto de Pequim, quando um simples soldado raso deflagrou, sem querer, uma guerra que matou entre 15 e 20 milhões de pessoas e evoluiria de forma catastrófica em uma guerra muito maior.
Esta é a história de Shimura Kikujiro e como uma caganeira inadvertidamente causou a Segunda Guerra Sino-Japonesa. Continuar lendo “A caganeira que causou uma guerra”

Hoje é domingo de ramos, dia que você vai com os galhinhos para benzer na igreja, esperando elo incrível dia de sentar a porrada em Jesus, sentar a porrada em Judas e depois se entupir de chocolate. A vida é boa na época da Páscoa. Bem, vejamos o monte de maluquices que eu postei durante a semana, entre capivaras fujonas, garrafas enfiadas onde o sol não brilha, navios esmerdalhados e o RH do Vaticano contratando.

A Marinha dos Estados Unidos opera com um orçamento anual na casa dos US$200 bilhões. Uma quantia tão colossal que quase exige trilha sonora de música clássica e um pedido formal de desculpas à realidade e o motivo você vai saber enquanto estiver lendo o texto. Por enquanto, basta saber que esse montante visa projetar poder global, manter frotas inteiras, desenvolver tecnologias que beiram a ficção científica e, em tese, assegurar que a máquina militar mais sofisticada do planeta funcione, inclusive no básico.
Pelo menos, no papel. A realidade costuma ser mais sacana, como um naviozão gigantão dominado por um cagalhão. Continuar lendo “O vaso de guerra que perdeu a guerra para o vaso com cocô”