AP e BBC Brasil
Duas sondas da Nasa que visitaram Marte há 30 anos podem ter encontrado vida alienígena na forma de micróbios e inadvertidamente tê-la matado, de acordo com a teoria de um cientista.
As sondas Vikings, de 1976 e 1977, estavam procurando pelo tipo errado de vivo, então não reconheceu quando a encontrou, disse o professor de geologia Dirk Schulze-Makuch, da Universidade do Estado de Washington.
A teoria foi apresentada em um estudo entregue em um encontro da Sociedade Americana de Astronomia, em Seatle, Estado de Washington, nos Estados Unidos. A pesquisa foi divulgada neste domingo. Continuar lendo “Nasa pode ter encontrado vida em Marte, diz estudo”

Por Ulisses Capazzoli
O templo de Apolo, incrustado na fascinante paisagem montanhosa de Delfos, abrigava o poderoso oráculo e era o mais importante local religioso do antigo mundo grego. Os generais buscavam conselhos do oráculo a respeito de estratégias de guerra. Os colonizadores procuravam orientação antes de suas expedições para a Itália, Espanha e África. Os cidadãos consultavam-no sobre investimentos e problemas de saúde. As recomendações do oráculo emergem de forma notável nos mitos. Quando Orestes perguntou-lhe se deveria vingar a morte de seu pai, assassinado por sua mãe, o oráculo encorajou-o. Édipo, avisado pelo oráculo de que mataria o pai e se casaria com a mãe, esforçou-se para evitar este destino, mas fracassou de forma célebre.
No século XVI, o Protestantismo aparececeu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da Palavra de Deus, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração.
Por Alexander Kellner
Os
Por: Carol Kaufmann
Muito já se escreveu sobre a baía de Guanabara, cada qual com sua óptica pessoal. A razão disso são seus cenários magníficos, com uma beleza inusitada, de ordem planetária. Olhando pela janela de seu apartamento, um amigo dizia que nem a rainha da Inglaterra podia desfrutar da paisagem que ele via. Outro companheiro de luta e resistência, olhando para a retroterra das praias, onde se desdobram morros ocupados por favelas, comentava que era certamente “lá que morava a felicidade”, sem poder avaliar, à época, a conseqüência e impactos que as imensas desigualdades sociais viriam a ter.
Um dinossauro gigante totalmente desconhecido, primeiro representante de um grupo até então incógnito, foi descoberto na Espanha, segundo artigo publicado na edição desta sexta-feira (22) da revista Science.