O porta-voz do Vaticano padre Federico Lombardi disse nesta terça-feira que a pedofilia não é exclusividade da Igreja Católica, ao comentar o acordo financeiro feito entre a Arquidiocese de Los Angeles com 508 supostas vítimas de abuso sexual por sacerdotes. Em nota publicada na página da Internet da Rádio do Vaticano, Lombardi lamentou os incidentes envolvendo sacerdotes, religiosos e laicos da arquidiocese norte-americana e falou do esforço da Igreja na luta contra a pedofilia.
“Como o problema dos abusos contra a infância e sua adequada tutela não se refere de jeito nenhum somente à Igreja, mas também a muitas outras instituições, é justo que estas também tomem as medidas necessárias”, recomendou o diretor da Sala de Imprensa do Vaticano. Continuar lendo “Pedofilia não é exclusividade da Igreja, diz Vaticano”

A chegada do hoplita, soldado da infantaria que deve seu nome ao escudo que carrega, causou uma revolução. Privilegiou o choque frontal trazido pela falange em detrimento dos ataques rápidos e breves. A Grécia formou um exército de cidadãos livres e não mais de mercenários ou de escravos.
O Vaticano divulga neste sábado um decreto que prevê o retorno das missas em latim e que pode reintroduzir aos rituais católicos nas igrejas uma polêmica oração que pede a conversão de judeus ao catolicismo. A prossibilidade do retorno da oração, que havia sido colocada de lado da liturgia católica na década de 1960, ganhou repercussão na imprensa e preocupa grupos do diálogo entre cristãos e judeus, que avaliam a medida como um retrocesso da postura atual do Vaticano em relação ao Judaísmo.
A Bíblia os descreveu como um povo belicoso e bárbaro, mas os arqueólogos têm uma opinião bem diferente acerca desses antigos habitantes de Canaã. Para o senso comum, a palavra “filisteu” designa um indivíduo inculto e carente de inteligência, com interesses vulgares e puramente materiais. Um sujeito convencional, desprovido de toda e qualquer capacidade intelectual. Porém, para os arqueólogos, o termo evoca algo muito diferente.
Antes de os portugueses e espanhóis chegarem ao Novo Mundo, os polinésios já haviam estado na América do Sul, trazendo consigo frangos e possivelmente outras espécies de animais. Isso é o que indicam fósseis de galinha do século XIV encontrados no Chile. A análise do DNA dos ossos mostra que eles pertencem a linhagens da Polinésia, diferentes das dos frangos introduzidos pelos europeus cem anos depois.
O sonho de descrever por inteiro o genoma de espécies extintas como o homem de Neandertal ou o mamute está mais perto de se tornar uma realidade. Uma equipe internacional descreveu um método capaz de apontar onde e como as amostras de DNA conservadas em fósseis foram degradadas ao longo do tempo, permitindo restabelecer a seqüência correta de bases químicas que formavam essa molécula.
O fóssil de um animal parecido com um musaranho, descoberto há uma década no Deserto de Gobi (Mongólia) deu origem a uma das pesquisas mais abrangentes sobre a origem dos mamíferos placentários, a grande maioria dos mamíferos de hoje (com exceção de marsupiais e animais que botam ovos, como o ornitorrinco).
O arqueólogo peruano Guillermo Cock descobriu em uma escavação o primeiro crânio já encontrado de um nativo do Novo Mundo morto pelo disparo de um conquistador espanhol. Especialistas forenses chamados para analisar um buraco encontrado no crânio confirmaram que o a vítima foi morta com um tiro. Análises de peritos americanos determinaram que a morte aparentemente ocorreu em 1536, pouco depois da fundação de Lima.
Sempre haverá entre nós uma inquietação quando olharmos para o céu noturno ornado com um número quase infinito de estrelas: será que nosso planeta foi, entre um sem-número de locais de nossa galáxia, o único que reuniu condições adequadas para o surgimento e desenvolvimento da vida? Ou será que a existência de seres vivos é um processo comum e estaríamos cercados por um grande número de planetas habitados?
O cientista britânico Isaac Newton, descobridor da lei da gravidade, previu que o fim do mundo chegará em 2060, segundo uma exposição inaugurada hoje na Universidade Hebraica de Jerusalém.