A complexidade da economia de um país pode determinar o seu nível de renda e ajudar a prever a sua capacidade de crescimento. É o que afirma um novo estudo que será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
Segundo os autores, César Hidalgo e Ricardo Hausmann, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, nos últimos 250 anos, a globalização permitiu que países passassem a explorar a divisão de trabalho em escala mundial. Entretanto, no mesmo período as disparidades na renda per capita aumentaram grandemente. Continuar lendo “Complexidade bem-sucedida”

Em um discurso, o presidente francês Nicolas Sarkozy disse que as burcas não tinham lugar na França, já que são um símbolo de subjugação das mulheres. Burcas são aquelas vestes esquisitas que cobrem as mulheres dos pés à cabeça, muito mal deixando os olhos à mostra. Isso quando deixa mostrar os olhos. Segundo a tradição islâmica, mas não com fundamentada no Alcorão, o corpo das mulheres devem ser cobertos para que não haja incitação à luxúria.
Um estudo realizado na Nova Zelândia sugere que a evolução molecular dos mamíferos é mais acelerada em regiões de climas mais quentes. Os pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Auckland analisaram pares de mamíferos da mesma espécie e descobriram que o DNA dos que vivem em climas quentes muda com mais rapidez.
O progresso científico-tecnológico trouxe inúmeros desafios à humanidade. No segmento da saúde, descobertas fundamentais foram feitas após a Revolução Industrial, particularmente com o início da era pasteuriana, em fins do século XIX, e permitiram expectativa média de vida, ao menos em países socialmente desenvolvidos, em torno de 80 anos atualmente.
Este seria um artigo para ter o tema de John Williams, pois mais parece filme do Indiana Jones. O patriarca copta ortodoxo da Etiópia, Abuna Paulos, garantiu em Roma ter visto a Arca da Aliança, e que o objeto sagrado encontra-se “em bom estado de conservação”. MEU ZEEEEEEEEEEEEEUS! Agora sim, está definitivamente provada a existência da Arca da Aliança, que Javé mandou o Moisés fazer só para carregar 2 pedaços de pedra, todinha feita de ouro (escravo tinha direito a ouro?). Só tem um pequeno detalhezinho: o Sith-Patriarca disse que não pode dizer onde está a arca, mas que era capaz de garantir que já a havia visto e que ela corresponde à descrição dada na Bíblia. Boa essa, não é mesmo?
A conclusão, colocada como título desta matéria, é de um estudo feito por pesquisadores do Canadá e dos Estados Unidos, que modelaram em computador o cérebro de um primata que viveu há cerca de 54 milhões de anos. O modelo virtual foi montado a partir de um crânio fossilizado encontrado no Wyoming, nos Estados Unidos. A análise será publicada esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
Fósseis de plantas podem ajudar a compreender as possíveis causas para a extinção em massa que ocorreu na transição do período Triássico para o Jurássico, 200 milhões de anos atrás. Um estudo aponta que a diversidade da flora do leste da Groenlândia caiu abruptamente logo antes desse evento de extinção, em um período em que houve um leve aumento do gás carbônico na atmosfera.
Que diferença faz um canudo na vida da gente? Algumas pessoas choram de emoção ao colocarem a mão em um. Outros não sossegam se não forem dois. Ficam eufóricos, beijam, abraçam, se atracam com o canudo. Uma realização e tanto. Mas, ter um diploma faz de você um bom profissional? Te fará cometer menos erros? Você será mais competente?
Cientistas na Florida Atlantic University (FAU) criaram um sistema “híbrido” em tempo real, para analisar as interações entre os seres humanos e máquinas (parceiros virtuais). Eles buscam possibilidades de explorar e compreender uma ampla variedade de interações entre máquinas e mentes, e que o primeiro passo para uma união muito amiga entre o homem e a máquina, e talvez até criar um tipo de máquina totalmente diferente. Será o alvorecer do Skynet?
O cenário é dramático. Na metade do atual século milhões de pessoas poderão estar fugindo de mares que se elevam, de secas ou enchentes devastadoras e de outros desastres naturais, em busca de locais mais seguros onde possam sobreviver.