Campanha “Diga NÃO ao boato”

Muitas vezes as pessoas relacionam o ceticismo com uma posição anti-religiosa. O ceticismo pode se posicionar contra as religiões, ou apenas uma, fazendo o seguidor de uma religião ser cético com relação às demais.

Eu, por exemplo, sou cético num sentido amplo. Desse modo, eu não consigo entender como existe tanta gente burra, estúpida e preguiçosa neste mundo. Meu ceticismo faz duvidar que esse tipo de gente realmente viva em cidades, com acesso diverso à informação.

O problema principal veio com o advento da Era da Informática. Uma das maiores invenções foi o e-mail, e o que fizeram com ele? Transformaram num meio de propagação de lixo em quantidades cavalares, semelhantes àqueles papeluxos mimeografados que circulavam antigamente nos colégios (estou ficando velho). Agora, a praga se dissemina no Ciberespaço. Senhoras e senhores, bem-vindos à Era do Spam! Continue lendo »

Besouro brasileiro tem a chave para computadores ópticos do futuro

Computadores ópticos ultra-rápidos têm sido um sonho dos cientistas há muito tempo. Mas eles não têm tido sucesso até agora principalmente por não serem capazes de fabricar um cristal fotônico ideal, capaz de manipular a luz visível.

Agora, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, acredita ter encontrado o cristal fotônico ideal já pronto, na natureza. Mais especificamente, na carapaça de um besouro brasileiro, o Lamprocyphus augustus.

“Parece que uma criatura tão simples quanto um besouro nos forneceu uma das estruturas mais sonhadas pela tecnologia para a construção da próxima geração de computadores,” afirma o professor Michael Bartl. “A natureza tem formas simples de construir estruturas e materiais que ainda não podem ser fabricados com nossas estratégias de engenharia e nem com nossos instrumentos de milhões de dólares.” Continuar lendo “Besouro brasileiro tem a chave para computadores ópticos do futuro”

Lei britânica de proteção ao consumidor irrita médiuns

As “mães Dinás” inglesas estão possessas! Tudo por causa da nova lei britânica de proteção ao consumidor que confere proteção aos otários clientes desse pessoal que só sabe extorquir dinheiro dos outros. Isso deixou os vagabundos médiuns indignados!

Um grupo de médiuns e videntes da Grã-Bretanha vai realizar um protesto contra essa nova lei que facilitará os processos em casos de clientes insatisfeitos com seus serviços. Segundo Naomi Grimley, correspondente da BBC, como alguns destes videntes cobram pelas consultas, a nova lei passará a classificá-los como “comerciantes”. Continuar lendo “Lei britânica de proteção ao consumidor irrita médiuns”

O Protestantismo visto pelos católicos

No século XVI, o Protestantismo apareceu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da suposta “Palavra de Deus”, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração.

Muito bem, esta “Palavra” seria a Tradição Oral, em cujo critério se entende e interpreta-se melhor a Bíblia. A Igreja seria, segundo a visão dos católicos, a única depositária e intérprete da Palavra; entretanto, os protestantes admitem da mesma forma que a autoridade da Igreja para santificar o homem, mediante a Palavra de Deus, pois, segundo muitos protestantes, esta é não apenas um ensinamento para a inteligência, mas força viva que restaura o homem. Nesse ínterim, os católicos vêem a Palavra de Deus como desenvolvedora de toda a sua eficácia quando se torna não apenas audível, mas VISÍVEL nos Sagrados Sacramentos da Liturgia Católica; assim os sacramentos, como a própria Igreja, estão implícitos na revalorização da chamada “Palavra de Deus” apregoada pelos reformadores do século XVI. Continue lendo »

Troque suas lâmpadas por um teto luminoso

e-oled.jpgImagine a cena: ao acionar o interruptor da sua sala ou do seu quarto, a luz não virá de uma lâmpada única, geralmente instalada no centro do teto; a luz virá de todo o teto, uma luz suave, capaz de iluminar o ambiente de forma homogênea e sem incomodar quando você estiver deitado ou precisar momentaneamente olhar para cima.

Esta é uma das possibilidades de utilização dos LEDs, lâmpadas de estado sólido de altíssima eficiência. Mais especificamente dos OLEDs, LEDs orgânicos, que podem ser fabricados por meio de impressão em materiais plásticos. Continuar lendo “Troque suas lâmpadas por um teto luminoso”

Inferno Desmascarado

inferno.jpgAh, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.

Aquele belo recanto agradável que os amantíssimos religiosos – ciosos de seu amor cristão – fazem questão que nós, céticos, sejamos jogados para nunca mais sairmos de lá. :-D

Infelizmente, para os religiosos, aí está mais um sério problema teológico: O que é o Inferno? Onde ele fica? De onde veio esse mito? Será inteiramente bíblico? Hummm… É exatamente isso o que examinaremos agora.

Os toscos religiosos podem sapatear, espernear, arrancar os cabelos e esbravejarem o quanto quiserem; mas não há NENHUMA menção de “Inferno” – como sendo um lugar de tormento eterno – na Bíblia, conforme as religiões cristãs pregam. A bem da verdade, o que temos são traduções canhestras de quatro palavras diferentes: Sheol, Hades, Geena e Tártaro. Senhoras e senhores, peguem as suas roupas de amianto e me acompanhem, pois este será um artigo quente. :twisted:
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Moralidade, Ética e Religião

Por Marcos de Almeida

ethics-1.gifÉ possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos. Continuar lendo “Moralidade, Ética e Religião”

A filosofia entre a religião e a ciência

Por Bertrand Russel

bertrand_russel.jpgOs conceitos da vida e do mundo que chamamos “filosóficos” são produto de dois fatores: um, constituído de fatores religiosos e éticos herdados; o outro, pela espécie de investigação que podemos denominar “científica”, empregando a palavra em seu sentido mais amplo. Os filósofos, individualmente, têm diferido amplamente quanto às proporções em que esses dois fatores entraram em seu sistema, mas é a presença de ambos que, em certo grau, caracteriza a filosofia. Continue lendo »

O aquecimento global e os cataclismos

aquecimentoglobal.jpgAs projeções reveladas pelos estudos do IPCC mostram que o aquecimento poderá variar de região para região, sendo acompanhado por aumentos e diminuições na precipitação (chuvas). Além disso, poderão ocorrer alterações na variabilidade do clima e na freqüência e intensidade de alguns fenômenos climáticos extremos.

A literatura disponível ainda não avaliou os impactos, adaptações e vulnerabilidade decorrentes das mudanças climáticas, quando considerado os valores máximos de aquecimento apontados pelas projeções. Continuar lendo “O aquecimento global e os cataclismos”

Voar como os pássaros

Por Ulisses Capozzoli

santosdumond.jpgA história da conquista do vôo humano tem inúmeros personagens e não pode ser contada por um único homem. Das mitológicas asas de penas de Ícaro e Dédalo aos primeiros engenhos voadores do século XVIII, o sonho de voar foi acalentado durante séculos.

Em 23 de outubro de 1906, Santos Dumont (1873-1932) sobe com o 14-Bis a uma altura de 3 metros e percorre 60 metros, observado por uma multidão boquiaberta em Paris. O elegante e generoso inventor, que no começo do século já previa o uso de aviões para transportar passageiros, constrói e faz voar o primeiro avião da história.

Por improvável que possa parecer tudo talvez tenha começado com a inclinação do eixo da Terra. A sucessão das estações, quase sempre, restringia a oferta de alimentos. Com isso, manadas deslocavam-se para regiões mais promissoras e, no rastro de animais em migração, seguiram os primeiros bandos de caçadores humanos. Continue lendo »