
Numa escala cósmica, seres humanos não são nada, absolutamente nada. Se comprimíssemos toda a história do universo num vídeo de 10 minutos, veríamos o quão jovem é a Humanidade, e quão antigo e vasto é nosso universo.

Numa escala cósmica, seres humanos não são nada, absolutamente nada. Se comprimíssemos toda a história do universo num vídeo de 10 minutos, veríamos o quão jovem é a Humanidade, e quão antigo e vasto é nosso universo.

Este foi um caso que aconteceu nos Países Baixos, apesar de todo mundo chamar de Holanda, mas quando falam Holanda, não é bem Holanda, ok? São os Países Baixos, ainda que o caso tenha acontecido na Holanda, a província. A República dos Países Baixos foi estabelecida depois que sete províncias holandesas (pois é, o gentílico é esse. Mais para frente eu volto a este assunto) se revoltaram contra o domínio espanhol, no evento do chamado Guerra dos 80 anos. Com isso, as províncias de Groningen, Frisia, Overijssel, Guelders, Utrecht, Zelândia e… Holanda formaram uma aliança em 1579 – no que foi chamado União de Utrecht – e mostraram o dedo médio para a Espanha, declarando sua independência em 1581 por meio do “Ato de Abjuração”. Continuar lendo “Quando comeram, espancaram e enforcaram um político. Não nessa mesma ordem”

Você conhece o meme acima. Ele parece fazer total sentido, mas é apenas meme feito por jovem inculto, o tipo comum de jovem. Sim, as estradas romanas eram e são um feito admirável de engenharia de sua época, mas seriam totalmente inviáveis hoje… ou até seriam viáveis, mas isso acarretaria alguns probleminhas, que veremos mais para frente. De antemão, posso dizer que nada do que este memezinho idiota diz faz sentido. Nada!
Afinal, como eram as estradas romanas? As estradas dos antigos eram realmente melhores que as nossas, com toda a formação em ciência e engenharia? Vamos ver no Livro dos Porquês. Continuar lendo “O meme idiota que compara estradas romanas com estradas atuais”

Ufa! Passei o dia todo escrevendo e só agora pude colocar os posts da semana. Espero terminar amanhã, mas é tão legal e envolvente o tema, dando vários desvios e me forçando a ficar no tema central. Sentia falta disso.
Enquanto eu termino e (espero) poder postar amanhã, vai vendo o que postei esta semana.

Algo de errado no ar. A respiração está difícil, pesada, a poeira entra pelas narinas. Um mexer das mãos bate com um som surdo. Madeira. A tentativa de mexer as pernas é infrutífera; não há espaço! Olhos se abrem, mas o que se vê é a escuridão aterradora, o corpo tenta se sacudir, mas a única coisa que se pode perceber é que está preso dentro de uma caixa. O grito de horror finalmente sai da garganta e é horrível, mesmo para a única pessoa capaz de ouvir: a mesma que gritou. O destino está selado… selado dentro de um caixão! E a desafortunada pessoa jazia ali, enterrada viva, e seus próximos minutos serão de uma agonia atroz enquanto cada molécula de oxigênio é consumida e a morte virá por asfixia.
Você já se perguntou do porquê de haver velórios? Não apenas pelo inveterado sadismo do Cristianismo, os velórios vieram por causa de um medo patológico: as pessoas serem enterradas vivas. Isso tem até um nome: Tafofobia. Continuar lendo “Os horripilantes casos de enterros prematuros”

Em novembro do ano passado, o caos tomou conta do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Como se aquele aeroporto que mais parece uma rodoviária já não tivesse problemas suficientes, um casal tentou embarcar num voo internacional da companhia aérea KLM. O casal queria embarcar com um coelho. A empresa disse que não podia, o casal alegou que era animal de suporte emocional, ainda não deixaram, o dono do coelho teve ataque de piti, quebrou tudo, rodou a baiana e foi um deus nos acuda. Sim, o casal era formado por jovens., como você adivinhou? Agora, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) permite que coelhos vão na cabine junto com os adultos infantilizados.
Uma mãe de pet na Filadélfia, EUA, acha que se um animal fofinho (como oncinha pintada, zebrinha listrada e coelhinho peludo) pode ser um animal de suporte emocional, o aligator dela também pode. E conseguiu! Continuar lendo “Bichinho de estimação abala corações no concurso de pets”

Hoje é domingo, dia de debate na TV. Aquele debate que eu não vou ver, já que eu sei bem em quem vou votar: ninguém. Vou ficar em casa, mesmo. Se você é dos meus, gaste seu tempo com coisas mais produtivas, como ver os artigos que postei esta semana.

Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
— Alô, iniludível!
Manoel Bandeira
Se há uma coisa realmente democrática, essa coisa é a Morte. Ela chega para todos nós, brancos, negros, indígenas, amarelos, inuítes etc. Todo mundo nasce, todo mundo vive um certo tempo, todo mundo morre, e isso é válido para todos os seres vivos. Não por acaso, todas as culturas tiveram e têm sua representação da Morte; entretanto, a mais usual hoje – e que permeia a nossa imaginação – é o Ceifador, usando um manto preto, capuz escondendo o rosto e uma enorme foice, daquelas que é preciso usar duas mãos para se usar. O Ceifador (em inglês, Grim Reaper) tornou-se parte da cultura pop, um ícone reconhecido através o mundo em livros quadrinhos, programas de TV, filmes e jogos como um indefectível símbolo da Morte. Como chegamos nessa figura sinistra, que possui diferentes representações, inclusive fofinhas como a Dona Morte do Maurício de Souza? De onde veio esta figura?

O quadro acima é do volume de Sandman, quando ele conversa com Hob séculos depois de ele e a Morte terem-no feito imortal. O tiozão reclama das chaminés, pois antigamente erra melhor. Antigamente sempre era melhor. Falam isso usando a mais moderna tecnologia para espalhar aos 4 ventos que antigamente era melhor. Continuar lendo “Antigamente era melhor”

Não há nada que me irrite mais que pessoas que não sabem responder perguntas. Quando eu falo em “saber responder perguntas” não estou falando de saber o conteúdo da pergunta ou saber a resposta certa. é a real incapacidade de responder perguntas simples, daquelas baseadas no SIM ou NÃO. Pessoas que SEMPRE têm que emendar alguma coisa.