Eu recebo e-mails todos os dias, principalmente através do fale Conosco. Nem sempre dá pra responder, mas faço uma forcinha, pois as pessoas merecem uma resposta (o tipo de resposta que merecem é inerente ao tipo de mensagem que mandam, se me entendem).
Ontem o William me enviou uma foto que o tio dele tirou ao ir passear em Bogotá, Colômbia. O que ele foi fazer na Colômbia eu não sei, não quero saber e qualquer coisa, o Abbadon é o culpado e seu cúmplice mora em Monteiro.
A seguir, temos a foto do tiozão do William:

No mundo verde e anêmico dos “defensores” dos animais, o Ativismo Vegan, engendrado pelos seguidores da Nossa Senhora da Alface e veneradores do Brócolis Sagrado, faz sentido. Afinal, você não é ético porque gosta de um hamburguer. Você (sim, VOCÊ!) é um maldito especista, enquanto que os vegans pensam que seres humanos formam uma espécie superior a ponto de proteger todas as formas de vida (baratas, ratos de esgoto e lacraias não entram nesta “proteção”). Você, seu maldito inconsequente que alimenta seu filho com leite e não dá vegetaizinhos pros seus cães de estimação (caraca! Você escraviza um animal!), está abaixo de qualquer espécie viva, pois as outras vivem em paz e harmonia (exceto formigas que escravizam outras formigas, tubarões que atacam seus próprios companheiros e chupins que jogam os ovos do tico-tico fora para poder colocar os seus e serem chocados pela tica-tica).
Estou aqui calmo nessa manhã de domingo e com o joelho enfaixado (por causa dos meus artigos, claro. É uma demonstração da ira divina, apesar das ameaças serem direcionadas para as pessoas que me amam. Deus incompetente esse…). Algumas pessoas me “cobraram” uma posição a respeito do Datena, nosso filósofo máximo, competindo diretamente com o Reinaldo Azevedo e o Olavo de Carvalho. Minha posição é sentado numa poltrona confortável, com os pés pra cima e uma esposa me chamando de molenga só por causa de uma coisinha de nada. Nós, céticos, sofremos, mas por causa da atadura, meu joelho está impossibilitado de se dobrar e minha língua não confessará que o mendigo palestino é coronel.
Cheguei a uma conclusão: o pessoal adora tanto o Voz dos Alienados que faz de tudo para aparecer na seleção de sandices. Não posso crer que haja tanta gente burra e imbecil e mesmo a Lâmina de Hanlon tem limites. Porque, se realmente houver tanta gente retardada assim, o mundo não caminhará para a Idiocracia. Aquilo seria um alto padrão de intelectualidade perto do que nos espera.
Nada é mais ridículo que religioso metido a inteligente querendo decidir pelos demais. Isso acaba acarretando em uma coisa estranha no país. Se antes o Brasil era o país do futebol e do carnaval, agora é o país do aborto, pois nunca antes na história desse país falou-se tanta bobagem sobre o tema.
Se já não bastava o tanto de criminosos barbarizando no estado do Rio de Janeiro, em especial na cidade do Rio, outros criminosos começaram a encher o saco. No segundo caso, são criminosos que o próprio cidadão burro resolveu que seria o
E aqui vamos nós descendo a ladeira. Se antes o Conselho Nacional de Educação quis cercear o uso de livros racistas e de apelo ao ódio, só faltando ter uma suástica na capa (maldito Goldwin!), como o de Caçadas de Pedrinho, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) proibiu que a obra Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século continue sendo entregue a alunos da rede estadual paulista. Por causa de que? Por que o livro atenta contra a moral e os bons costumes, pois tem "elevado conteúdo sexual, com descrições de atos obscenos, erotismo e referência a incesto". Eu realmente preciso citar Orwell de novo?
O mundo religioso é estronho e esquésito. As reações das pessoas beiram a insanidade e as ações subsequentes demonstram que muitos não desenvolveram córtex cerebral, ficando apenas com a parte reptiliana. Foi mais ou menos que aconteceu na prova do vestibular da UFPR, no último dia 14/11. Uma das candidatas estava rezando antes de entrar no local da prova, perdeu-se nos pensamentos do senhor Jesus e os portões foram fechados, deixando a pobre coitada do lado de fora.