Melhores artigos de 2025 parte 4

Fala, rapeize, que era como jovens se chamavam lá pela década de 80. Nenhuma saudade de ser chamado assim, mas manterei because zoeira. Ao longo do ano, contei muitas histórias de paz e de guerra, de aventureiros, de pedras, fontes de água, tartarugas heroicas (não as ninjas) e até um azarado que foi várias vezes atingindo por raios. Bóra dar uma olhada. Valeu, fui!

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Melhores artigos de 2025 parte 3

Estou meio resfriado hoje. Deve ser por dias de farra. Talvez, quem sabe, ou não, já que esta mensagem foi escrita muito antes. Sim,´pegadinha do Ceticismo, RÁ! Eu sou um pândego (e provavelmente tido como idiota. Sei lá, capaz de estar so falando sozinho aqui. Maaaaaaaaaas, se tiver alguém aí lendo, dá uma olhadinha na parte 3 do que foi postado ano passado.

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Melhores artigos de 2025 parte 2

Eu não sei que horas acordei hoje, mas a foto representa bem a noite de ontem. Aliás, eu nem sei como foi a noite de ontem, mas espero que tenha sido boa, já que esta postagem é automática e foi escrita em dezembro. ¯\_(ツ)_/¯

Espero que vocês estejam bem, e eu tenho certeza que eu estou bem no momento que esta postagem subir (espero). Bem, aqui tem mais uma parte do que eu postei esta semana. Eu sei que você aí não leu todas elas ao longo do ano. Taí sua chance!

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Quando o Ano Novo significava um tapão na fuça do Rei

Você adora comemorar réveillon que eu sei. Cair de boca no peru, passar a mão na coxinha da galinha, encher a caveira d álcool e fingir que você não é cuzão por natureza, tudo foi culpa da manguaça. Agora, imagine celebrar o Ano Novo com um ensopado de cordeiro e beterraba, um banquete digno de um rei. Problema que nessa festança, o rei da Babilônia seria arrastado pelos cabelos, forçado a ajoelhar-se e levaria um tapa tão forte no rosto que precisaria chorar de verdade, ou ia dar muito ruim.

Bem-vindo ao Akitu, o festival de Ano Novo da antiga Babilônia, onde humildade real, mitologia sangrenta e banquetes elaborados se encontravam numa celebração que durava mais de uma semana. Continuar lendo “Quando o Ano Novo significava um tapão na fuça do Rei”

Artigos da Semana 287

Estou absolutamente de férias. Nada pra me preocupar, encher o saco. Vou descanar muito mas não esquecerei nenhum de vocês. Vocês terão meus artigos diários ainda, e a partir de janeiro terão os melhores artigos postados em 2025. Enquanto isso, estou deliciosamente descansando no meu ar-condicionado. Divirtam-se aí

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O roubo mais audacioso da História da Inglaterra: uma pedra

Os facínoras planejaram o assalto, o roubo, a subtração. Eles estão preparados. Eles tinham tudo acertado e se muniram de ousadia, pois, ninguém havia tentado isso antes, ninguém tinha sequer imaginado ter o atrevimento de executar aquela ação. Eles estavam decididos a entrarem… digo, a escreverem a História.

Ao longo da história, ladrões audaciosos roubaram tronos, coroas cravejadas de diamantes, cetros de ouro maciço, joias que financiariam pequenos países. Tesouros reluzentes, objetos que gritam “EU VALHO UMA FORTUNA” para qualquer um com olhos funcionais. Mas em 1950, quatro estudantes escoceses olharam para todo esse catálogo de possibilidades e pensaram: “Sabe o que seria realmente ousado? Roubar uma pedra”. Não qualquer pedra, mas uma pedra de 150 kg que não vale nada no mercado negro, que não pode ser derretida, revendida ou escondida debaixo do colchão. Uma pedra que serve basicamente para dizer “esta é a nossa pedra”. E eles decidiram roubá-la. Continuar lendo “O roubo mais audacioso da História da Inglaterra: uma pedra”

Sempronius Densus, o soldado com bolas de aço

O soldado armado está em posição desafiadora. Mão na espada, o peito inflado retesando-se contra a armadura. As pernas em posição esperando para o combate. Aquele homem tem uma missão e quando todos os covardes, traidores e conspiradores o abandonaram, ele está lá, altivo, poderoso, o queixo trazia a decisão, a vontade, a coragem e a determinação dos mais valorosos guerreiros que alçaram ao cargo de centurião, pois, aquele homem em pé, esperando o derradeiro fim, é um centurião romano; mais do que isso, é um pretoriano, e está ali, para defender o seu protegido até o último suspiro, o nome causa medo, pois seus algozes sabem que não terão uma vitória fácil.

Aquele homem é Sempronius Densus, herdeiro de Hércules, mais corajoso entre mil soldados Continuar lendo “Sempronius Densus, o soldado com bolas de aço”

Papai Noel leva seus ajudantes e dá uma de Robin Hood

Olha, eu sei que a economia anda difícil. Sei que a inflação tá castigando todo mundo, que o custo de vida disparou, que até o Papai Noel deve estar sentindo o baque da crise global depois de ter visto o preço do quilo de café; mas daí a ver o bom velhinho trocando a entrega de presentes por assalto à mão armada tem uma distância considerável, certo? Pois, é, aparentemente ninguém avisou isso para um sujeito em Surrey, Colúmbia Britânica, que decidiu que 2024 seria o ano de reescrever a mitologia natalina. E não de uma forma fofa, daquelas que rende filme da Netflix. Não. Estamos falando de uma versão digna de um especial de Natal dirigido por Quentin Tarantino depois de uma maratona de filmes de faroeste spaghetti.

Saindo com um monte de chifrudo para meter o logo no comércio, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Papai Noel leva seus ajudantes e dá uma de Robin Hood”

Professor é multado de forma estúpida, mas dá a volta por cima

Vida de professor é foda, e isso é uma realidade em qualquer lugar do mundo, principalmente em shitholes. Tem vários tipos de shitholes, os com dinheiro (EUA), os remediados (Canadá), os que estão no sufoco (Brasil) e… bem, tem a Índia. Índia é a terra em que o absurdo é mais corriqueiro que o Brasil (nem sempre), ainda mais por causa dos Meganhas de Shiva que resolveram implicar com o coitado do professor. Motivo? Ele estava sem capacete e não se pode dirigir sem capacete.

O tio estava de carro. Sim, Uttar Pradesh. Como você descobriu?

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Como um vulcão ajudou a causar a Peste Negra

Então que você, meu amigo e minha amiga estão vivendo num recanto da Itália medieval, bela e encantadora; não têm maiores preocupações além de degustar um pão duro e sem se dar conta das invasões mongóis. Nesse momento, de repente, o clima vira contra você, as colheitas morrem, todo mundo começa ir pro beleléu, a fome vem dar “alô” e alguém tem a brilhante ideia de importar grãos da região do Mar Negro. Parece uma solução sensata, não? Exceto que esses grãos vieram acompanhados de pulgas infectadas com Yersinia pestis, a bactéria responsável pela Peste Negra, e pronto: lá se foi 60% da população de algumas regiões europeias entre 1347 e 1353.

Mas aqui está o plot twist que ninguém esperava. Um novo estudo sugere que quem realmente começou essa história toda foi um vulcão. Um vulcão misterioso, tropical, que entrou em erupção por volta de 1345 e decidiu, no melhor estilo vilão discreto, ferrar com o clima europeu sem nem aparecer nos registros históricos diretos. Continuar lendo “Como um vulcão ajudou a causar a Peste Negra”