Eu pensei com meus botões: “Sol brilhando, ainda que uma frente fria está chegando, mudando o tempo. Logo, nada de muito maluco vai acontecer nesse iniciozinho de semana. Certo?”
Errado! Ainda mais com Japão a todo vapor, tentando provar para o mundo que eles são um povo pra lá de esquisito, mesmo competindo de pau-a-pau (calma, Sabino, calma) com a Itália e a Espanha. Depois que eu li o que uma empresa de trens adotou em nome do “melhor atendimento aos clientes”, eu fico muito temeroso que os empresários brasileiros resolvam imitá-los (eles adoram imitar sandices).
O problema? Nenhum! Simplesmente, eles resolveram que os funcionários devem sorrir o tempo todo; então, criaram um sistema que monitora o tempo todo o rosto dos funcionários, calculando a curvatura do sorriso e analisando o quanto o funcionário está “contente”. Nem mesmo no Brasil os empresários teriam esta idéia para lá de absurda. Continuar lendo “Computador vai fiscalizar sorrisos de funcionários de trens no Japão”

Dois estudos independentes dão passos importantes rumo ao desenvolvimento de terapias que retardem o envelhecimento em seres humanos – e assim nos aproximem da tão desejada longevidade. Uma substância derivada de bactérias se mostrou eficiente no prolongamento da vida de camundongos, e o mesmo resultado foi alcançado em macacos submetidos a uma dieta de restrição calórica.
Eu pensei que o mundo estava ficando mais normal, por não ter achado nada bizarramente louco que merecesse uma Sexta Insana. Me enganei. Uma família da Arábia Saudita está processando judicialmente um “gênio” (é, que nem aquele do Aladin ou o Shazan) por roubos e ameaças, segundo informações do jornal Al Watan; chegando até mesmo ao ponto de acusar o “espírito” de jogar pedras neles e roubar telefones celulares. Senhoras e senhores, este é um SÁBADO INSANO!
O que significa a expressão “todos são iguais perante à lei”? Ao meu ver, seria de esperar que um Estado proveria condições iguais a todos os seus cidadãos. Não é o caso do Brasil, onde há inúmeros favorecimentos a diversos grupos de pessoas, em detrimento de outras. Mas se os direitos são iguais, por força de lei, então temos algo que não deveria haver num sistema de leis: contradições.
Imaginem a seguinte cena: num dia ensolarado e de temperatura elevada, dois dinossauros famintos e com um calor tremendo ouvem um urro longínquo. Há dias sem comer, os répteis, à beira da fadiga, caminham apressadamente para o local. Lá chegando, se enchem de esperança: um terceiro dinossauro agoniza na lama. O infortunado estava com sede e não resistiu a avançar para a pequena poça de água no centro de um grande lamaçal, mesmo quando suas patas afundavam perigosamente. Acabou preso, sem poder sair. Mais que depressa, os dois novos visitantes avançam sobre o animal, que julgam ferido, na ânsia de saciar a sua fome. Outros que se enganaram e também não conseguiram mais sair do lamaçal! Mesmo fracos, se debatiam bastante, mas acabaram por perecer no local.
Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
Crocodilo-tatu. Esse nome, que parece saído de um conto de fadas, é a denominação do novo réptil pré-histórico brasileiro, o Armadillosuchus arrudai. O animal pertence ao grupo dos crocodilomorfos, parentes dos crocodilos atuais, mas apresenta características nunca antes encontradas nesses espécimes, como uma couraça similar à do tatu e a capacidade de mastigar alimentos, o que sugere uma versão diferente para o clima no fim do Cretáceo, há 90 milhões de anos, quando ele viveu. 
Com base em dados de observação naturalística, um estudo do Instituto de Psicologia e do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) mostra que os macacos-prego (Cebus nigritus), além do mecanismo de orientação egocêntrico, podem se utilizar de um sistema de orientação alocêntrico – lembrando a capacidade cognitiva dos seres humanos – para a busca de alimentos na mata atlântica.
A Agência Espacial Brasileira (AEB) deve apresentar nesta semana ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um estudo de uma nova área, fora de Alcântara (MA), para a instalação de uma nova base de veículos lançadores de satélites.