Extraído do livro “O Mundo assombrado pelos demônios”
Quando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos. Continue lendo »

Uma das maiores preocupações do mundo diz respeito à produção de alimentos. O principal problema, depois da água, é a ausência de solo cultivável em todos os recantos do planeta. Mas, as pessoas precisam ser alimentadas; o que fazer? A saída seria uma técnica de plantio sem a necessidade de se empregar o solo. Isso é possível? Sim, é. A hidroponia (cujo significado literal é “trabalho em água”) é uma técnica de plantio onde o solo é dispensável; voltada principalmente para o cultivo de verduras, frutos e até mesmo flores.
Todos nós já ouvimos falar sobre “alquimia”. Muitos vêem como algo hermético, cheio de “saberes ocultos”, com conceitos mágicos apenas ao alcance de iniciados. Mas não é bem assim. Sua história mostra que nada tinha de “mágico” ou “hermético” na antigüidade. Na verdade, era uma ciência como todas as de hoje. Uma ciência que evoluiu e acabou recebendo outro nome. Mas, como começou a alquimia mesmo? Qual o seu nome atual?
Tão importante como um tubo de ensaio, a tabela periódica é um importante instrumento de auxílio para o químico. Recomenda-se que não se saia de casa sem ela… Ela é necessária, pois decorar as informações de todos os elementos seria impossível. Mas, como foi que surgiu esta poderosa ferramenta de consulta?
Uma equipe de arqueólogos americanos encontrou o fóssil de um sapo pré-histórico gigante, que seria capaz de comer filhotes de dinossauro existentes em sua época. O “sapo diabo” (muaaaaahahahahahahaha), como foi batizado, além de ser do tamanho de uma bola de boliche, possuía uma grande boca e mandíbulas poderosas.
Imaginem a situação: vocês estão calmamente cavando uns buracos no quintal de casa (não me olhem estranho, se tem maluco que fica o dia inteiro numa igreja, qual o problema de tansformar o quintal em queijo suíço?) e foi brindado com um…. ESQUELETO!!!
Malditos cientistas! Olha só o que arrumaram desta vez: descobriram que morcegos nem sempre tiveram a capacidade de usar seu sonar, porque a sua morfologia (a forma de seu corpo) impedia tal coisa. Tal descoberta foi feita graças ao achado de um fóssil de um morcego primitivo, que por sinal, deve estar fazendo muito criaburricionista se rasgar de raiva.
O mundo continua cada vez mais maluco! Não que eu efetivamente esperasse alguma melhora. Bem, dessa vez a notícia é trazida pela
Cheguei à conclusão que os crentes adoram o nosso blog. E o leitor contumaz dele é o Papa! Sim, ele mesmo: o Nazi-Pontíficie ama nossas postagens. De outra maneira, como explicar sua vontade louca de aparecer aqui propagandeando bobagens sem-limites?
Todas as pessoas com olhos azuis teriam o mesmo antepassado comum, sugere um estudo realizado por cientistas genéticos da Universidade de Copenhague, na Dinamarca. Segundo os especialistas, uma mutação ocorrida num gene de apenas uma pessoa há cerca de 10 mil anos teria alterado a produção da melanina – pigmento que dá cor aos olhos, pele e cabelo – na íris.