“O nome Hubble é duplamente famoso. A segunda fama é derivativa da primeira. No início, achava-se que as estrelas faziam parte de um aglomerado único. No entanto, alguns cientistas começaram a questionar isso, levantando a ideia que várias estrelas estariam em aglomerados próprios, muito, mas muito longe de nosso planeta. Kant foi um dos maiores responsáveis por isso e sua proposição do problema ficou conhecida como a “hipótese dos universos-ilha”. Edwin Hubble foi o cientista que demonstrou que esses “Universos-ilha” existiam e deu a eles o nome de “Galáxias”. Não satisfeito, ele demonstrou que sim, as galáxias se afastam, medindo o seu desvio para o vermelho (em inglês, Redshift). Daí veio a fama do cientista Hubble.
Em 24 de abril de 1990, foi lançado pela NASA em , a bordo do Ônibus Espacial Discovery o telescópio espacial Hubble. Veem a imagem de abertura deste artigo (cliquem para ampliar)? Agradeçam aos dois Hubbles. Em 19 anos de serviço, o telescópio Hubble nos trouxe imagens magníficas, pois ele é capaz de fotografar imagens não só nas linhas espectrais que nossos olhos distinguem, mas consegue enxergar em infra-vermelho também. No entanto, aos poucos ele está se tornando obsoleto. Por isso, a ESA – Agência Espacial Europeia lançou hoje os mais avançados e potentes telescópios jamaios criados: o Herschel e o Planck. Continuar lendo “Europa lança maior telescópio espacial da história”

E eu que pensei que o Dia da Insanidade foi ontem, com a notícia do Padre Bultmann, digo, Padre Duarte. Mas, pelo visto, me enganei. Isso porque a ICAR está – segundo me parece – aplicando (ops) no entretenimento caseiro e não estou falando de DVDs e sim no mais antigo divertimento da humanidade: sexo.
“É conhecido que a evolução da vida passou por um estágio inicial no qual o RNA teve importância fundamental tanto na herança como na catálise – papéis que atualmente são executados pelo DNA e pelas enzimas, respectivamente. Mas de onde o RNA surgiu?”, pergunta Jack Szostak, do Instituto Médico Howard Hughes, nos Estados Unidos, em artigo na edição desta quinta-feira (14/5) da
Os parasitas evoluem constantemente para maximizar sua infecciosidade e otimizar sua virulência, enquanto os hospedeiros tentam, por sua vez, evoluir rapidamente para minimizar essas propriedades dos parasitas. Se um deles conseguir uma vantagem evolucionária significativa, isso poderá levar à extinção do outro. A bem da verdade, se parasitas tivessem desenvolvido consciência, a última coisa que ele iria desejar seria a morte de seu hospedeiro. Sem hospedeiro, sem “casinha” e/ou alimento.
É público e notório que o Império do Mal Vaticaniano nunca foi muito fã da cultura e divulgação científica. patrocinou muitas Universidades, claro; mas fundamentalmente para servirem de instrumentos de fé, preferindo abolir o que chamavam de Quadrivium, isto é, o ensino de aritmética, geometria, música e astronomia, preferindo em seu lugar o Trivium gramática, dialética (ou lógica) e retórica. Isso por motivo de formar melhores debatedores sobre as questões eclesiásticas.
Mais uma notícia da série: “O mundo é maluco e faremos de tudo para provar isso!”
Algum maluco desocupado – mas com imaginação – criou um hoax, isto é, um boato, no mínimo curioso. Uma página falsa, que imita o layout da BBC e anunciava um ataque de zumbis causado por uma nova fase da gripe suína na cidade de Londres. Isso significa que o H1N1 sofreu alguma mutação doida e virou o perigosíssimo T-Virus. Alguém por favor chame a Alice.
Entender como viviam e funcionavam animais que estão extintos há milhões de anos não é uma tarefa fácil. Mesmo assim, por meio de comparações anatômicas detalhadas e do emprego de novas técnicas e equipamentos cada vez mais sofisticados, os paleontólogos têm conseguido avançar na compreensão de várias questões biológicas dos organismos fossilizados.
Os primeiros casos de pacientes brasileiros possivelmente infectados pelo influenza A (H1N1), que causa a gripe suína, deverão começar a ser diagnosticados no início da semana que vem em território nacional, de acordo com docentes da Universidade de São Paulo (USP) reunidos em evento no Instituto da Criança da USP, na manhã desta quarta-feira (6/5), na capital paulista.