O que mais se vê por aí é político virando religioso de uma hora pra outra. Fernando Henrique Cardoso é um perfeito exemplo: ateu de carteirinha, mudou de prosa e até disse, quando em campanha em Mauá e Jundiaí, que era “mulatinho”. O Banco de Dados da Folha não me deixa mentir. Diz-se que ele preferiu ter essa postura pois, em 1985, na eleição para a prefeitura de São Paulo, FHC não disse se acreditava em Deus ou não. Resultado: apareceu “milagrosamente” no dia seguinte uma série de panfletos contendo uma cruz e a inscrição “Cristão vota em Jânio”. Atualmente, é fácil ver esta raça espúria chamada “políticos” firmarem alianças com a bancada católica, bancada evangélica e a bancada dos sem-vergonhas, que compreende a totalidade da Câmara.
Isso é muito comum no Brasil: se filiar à bancada evangelica, pois os pastores exercem o seu direito de dominar mentes idiotas e conduzindo as Ovelhinhas do Senhor a votarem neste ou naquele candidato. Entretanto, o mesmo não pode ser dito na Austrália, pelo menos no que concerne à Primeira Ministra Julia Gillard, eleita este ano como Manda-Chuva Mor da terra dos cangurus. Ela deixou claro que não vai fingir que acredita em Deus ou tem alguma religião só para agradar, só faltando terminar com “I am the LAW!”
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Arquimedes é conhecidíssimo de quem estuda História da Ciência, mesmo que por alto. Ao que se sabe, ele teria nascido em cerca de 287 A. E.C., em Siracusa, na Sicília e, antes que você pense besteira, ele não era mafioso. Muitas histórias rondam Arquimedes, mas sabe-se que ele era um notável matemático e inventor. Uma das mais conhecidas é quando Hierão, rei de Siracusa, mandou fazer uma coroa e ficou desconfiado do ourives. Daí, chamou Arquimedes para resolver o problema. Arquimedes, ao tomar banho de
Em Ciência é comum esforços diferentes acabarem num bem comum. Trabalhos de anos e mais anos acabam se intercruzando e podem, juntos, ser a chave para a resolução de muitos problemas. Os cientistas da Universidade de Harvard e de Yale são um pleno exemplo disso. Enquanto uns pesquisam um substituto eletrônico para o pulmão, outros pesquisam tecidos pulmonares inteiramente feitos em laboratório. E sim, eles funcionam!
Olhe para suas mãos e pés. Algum dia, um de seus ancestrais olhou para eles também, só que viram apenas nadadeiras. No final do período Devoniano, há cerca de 365 milhões de anos, criaturas similares a peixes resolveram se aventurar em águas rasas, até chegar à terra. Aí começa a nossa história, quando nossos ancestrais se fxaram em terra, enauqnro que alguns “primos” voltaram para a água. Antes, nossos ancestrais tinham o equivalente a 8 dedos, até que os milênios de mutação e seleção natural deixou-nos com apenas 5, e já fazemos muita coisa com eles.
Olhando-nos no espelho, não parecemos grande coisa. Ossos não muito grossos, um corpo frágil, sem garras e/ou presas. Com certeza, não somos predadores; o que nos diferencia (mas não muito) de outros animais é que usamos estratégia, mas isso outros mamíferos também usam, como é o caso dos grandes felinos.
Pompeia é o que pode se dizer de emblemático. Como uma ação natural violenta pode liquidar de uma vez só todos nós, pobres macaquinhos pelados, sem aviso nem nada. A erupção do vulcão Vesúvio, ocorrida no ano 79 E.C., matou tudo o que estava ao seu redor. A Natureza nunca teve nada de boazinha. Toneladas de pedras, cinzas e morte caíram do céu, soterrando a cidade por 1600 anos, até que as ruínas foram descobertas e o horror do que aconteceu naquele fatídico dia 24 de agosto veio à tona.
No início era a Singularidade e o limite onde a variação de Entropia tendia a zero. Tudo era pequeno e quente até que o fluxo do Destino mudou o curso da História quando não havia História. Energia sofreu variações, partículas se juntaram, prótons foram criados na Sinfonia Eterna e estes se juntaram a nêutrons e elétrons. Os primeiros compostos começaram a existir, junto com a mais maravilhosa das ciências, existindo desde os bilhões de anos de todo o Universo (morram de inveja, toscos que veneram Ciências Humanas, vocês são muito novinhos).
18 de maio de 1980 é uma data que entrou para a história do sudoeste do estado norte-americano de Washington. Nessa data, às 08h32min, as forças do
A Arqueologia não é unicamente encontrar um monte de velharia perdida no tempo, em algum rincão remoto. O nome disso é explorar a casa do meu irmão. Os artefatos que são encontrados contam histórias, tais quais as estradas de Stephen King. Conhecemos o modus vivendi de pessoas há muito tempo mortas, conseguimos ver, com fabuloso Óculos da Ciência, como os apetrechos eram usados e como era a sua relação com seus donos. Um perfeito exemplo disso foi um sapato encontrado numa caverna da Armênia, com idade estimada de 5500 anos.