Enlightenment: Este artigo não foi escrito pelo Michael Bay, não tem carros se transformando, mas prometo demonstrar como as pessoas são imbecis.
Estamos num mundo 2.0, onde as pessoas querem falar, querem ser mídia, querem ser fonte de conteúdo, querem ser um bando de retardados falando besteira enquanto uma trupe de imbecis batem a cabeça dizendo MUUU-MUUUUUUUU. Este último caso foi propiciado pela versão 3.0 do Orkut: O YouTube. Aliás, se me cabe um comentário, é interessante como todas as coisas que a Google não desenvolveu de início — tendo-as comprado naquela síndrome de novo-rico que compra tudo que vê pela frente — acabaram dando em besteiras. Hoje, não temos mais aqueles horríveis blogs cheios de glitter e GIFs animadas. Me falaram tinha disso no Sub Judice, mas imagino que o cérebro da Fátima não virou recheio de pastel da Central do Brasil (dizem que os pastéis de lá têm recheio). Com uma webcam e um editor de vídeo graciosamente fornecido pelos Megauploads da vida, pode-se gravar qualquer besteira e se chamar de Vlogger, ou blogueiros de vídeo (a piada com o nome é tão óbvia que não tem graça).
Agora, o ranço da vez é o lenga-lenga de um bando de pobres coitados que ficam reclamando do preço de seus joguinhos queridos que estão carinhos e isso magoa os coraçõezinhos das pobre criancinhas mimizentinhas. How cute!

O Brasil tem enraizado em sua "cultura" a defesa do coitadismo. Se alguém não estudou, coitado, é analfabeto (o Rio de Janeiro é a cidade com o maior número de escolas públicas municipais – notadamente responsável pela alfabetização e de ensino fundamental — DO MUNDO!). Se existem assaltantes, coitados, é porque não tiveram chance de estudar e querem ter o que você tem e conseguiu porque você estudou. Se alguém tomou uma multa porque avançou o sinal, coitado, ele não tem dinheiro para pagar a multa e acha um absurdo um governo autoritário. Se um servidor público, pago com o SEU dinheiro dos impostos, lhe trata mal, coitado, é porque ele ganha pouco (mesmo sabendo do salário quando prestou concurso, mas não reclama que possui estabilidade e não pode ser demitido).
Olá irmão! Meus respeitos, irmã. Sabemos com a graça de Deus-Pai, Todo-Poderoso, que nos anos que antecederam o afundamento de Atlântida, digo, no ano de Nosso Senhor de 2011, o Governo dos Trabalhadores, cioso de suas obrigações para com a massa que elegeu seus representantes, visando a melhoria das condições de nós, proletariados, e lutando contra o monstro neo-liberal, travou uma disputa tendo como campo de batalha a votação pelo salário mínimo. Aquele maravilhoso valor que juram de pés juntinhos ser capaz de garantir as necessidades básicas do povo, mediante oque vem escrito na Constituição (aquilo que dizem servir para alguma coisa). O Governo viu que um aumento substancial e escorchante para voluptuosos 600 reais quebraria o país e, pior, nos transformaria a todos em porcos burgueses. Venceu bom senso e o aumento foi só de:
Lembra-se de tudo de melhor em termos de ficção científica? Pois, parece que está para se tornar realidade. Desde os primórdios, escritores de FC introduzem conceitos como Inteligência Artificial e mundo gerados por computador. Sim, eu sei o que você está pensando:
Tomando pelo título do artigo, imagino que os leitores estarão pensando em muitos motivos, mas lamento ter que jogar um balde de água fria, pois, no Brasil, não há motivo nenhum para se estudar ciências nos colégios. Pelo menos, mediante nossa atual visão educacional.
Volta e meia sempre acontece de nos lembrarmos de algo e ficarmos com um gosto amargo de não poder ter este algo novamente. Entretanto, ainda conseguimos resgatar pérolas, nem que seja de ostras bem escondidas. Foi mais ou menos o que aconteceu esta semana. Estava conversando com uma amiga minha e mencionei sobre uma série que assisti lá pro final dos anos 90 (o que para a maioria das pessoas significa a pré-história), que era apresentada às segundas-feira, na TV Educativa do Rio, vulgarmente conhecida como TVE. Era uma série apresentada pelo historiador James Burke. O nome do programa era Conexões (
Então é isso. Acabou-se a votação e ninguém sabe ainda quem vai ganhar a eleição para o cargo máximo de não fazer nada no país (se você realmente não sabe quem será eleito, ou possui um coração muito cândido ou é um tolo). O que vimos ao longo dos meses foi o famoso “mais do mesmo” eleitoral: políticos desviando de assunto, criando factóides, atacando-se mutuamente, desviando o assunto para coisas irrelevantes, criando memes idiotas, enganando a população e passando diploma de idiota em todos os eleitores. Mesmo porque, eleitor É idiota.
A ICAR sempre teve a mania de se meter em tudo que não diz respeito. As bundas dos noviços e coroinhas não me deixam mentir. Agora, o Império do mal Vaticaniano quer que os clérigos brasileiros deixem as crianças de lado e foquem-se nas crianças que ainda não nasceram, possivelmente para ter mais
Parabéns, povo brasileiro. Nunca antes, na história deste país, a massa votante de párias, digo, da pátria compareceu com a vontade, a determinação, a vontade de mudar as coisas e expor, através do sufrágio universal, fazer valer a sua voz. A voz das urnas soou longe e todos tremeram perante o resultado avassalador. Sim, devemos nos orgulhar pelo que a massa de eleitores fez neste último domingo de eleição, quando elegeram seus representantes no Congresso, nas Assembleias Legislativas e nos cargos máximos do poder executivo estadual e federal. Sim, obrigado a todos que ajudaram a decidir quem legislará e executará as leis. Pena não podermos ter escolhido o Judiciário também, pois garanto que seria feito com a mesma seriedade.
A essa atura do campeonato, você já sabe o que é o IgNobel, principalmente se você for alguém antenado e que acessa o Cet.net, demonstrando seu bom gosto. É um prêmio concedido anualmente para as pesquisas mais esquisitas, bizarras, doidas e totalmente hilárias. Ainda assim são científicas, e passam por revisão de pares. Nem pra isso o CriaBURRIcionismo prestou. A pesquisa desse ano tem mais contemplados, inclusive um deles foi agraciado por ter estudado o efeito pacifista de xingar com palavrões cabeludérrimos (não necessariamente “nu tuíter”).