Planta bastante disseminada nos terrenos baldios, a carrapateira nos lembra a infância com alegria, pois o seu fruto substituía a pedra usada como bala de baladeira.
Apesar de ser um instrumento bélico dos meninos, nunca provocou mais que a alegria e agitação dos adolescentes traquinos. Eles não sabiam que das bagas daqueles frutos, com a aparência de carrapatos, extraía-se o óleo de rícino, usado no passado próximo como eficiente vermífugo.
O tal óleo de rícino era o óleo de mamona, odiado por todos que foram obrigados a tomar. Para concluir aquela terrível degustação, o jovem era obrigado a tomar uma xícara média de café amargo.
O resíduo da extração daquele odiado óleo é muito venenoso, assassino, mas que nunca matou ninguém. Continuar lendo “Mamonas assassinas… Porém sagradas”

O cientista britânico Richard Dawkins não se deu por satisfeito em vender mais de 1 milhão de exemplares de um livro contra a crença em seres divinos, com sua obra Deus – um Delírio promovida a best-seller em vários países e recém-lançada no Brasil pela editora Companhia das Letras (inclusive foi feito um documentário televisivo a respeito). Ele agora aponta sua artilharia contra o que considera superstições e pseudo-ciência: de astrologia a mediunidade, de homeopatia a cartas tarot.
Ele tem cara, jeito e peso de papel. Mas não é papel. Trata-se de um material extremamente fino e flexível capaz de armazenar energia, desenvolvido por cientistas do Instituto Politécnico Rensselaer, nos Estados Unidos. Feito com celulose e nanotubos de carbono (leia mais sobre nanotubos
A sensação de “saída do corpo”, freqüentemente descrita durante experiências de morte iminente, é provocada por “perturbações de um processo complexo de coordenação, que se pode atualmente localizar no cérebro”, revelaram cientistas suíços.
Quase todo mundo já deve ter tomado remédios homeopáticos. Eles são considerados seguros e não causam efeitos colaterais como os remédios da alopatia (medicina tradicional), sendo freqüentemente usados por pais zelosos no tratamente de doenças infantis. No entanto, a maioria das pessoas que utiliza a homeopatia tem apenas uma vaga idéia de como estes remédios são preparados.
Uma nova terapia experimental reverteu a diabetes tipo 1 em ratos, em parte graças a um novo enfoque no combate à resistência à insulina nessa forma da doença, afirma um grupo de pesquisadores nos Estados Unidos.
Já se desconfiava que era um traço genético, mas agora finalmente os pesquisadores encontraram um pedaço de DNA – um gene – relacionado ao canhotismo. A pesquisa foi conduzida por uma equipe da Universidade de Oxford, segundo informou a rede britânica BBC.
Um novo remédio fabricado por uma companhia de biotecnologia conseguiu curar camundongos com uma doença genética nos rins, que causa a formação de múltiplas pedras e pode levar à perda total do órgão. Agora, os cientistas da empresa esperam fazer mais pesquisas para, futuramente, poderem verificar se o medicamento, chamado roscovitina, funciona em humanos.
Poucos assuntos criam mais controvérsia e geram mais curiosidade do que a maconha, talvez porque se trate da droga ilícita que as pessoas comuns têm mais chance de conhecer ao longo da vida – estima-se que até 4% da população mundial já a tenha consumido. Mesmo assim, uma cortina de fumaça de desinformação ainda cerca a planta e seu uso. Respondemos abaixo às dúvidas mais comuns sobre a maconha, utilizando as últimas descobertas de médicos e cientistas para esclarecer quais são os perigos e o potencial da droga.