O que move legiões de cientistas a trabalhar numa empreitada de pesquisa baseada em especulação? Enquanto a comunidade de psicólogos cognitivos se divide entre times que trabalham para tentar provar diferentes teorias da consciência, centenas de físicos dedicam suas vidas a uma teoria (ainda) insondável, segundo a qual os componentes fundamentais da matéria e da energia não são partículas mas sim pequenas cordas vibrando.
É à especulação, afinal, que os cientistas se apegam enquanto suas ferramentas não conseguem produzir as evidências de que precisam. Mas, apesar de a divagação livre ser uma parte essencial da atividade científica empírica — é preciso especular algo para poder testar –, pedir a um cientista para pisar a fronteira nebulosa entre o palpite e a certeza é sempre delicado. Muitas vezes isso é mesmo um tabu. Continuar lendo “Cientistas expõem teses nas quais acreditam sem poder provar”

Astro conhecido como Antíope é composto por dois objetos diferentes. Estudo de asteróides é importante para proteger a Terra de colisões.
Máquina experimental deve iniciar vôos de teste ainda neste ano, na Espanha. Aeroplano seria movido por célula de combustível, que não usa derivados do petróleo.
Revestimento que elimina impressões digitais estará disponível em alguns anos. Novidade também previne que o pára-brisa embace nos dias de chuva.
Responsável é o causador da toxoplasmose, que se aloja no cérebro dos roedores. Estratégia parece ter surgido para facilitar transmissão do Toxoplasma a felinos.
Italianos mostram que cachorro abana o rabo de acordo com estímulo recebido. Cão feliz faz movimento mais forte para a direita; quando com medo, para a esquerda.
Tendo em vista o completo silêncio histórico a respeito de Jesus Cristo, bem como as evidentes ligações deste com o mito dos deuses-solares, Dupuis escreveu o seguinte:
Se temos uma tendência a preferir parceiros bonitos em relação a feios, por que a seleção natural não agiu até agora para eliminar gente feia do mundo? Esse grande paradoxo da evolução acaba de ser respondido por dois cientistas do Reino Unido. De acordo com seu estudo, isso acontece porque um gene que causa mutações no nosso genoma “pega carona” naqueles ligados às características que apreciamos, como a beleza. Por isso, em vez de a seleção sexual diminuir as diferenças entre nós, como ditaria a lógica, ela, na verdade, nos torna cada vez mais diferentes.