Por Raymond R. Rogers e David W. Krause

Um dos corpos encontrava-se deitado sobre o lado esquerdo, com a cabeça e o pescoço próximos à pélvis – uma posição clássica de morte. Braços e pernas pareciam intactos anatomicamente, mas uma inspeção mais detida revelou o deslocamento dos ossos das mãos e dos pés – embora a maioria das partes tenha sido encontrada. O crânio também estava desconjuntado, com as partes que o compõem uma ao lado da outra. Curiosamente, a ponta do rabo havia sumido por completo. Os outros corpos das imediações apresentavam diferentes estados de preservação e desarranjo. Enquanto alguns estavam praticamente inteiros, de outros só encontramos o crânio, uma clavícula ou um único osso das pernas ou dos braços. Essas infelizes criaturas teriam morrido aqui ou foram trazidas a esse local após sua morte? Morreram todas no mesmo instante ou em momentos diferentes? E o que as matou? Continuar lendo “No rastro de um antigo matador”

Saúde de pessoas do auge do Império Romano e do começo da Idade Média era idêntica. Dados sugerem que transição entre eras imperial e medieval não afetou pessoas comuns. Para a elite da época, foi como se o mundo tivesse acabado. “Tornou-se cativa a cidade que antes havia tornado todas as outras suas cativas”, escreveu São Jerônimo sobre o saque de Roma pelos bárbaros em 410 d.C., que marcou o início do fim de um império de 500 anos. Mas, ao menos para o povo comum da Itália, parece que a suposta catástrofe não foi nem um pouco catastrófica. Um novo estudo sugere que as condições de vida da população mudaram muito pouco entre o auge do Império Romano e o começo da Idade Média.
Geólogos descobriram na Groenlândia rochas que se formaram à medida que o fundo do oceano se expandia há 3,8 bilhões de anos, quando a Terra ainda era um planeta adolescente. O material constitui a mais antiga amostra conhecida da crosta terrestre e prova que a tectônica de placas – mecanismo que regula o movimento e a evolução dos grandes blocos rochosos que compõem a crosta terrestre – já estava em ação muito antes do que imaginavam os cientistas.
Alguém que você conhece vai cometer um ato de violência que matará muitos inocentes. A única maneira de impedir isso é matando essa pessoa. Ela está na sua frente e você tem a arma na mão. Você atira? A maioria das pessoas relutaria, porque a idéia de fazer mal a alguém diretamente é repulsiva. Cientistas descobriram, em um estudo divulgado nesta semana, que esse sentimento é extremamente importante na hora de resolver dilemas morais. Por causa dele, os seres humanos são neurologicamente incapazes de tomar decisões que beneficiem muitos, se elas forem sacrificar alguns.
Sempre associados a sujeira e falta de higiene, os porcos podem ser agora a mais nova fonte de energia alternativa, limpa e renovável. É que um grupo de cientistas do Centro de Pesquisas em Energias Alternativas e Renováveis (CPEAR), da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), acaba de desenvolver um novo processo que permite obter energia elétrica a partir de dejetos suínos sem liberação de gases poluentes. Além de oferecer uma opção a mais de acesso à energia, a técnica ajudará a reduzir a poluição de solos e mananciais, um problema cada vez mais grave no Sul do Brasil, onde a suinocultura é uma das principais atividades em pequenas e médias propriedades rurais.
Em qualquer tipo de debate, é mais do que necessário manter a sobriedade nas afirmativas. Cair em falácias é muito fácil, mas nem por isso devemos nos apegar a elas para sustentar o que temos a dizer. Objetividade é a regra e deve-se ter em mente que qualquer proposição deva ter conteúdo lógico e não um amontoado de palavras absurdas. E são absurdos o que mais vemos em debates quando o assunto é religião.Por vezes, as postagens dos religiosos são repetitivas e irritantes. Sempre acabam caindo nas mesmas falácias e desvios de assuntos, o que é irritante em certos casos. Para facilitar os debatedores, fizemos uma relação das (pseudo)justificativas mais usadas pelos religiosos (e que não justificam nada). Cliquem
Até 5,4 milhões de macacos são caçados e consumidos anualmente na Amazônia brasileira, colocando em risco as populações naturais de primatas, alertaram nesta segunda-feira (12/03) as organizações ambientais
A cadeira robótica FX-1 foi desenvolvida pelo Hubo Lab do KAIST (Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coréia do Sul), os mesmos criadores do
É a primeira vez que são obtidas mais de cem medições sucessivas de um fóton isolado. Experimento pode ter implicações na construção de nova geração de computadores.
Imagine poder abrir mão do mouse e acessar links utilizando os olhos e apenas um botão. É isso que pretende a tecnologia desenvolvida por Manu Kumar, estudante de doutorado da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em conjunto com o professor Terry Winograd. Chamado de EyePoint, o software usa uma tela especializada de computador equipada com uma câmera de alta definição e luzes infravermelhas, baseado no sistema de rastreamento do movimento dos olhos utilizado por pessoas com dificuldade de movimento.