Os parasitas evoluem constantemente para maximizar sua infecciosidade e otimizar sua virulência, enquanto os hospedeiros tentam, por sua vez, evoluir rapidamente para minimizar essas propriedades dos parasitas. Se um deles conseguir uma vantagem evolucionária significativa, isso poderá levar à extinção do outro. A bem da verdade, se parasitas tivessem desenvolvido consciência, a última coisa que ele iria desejar seria a morte de seu hospedeiro. Sem hospedeiro, sem “casinha” e/ou alimento.
Infelizmente, parasitas não possuem consciência e não estão nem aí se o hospedeiro morre ou não. Se o hospedeiro morrer, os parasitas também se ferram. Assim, acontece que o sistema imunológico dos hospedeiros tentará combater o safado que está vivendo sem pagar aluguel e ainda danificando a residência; os parasitas aos poucos vão se modificando para driblar o contra-ataque do Império e assim sucessivamente. Dessa forma, parasitas bem sucedidos e hospedeiros bem sucedidos estão sempre em um “equilíbrio” competitivo, no qual não há perdedores nem vencedores definitivos, apenas a coevolução constante que mantém o status quo. Esse equilíbrio foi denominado de a dinâmica da Rainha Vermelha. Continuar lendo “William Hamilton: Parasitas, Sexo e Evolução”

O café é um elemento presente na nossa cultura e no cotidiano do brasileiro. Quem gosta, toma por prazer. Outros, por simples costume. E há quem veja, nas propriedades da bebida, aliados perfeitos na reposição energética diária. Mas como fica a conciliação de café e atividade física? Quais são as substâncias presentes nele que podem melhorar o desempenho dos atletas? Por outro lado, quais são os efeitos negativos que o consumo dessa bebida pode causar no rendimento físico a longo prazo?
Na Scientific American, edição de julho de 2006, saiu uma reportagem a respeito de uma pesquisa que visava testar o efeito das orações de pessoas em prol de doentes internados em hospitais. O resultado não é lá muito inesperado…