Depois de quatro anos do reinado pontificado, só agora que os teólogos e analistas religiosos se tocaram do óbvio: O Império do Mal governado por Darth Ratzinger possui um estilo recluso, sendo liderado de forma autoritária. Se isso é novidade pra você, significa que você não acompanha Ceticismo.net; exemplos não faltam.
Especialistas – sabe-se lá em que – ouvidos pela BBC Brasil afirmam que decisões tomadas recentemente pelo ex-chefe da Gestapo Católica – como a nomeação de um bispo auxiliar conservador na Áustria sem considerar o parecer do episcopado local – são sinais de um papado centralizador e pouco democrático, como coisa que democracia e religião andam juntas. Que tal um referendo pra escolher o novo nome de Deus? Que tal um plebiscito pra escolhermos quais atitudes nos conduzem ao inferno? Não, meus caros. Democracia situa-se diametralmente divergente de qualquer religião. Continuar lendo “Intelectuais criticam poder abolutista de Bento XVI”

Um estudo brasileiro acaba de contestar uma ideia largamente aceita desde o século XIX: a de que a maior capacidade cognitiva do ser humano se deve a seu cérebro relativamente avantajado. Os resultados mostram que o tamanho e o número de neurônios do cérebro humano são compatíveis com os de um primata de nosso porte – nem maiores, nem menores do que o esperado.
Não, não estou falando daquele principe com cara de sapo. Apesar de ser inglês, eu me refiro a outro Charles. Charles Darwin.
Uma das maiores controvérsias reside no embate de duas propostas antagônicas: A Teoria da Evolução, que explica o surgimento as espécies – fundamentada nas pesquisas de Charles Darwin, com base na Seleção Natural – e o Criacionismo, fundamentado unicamente no que vem escrito na Bíblia, e que os religiosos fundamentalistas tendem a aceitar como verdade literal e incontestável de como tudo foi criado, desde o menor ser vivente até o Universo macroscópico.
Uma das maiores controvérsias reside no embate de duas propostas antagônicas: A Teoria da Evolução, que explica o surgimento as espécies – fundamentada nas pesquisas de Charles Darwin, com base na Seleção Natural – e o Criacionismo, fundamentado unicamente no que vem escrito na Bíblia, e que os religiosos fundamentalistas tendem a aceitar como verdade literal e incontestável de como tudo foi criado, desde o menor ser vivente até o Universo macroscópico.
Os fãs de Ficção Científica sempre sonharam com robôs com processos cognitivos semelhantes aos humanos, como é o caso do Comandante Data, mas fica difícil de saber se estes robôs sonhariam com ovelhas eletrônicas. O complicado disso é entender o máximo possível como se processam as informações no cérebro, bem como a complexidade de processos químicos e físicos, oriundos de bilhões de anos de evolução biológica, sob os cruéis efeitos da Seleção Natural.
Antes que os astronautas ponham os pés em Marte uma infinidade de desafios técnicos precisa ser superada. Proteger os viajantes espaciais do bombardeio de partículas energéticas não é certamente o último entre eles. Fora da atmosfera e do campo magnético que protegem a Terra partículas supersônicas geradas no interior de estrelas investem furiosamente zunindo pelo espaço e bombardeando violentamente tudo o que encontram pelo caminho ? inclusive astronautas. Nos seres vivos, podem causar destruição de material genético.
Antes que os astronautas ponham os pés em Marte uma infinidade de desafios técnicos precisa ser superada. Proteger os viajantes espaciais do bombardeio de partículas energéticas não é certamente o último entre eles. Fora da atmosfera e do campo magnético que protegem a Terra partículas supersônicas geradas no interior de estrelas investem furiosamente zunindo pelo espaço e bombardeando violentamente tudo o que encontram pelo caminho ? inclusive astronautas. Nos seres vivos, podem causar destruição de material genético.
A ideia (agora, com essa chatice de acordo ortográfico, é sem acento) é produzir circuitos e telas para uso em roupas “inteligentes”, por exemplo. Uma nova técnica permite produzir chips mais maleáveis, inovando no que costumam chamar de “eletrônica flexível” – o tipo que pode ser usado em em telas dobráveis (como as da foto ao lado) capazes de fazer da leitura do jornal online algo mais parecido com a leitura do exemplar impresso – ainda está longe de ser uma realidade no nosso dia-a-dia. Porém, cientistas da Coréia do Sul (um lugar que não é insano em cortar verbas de pesquisa no ramo tecnológico como aqui) relatam um avanço significativo em direção ao desenvolvimento de tais dispositivos.