A IBM anunciou um progresso significativo para a criação de um sistema de computador que simula e emula as habilidades do cérebro para a sensação, percepção, ação, interação e cognição, enquanto rivalizando com baixo consumo de energia do cérebro e consumo de energia e tamanho compacto.
A equipe de computação cognitiva, conduzida pela IBM Research, tem conseguido avanços significativos na simulação em grande escala cortical e um novo algoritmo que sintetiza os dados neurológicos – dois grandes marcos que indicam a viabilidade de construir um chip de computação cognitiva. Isso significa dizer que eles estão simulando os processos neurológicos mais comuns; ou ainda, que eles estão simulando um cérebro em tamanho reduzido. Recomendo chamar Sarah Connors e Thomas Anderson para averiguarem isso. Continuar lendo “Pesquisadores da IBM desenvolvem computadores que simulam o córtex cerebral”

Era uma vez um povoado localizado em Santa Fé, no Novo México. Lá, uma coisa milagrosa aconteceu! Ao concluir a construção de uma capela, em 1878, as irmãs perceberam que não havia como chegar ao côro. Depois de muita reza para São José, aparece um desconhecido que era carpinteiro e poderia dar conta da tarefa. Ele construiu, uma escada que é considerada um prodígio de carpintaria: ninguém sabe como ela ficou de pé. A escada estava de pé por milagre! MILAGRE!!! Quem poderia ser o homem que construiu aquela maravilha? Só mesmo um carpinteiro muito especial poderia fazer aquilo: SÃO JOSÉ!
Acho que deu pra entender que este é o 1500º artigo postado, não é mesmo? Caso contrário, dê de novo e quem sabe você entenda.
Indiscutivelmente, Carl Sagan foi um dos maiores– senão o mais famoso – divulgador científico da Era Contemporânea. Sua inesquecível série Cosmos (disponível na sua rede P2P favorita) foi responsável por muitos jovens quererem seguir a carreira científica, como este que vos escreve. Sua frase mais emblemática talvez tenha sido “Para se fazer uma torta de maçã, é necessário que se crie o Universo”, seguido de “Estamos na praia do Oceano Cósmico(…) e a água parece convidativa”.
Os trovões soam ao longe. Raios cruzam o céu. O ruído do martelo reverbera sobre a existência e a confluência astral denota que algo está para acontecer. Os nativos correm para adorar os seres supremos, pois é chegada a hora em que os Sábios Senhores do Ceticismo.net farão seu pronunciamento!
Às vezes, a vida e a realidade parecem ser sem graça. O Sol se ergue, se põe, vem a noite etc. (sim, eu SEI que não é o Sol que se ergue ou se põe). As pessoas têm necessidade de ver “algo mais”, possuem a ardente vontade de ver maravilhas. Não que isso seja errado, pelo contrário! Levarmos uma vida desinteressante, onde nada nos satisfaz, nada nos surpreende, nada nos é belo, acaba matando parte de nossa essência. O problema é quando inventam coisas para servir de algo lindo e magnânimo, de modo a nos maravilhar com as coisas ao nosso redor. Daí começam aqueles malditos spams, divulgando besteiras, erros e bizarrices em geral. Daí eu, um dos Sábios Senhores do Ceticismo, tenho que refutar as sandices, sendo taxado de feio, bobo e chato; como foi o caso de mais um spam que recebi hoje: a historinha do céu com DUAS Luas.
Da Vinci era um gênio! Além de ser engenheiro, alquimista, físico, mecânico, pintor, escultor, inventor, poeta, músico etc. (e põe etc. nisso), ele criou um leão autômato. Algo que seria o precursor do Sr. Data (infelizmente, Da Vinci não dispunha de um cérebro positrônico em seu estúdio).
Algumas coisas no mundo soam mais estranhas que outras. Certos eventos são pra lá de esquisitos; mas tão esquisitos que nos sentimos como se viajássemos ao passado.
Das loucuras nossas de cada dia, sempre nos confrontamos com a idiossincrasia humana, capaz de prover as maiores pérolas de uma sociedade. E isso vale não só no Brasil, com bigodões insanos e ex-presidentes vociferantes, mas na Ásia também. De acordo com uma pesquisa promovida pela revista Insight China magazine, chineses declararam que confiam mais em prostitutas que em políticos; da mesma forma, os chineses não confiam muito mais nos médicos.
A expressão “cego como um morcego” nunca foi cientificamente certa, já que morcegos não são cegos, e sim, eles podem ver muito bem de dia, apesar de seu comportamento noturno. Cientistas do Max Planck Institute for Brain Research, em Frankfurt, e da Universidade de Oldenburg analisaram a sensibilidade das retinas de algumas espécies morcegos e detectaram células cones e pigmentos visuais neles, por meio de análise eletrorretinográfica. A pesquisa foi publicada na