Parece piada de astrônomo, mas pode ser a mais pura verdade: um planeta cujo principal componente é gelo. Quente. A uma temperatura de 300 graus Celsius, para ser mais exato.
A descoberta dessas propriedades planetárias para lá de exóticas foi anunciada por uma equipe internacional de astrônomos, incluindo cientistas da Suíça, de Israel e da Bélgica. Usando um telescópio do Observatório François-Xavier Bagnoud, na Suíça, eles observaram a passagem do planeta GJ436b diante de sua estrela-mãe e puderam estimar seu diâmetro.
O planeta já era conhecido dos pesquisadores desde 2004, mas havia sido originalmente detectado por outro método, que mede a influência gravitacional do planeta sobre sua estrela e, portanto, sua massa. Ao juntar o diâmetro do planeta — cerca de 50 mil km — com sua massa, próxima da de Netuno, os pesquisadores foram capazes de estimar suas estranhas propriedades. Continuar lendo “Astrônomos acham planeta de gelo quente”

Astrônomos descobriram um planeta que conseguiu sobreviver à expansão da estrela de seu sistema solar, um fenômeno que ocorre quando o astro começa a morrer e que um dia irá ocorrer com o Sol – ameaçando a própria Terra.
O destino dos dinossauros foi selado há cerca de 160 milhões de anos, antes mesmo do surgimento de muitas das espécies que reinaram sobre o planeta. O choque entre dois grandes asteróides ocorrido nessa época é a provável origem do objeto que caiu na Terra cem milhões de anos depois, motivando o episódio de extinção em massa que dizimou inúmeras espécies de plantas e animais. A descoberta foi feita por geólogos que usaram simulações de computador para reconstituir a origem de uma família de asteróides do Sistema Solar.
Os indícios mais antigos da existência de oxigênio na atmosfera da Terra remontam a cerca de 2,5 bilhões de anos atrás. No entanto, há evidências de que as cianobactérias – os primeiros seres vivos a produzirem esse gás por meio da fotossíntese – existem há pelo menos 2,7 bilhões de anos. Por que então o oxigênio não apareceu antes na atmosfera? Uma dupla de pesquisadores propõe agora que uma mudança no tipo de vulcões que predominavam no planeta pode explicar esse mistério.
Os congressistas de ambos os partidos nos Estados Unidos, estão propondo emendas para o chamado projeto de lei da independência energética, que subsidiaria fortemente a indústria na produção do carvão líquido como substituto do petróleo estrangeiro. O projeto de lei original tem como objetivo aumentar a eficácia dos combustíveis em carros e caminhões leves, incentivar a produção de biocombustíveis e fornecer fundos para o desenvolvimento tecnológico para captação das emissões do dióxido de carbono das usinas.
É comum, diante de uma afirmação de natureza científica, as pessoas perguntarem se ela foi testada na prática. Esse procedimento que nos parece natural é um legado de
Arqueólogos gregos esperam descobrir na ilha deserta de Failaka, administrada pelo governo do Kuwait, mais segredos que cercam as conquistas da Ásia por Alexandre, grande imperador do século 4 a.C. Especialistas do governo grego estão se dirigindo para Failaka, perto da costa do Iraque e onde ficava um posto avançado do exército de Alexandre no Golfo Pérsico.
Um novo processo pode fazer com que as plantas se tornem a base de produtos químicos, plásticos e combustíveis – e substituam o petróleo.
Um capítulo incerto do provável passado molhado de Marte – cheio d’água corrente, talvez com condições favoráveis à vida – acaba de ganhar novas evidências a seu favor. Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos e do Canadá está propondo uma nova hipótese para explicar a aparente presença de uma “linha costeira” de mais de 2 bilhões de anos no planeta. A aposta deles: ela realmente marca um imenso oceano, que um dia cobriu as planícies do norte do planeta.
Antes de colidirem com a superfície terrestre, os meteoritos perambularam por vastas regiões do espaço, carregando consigo inumeráveis segredos sobre a formação do sistema solar. Muitas dessas rochas primitivas, com idades que chegam a bilhões de anos, retêm em sua estrutura a ‘memória’ química de tempos em que o Sol, os planetas e todos os outros corpos celestes ainda se formavam a partir de um aglomerado de gás e poeira.