Os parasitas evoluem constantemente para maximizar sua infecciosidade e otimizar sua virulência, enquanto os hospedeiros tentam, por sua vez, evoluir rapidamente para minimizar essas propriedades dos parasitas. Se um deles conseguir uma vantagem evolucionária significativa, isso poderá levar à extinção do outro. A bem da verdade, se parasitas tivessem desenvolvido consciência, a última coisa que ele iria desejar seria a morte de seu hospedeiro. Sem hospedeiro, sem “casinha” e/ou alimento.
Infelizmente, parasitas não possuem consciência e não estão nem aí se o hospedeiro morre ou não. Se o hospedeiro morrer, os parasitas também se ferram. Assim, acontece que o sistema imunológico dos hospedeiros tentará combater o safado que está vivendo sem pagar aluguel e ainda danificando a residência; os parasitas aos poucos vão se modificando para driblar o contra-ataque do Império e assim sucessivamente. Dessa forma, parasitas bem sucedidos e hospedeiros bem sucedidos estão sempre em um “equilíbrio” competitivo, no qual não há perdedores nem vencedores definitivos, apenas a coevolução constante que mantém o status quo. Esse equilíbrio foi denominado de a dinâmica da Rainha Vermelha. Continuar lendo “William Hamilton: Parasitas, Sexo e Evolução”

Entender como viviam e funcionavam animais que estão extintos há milhões de anos não é uma tarefa fácil. Mesmo assim, por meio de comparações anatômicas detalhadas e do emprego de novas técnicas e equipamentos cada vez mais sofisticados, os paleontólogos têm conseguido avançar na compreensão de várias questões biológicas dos organismos fossilizados.
Estimativas da quantidade de petróleo que temos extraído do planeta variam largamente. Agora, pesquisadores britânicos publicaram uma nova estimativa no International Journal of Oil, Gas and Coal Technology, que sugere que pode ter utilizado mais do que pensamos.
Atenção, Sr. Sulu. Preparar phasers. Armar torpedos fotônicos. Direção do alvo zero-cinco-oito marco 7; distância: alguns milhares de quilômetros. FIRE!!
Isso é um fato. Eu diria uma verdade inquestionável. Uma lei, apesar de não ter nada a ver com a Termodinâmica, já que estamos falando de mentes idiotas e desordenadas e sabemos (quer dizer, os criaBURRIcionistas não sabem) que Entropia não tem nada a ver com desordem.
Atenção, Sr. Sulu. Preparar phasers. Armar torpedos fotônicos. Direção do alvo zero-cinco-oito marco 7; distância: alguns milhares de quilômetros. FIRE!!
Em 1859, Charles Darwin, um dos idealizadores da teoria da evolução por seleção natural, publicou seu livro mais famoso, A origem das espécies. Para esse naturalista inglês, explicar a multiplicação das espécies – segundo ele, “o mistério dos mistérios” – era um desafio.
Focas e leões-marinhos têm de fato um ancestral terrestre, conforme sugeriu Charles Darwin há 150 anos. A confirmação veio com a descoberta no Canadá de grande parte do esqueleto de um animal que viveu há cerca de 24 milhões de anos. A espécie, batizada de Puijila darwini, representa provavelmente uma transição dos mamíferos terrestres para o mar.
A partir de um estudo realizado na Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), um pesquisador desenvolveu e testou um reator para tratamento biológico de efluentes industriais contendo sulfato.
Refutar criaBURRIcionista às vezes é divertido, mas tem hora que enche o saco ficar repetindo sempre a mesma coisa, ainda mais que esse pessoal parece que evoluiu de certos ofídios, já que são surdos e não enxergam muito bem, só movimentos (dos braços de pastor, balançando a Bíblia).