Já catalogamos vários exoplanetas. Mas à medida que nossa tecnologia avança, estamos a cada dia descobrindo mais e mais novos mundos. Mundos que antes estavam escondidos dada a distância, mas com iniciativas como o MOA II, podemos ter um vislumbre do que temos lá fora.
Através da técnica chamada “microlente” conseguimos ver plantas que estão em sistemas muito distantes. Planetas frios como Netuno. Talvez, quem sabe, algum um pouquinho mais quente capaz de abrigar vida.

Imagine que você precise de lentes de contato, já que é cegueta, pois seus incríveis e maravilhosos olhos, oriundos de um projeto inteligentemente planejado, são uma bosta e você não enxerga bosta nenhuma na sua frente. Alguns, como eu, detestam usar lente de contato. Não é todo mundo que se adapta. Talvez, se ao menos tivéssemos lentes de origem orgânica, vindo de seres vivos, seria legal, né?
Nuvens são muito importantes. Não apenas para nos dar uma dica se vai chover, ou não. Elas mostram como o nosso clima anda num aspecto mais abrangente. Por isso a NASA investe em pesquisa sobre nuvens.
Produzindo tanta tecnologia, dados e informações, agências como o Jet Propulsion Laboratory (JPL) acabam com toneladas de informações que invariavelmente acabam se extraviando, se perdendo e acabando por ficarem esquecidas.
Japoneses são muito estranhos, mas é inegável a competência deles em
Eu adoro soluções ecológicas. Tanto as sérias, que ajudam a reduzir índices de poluição e purificam ar e águas, quanto as idiotas, mas isso é puro divertimento sádico. Nisso aparece uma nova solução ecológica para o pessoal pobrinho cozinhar. É um fogãozão solar supimpa, capaz de assar e churrascar suas iguarias. Mas não ligue agora!
Reações oscilantes são reações em que o caminho da reação chega até um determinado ponto, volta às condições iniciais, continuam a se processar, voltam, vêm e assim ficam até chegar ao final da reação e não prosseguem mais. Alguns acham que isso viola a Segunda Lei da Termodinâmica, mas estão errados.
A missão
Existe um mote que diz que Ciência se baseia em “Por quê?” e Engenharia se pergunta “Por que não?”. Junte os dois e dá as maravilhas como a desse caso. Uns malucos da Inglaterra tiveram uma brilhante ideia. Algo na linha (leia com uma batata na boca) “Angus! O que aconteceria se lançássemos uma torta em direção ao Espaço?”. “Eu não sei, Perkin. Isso e, deveras interessante. O que você acha, Melvin?”. “Perfeitamente exequível, senhores. Empenhemo-lo agora!”
O resultado do PISA foi uma vergonha. No país que odeia Ciência, não seria outro resultado senão o fracasso. Mas quem se importa com isso? Nem os alunos, muito menos os pais. O Governo mascara resultados, políticos pouco se lixam, já que eles dão à população o que a população quer: maneiras de não se empenharem no colégio.