Robô inteligente é resultado natural da evolução das espécies, diz Kurzweil

Por Ricardo Anderaos

Em palestra ministrada na PUC-SP, através de equipamento de telepresença criado por empresa norte-americana, o escritor Ray Kurzweil fala sobre a web dentro de nós e especula sobre a união entre as máquinas e nossas mentes. Continuar lendo “Robô inteligente é resultado natural da evolução das espécies, diz Kurzweil” →

Pesquisadores sugerem que a origem da vida era inevitável

<img src=”https://ceticismo.net/wp-content/uploads/2006/11/origemdavida.jpg&#8221; alt=”origemdavida.jpg” style=”margin:4px;” align=”left” border=”0″ /><em>Por <a href=”http://estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/nov/14/329.htm&#8221; target=”_blank”>Carlos Orsi</a></em>

<em>A idéia oferece uma conseqüência previsível: todos os planetas onde há condições semelhantes às da Terra acabarão gerando os princípios da vida.</em>

A origem da vida na Terra costuma ser vista como um fenômeno único e altamente improvável, requerendo uma cadeia complexa de materiais, energia disponível e muita sorte. Mas, agora, dois cientistas americanos sugerem que, na verdade, a vida é um fenômeno inevitável, como um relâmpago que surge quando há uma diferença muito grande de carga elétrica entre nuvens e solo. <!–more–>A vida serviria, ainda, a uma função análoga à do raio: permitir a dissipação de energia acumulada.

Em artigo divulgado pelo Santa Fe Institute, Harold Morowitz e Eric Smith sugerem que, da mesma forma que raios são estruturas que surgem por conta de diferenças de voltagem, e permitem a dissipação dessas diferenças, os processos químicos da vida surgem por conta de diferenças de energia acumuladas em processos geológicos, como erupções vulcânicas, e atuam de forma a dissipar esses acúmulos.

Os pesquisadores argumentam que a geoquímica da Terra, em seus primórdios, gerava grandes acúmulos de energia sob a forma de diversos tipos de moléculas, e que a vida – por meio do metabolismo – foi o canal encontrado para dissipar essa energia, do mesmo modo que raios dissipam potencial elétrico e furacões dissipam diferenças de temperatura.

Em seu artigo, os cientistas argumentam que “um estado da geosfera que inclui a vida torna-se mais provável que um estado puramente abiótico (sem vida)”, já que os seres vivos atuam consumindo a energia acumulada no ambiente.

Desse modo, o surgimento dos seres vivos teria sido um “colapso para uma maior estabilidade” no planeta.

Morowitz e Smith reconhecem que ainda não têm todo o aparato teórico necessário para desenvolver a hipótese da “vida inevitável” em maiores detalhes, mas sua idéia oferece uma conseqüência previsível: a de que todos os planetas onde há condições semelhantes às da Terra acabarão desenvolvendo, pelo menos, os estágios iniciais da vida.

Polegares de Panda

por Eduardo Augusto Geraque

Diferença entre divulgação científica e jornalismo de ciência deve ser mais explicitada.

O biólogo e divulgador da ciência Stephen Jay Gould mostrou em seu livro O polegar do panda que a evolução da vida sobre a Terra pode ser mais bem explicada pelo modelo dos equilíbrios pontuados do que pelo gradualismo, o modelo defendido por Charles Darwin. Em vez de pequenos saltos, o mais sensato seria imaginar que as “linhagens mudam pouco durante a maior parte da sua história, mas eventos de especiação rápida ocasionalmente pontuam essa tranqüilidade. A evolução é a sobrevivência diferencial e o desdobramento dessas pontuações. O processo pode demorar centenas e até milhares de anos”. Continuar lendo “Polegares de Panda” →

Chuva vermelha pode ter trazido vida alienígena para Terra

Em julho de 2001, uma misteriosa chuva vermelha atingiu uma grande área do sul da Índia.

Moradores acreditavam que a chuva era um anúncio do fim do mundo, mas a explicação oficial foi de que a chuva havia sido causada pela poeira do deserto que foi soprada da península Arábica. Continuar lendo “Chuva vermelha pode ter trazido vida alienígena para Terra” →

Entre duendes e UFO’s

Por Carl Sagan

Até que ponto a crença em duendes, gnomos e fadas do passado se assemelha aos ET’s e UFO’s de hoje? Será que os relatos antigos de contatos com duendes e outros seres fantásticos são semelhantes aos de contatos com extraterrestres?

Examinando a mente humana, muitas explicações de eventos de hoje podem estar no passado. Examinando diversos relatos, e estudos de cientistas, talvez descubramos…

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Perigo no ar

por Eduardo Augusto Geraque
Scientific American Brasil – novembro/2006

Apesar dos avanços nos últimos 20 anos, a poluição atmosférica continua a ser um problema grave de saúde pública em São Paulo. No inverno, é comum observar um céu marrom em São Paulo devido à chamada inversão térmica, que dificulta a dispersão dos poluentes.
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Aposta no biodiesel

Por Suzana Kahn Ribeiro
Scientific American Brasil – outubro de 2006

mamona.jpgPara superar o desafio de atender a crescente demanda por energia de forma sustentável, causando o menor impacto possível ao ambiente, é necessário buscar alternativas energéticas que possam substituir os combustíveis fósseis, mesmo que parcialmente. O limite ao uso do petróleo não vai se dar pelo esgotamento da fonte, mas pela redução da capacidade ambiental do planeta de absorver os gases oriundos de sua combustão. Neste artigo vamos defender como alternativa o biodiesel, mas antes é importante ponderar sobre a situação que nos conduz ao seu uso. Continuar lendo “Aposta no biodiesel” →

Campanha pede 1 bilhão de árvores contra o efeito estufa

mudas.jpgO projeto, lançado por uma ganhadora do Nobel da Paz, pede que os participantes usem um website especial, criado pela ONU, para registrar as árvores plantadas.

A ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Wangari Maathai, convocou cidadãos de todo o mundo para plantar 1 bilhão de árvores ao longo de 2007, a fim de combater o aquecimento global. “Isto é algo que qualquer um pode fazer”, disse Maathai, durante a conferência das Nações Unidas sobre a mudança climática, que levou delegados de mais de 100 países ao Quênia. Continuar lendo “Campanha pede 1 bilhão de árvores contra o efeito estufa” →

Nosso primeiro bebê

por Christopher P. Sloan
National Geographic Brasil – novembro/2006

Zeresenay Alemseged tem dois filhos pequenos. Um deles é Alula, um menino que passa a maior parte do tempo no colo da mãe em uma casa térrea de Adis-Abeba, capital da Etiópia. O outro é uma menina de 3 anos que passou 3,3 milhões de anos incrustada em arenito, até que o cientista etíope e sua equipe retirassem seus ossos fossilizados do bloco rochoso. Foi um longo e lento renascimento para um bebê que viveu na aurora da humanidade.
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Por que alguns animais são tão inteligentes?

por Carel van Schaik
Scientific American Brasil – maio de 2006

Poucos duvidam de que os seres humanos sejam as criaturas mais inteligentes do planeta. Muitos animais têm habilidades cognitivas especiais, que lhes permitem se dar bem em seus hábitats particulares, mas eles não resolvem problemas novos muito freqüentemente. Alguns fazem isso, e nós os consideramos inteligentes, mas nenhum é tão perspicaz quanto nós. Continuar lendo “Por que alguns animais são tão inteligentes?” →