Por Juliana Tinoco
Ciência Hoje On-line
O mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) tem excelente potencial para a dispersão de sementes dentro de seu hábitat. Graças a esse importante papel, a espécie contribui muito para a regeneração de áreas florestais desmatadas, como mostra estudo desenvolvido no Instituto de Biociências (IB) da Universidade de São Paulo (USP). Portanto, a destruição da mata atlântica significa não apenas perda de cobertura florestal, mas também a diminuição das chances de uma futura recuperação da área, devido ao prejuízo causado a esses primatas e a outros dispersores de sementes. Continuar lendo “Dispersor de sementes”

Cientistas acreditam ter descoberto uma explicação-chave para o déjà vu, aquela misteriosa sensação de estar diante de algo que já foi vivido, segundo um artigo que será publicado na edição de sábado da revista científica New Scientist. De acordo com a pesquisa, as experiências sugerem que o déjà vu pode ser provocado de forma independente, sem haver uma memória real para acioná-lo.
Não pense besteira. Isso não tem nada a ver com falar demais. O colunista Jerry Carvalho Borges, da
Por Alexander Kellner
Se alguém lhe perguntar quais são as células que fazem o trabalho nobre do cérebro – processar informações –, aposto que você responderá sem pestanejar: os neurônios! Pois saiba que não é bem assim. Todas as evidências obtidas nos últimos anos pelos neurocientistas convergem para a constatação de que as células da glia não exercem mais o papel de “donas de casa”, como as mulheres de antigamente. Fazem dupla jornada, como as de hoje. 
Muito já se escreveu sobre a baía de Guanabara, cada qual com sua óptica pessoal. A razão disso são seus cenários magníficos, com uma beleza inusitada, de ordem planetária. Olhando pela janela de seu apartamento, um amigo dizia que nem a rainha da Inglaterra podia desfrutar da paisagem que ele via. Outro companheiro de luta e resistência, olhando para a retroterra das praias, onde se desdobram morros ocupados por favelas, comentava que era certamente “lá que morava a felicidade”, sem poder avaliar, à época, a conseqüência e impactos que as imensas desigualdades sociais viriam a ter.
Um dinossauro gigante totalmente desconhecido, primeiro representante de um grupo até então incógnito, foi descoberto na Espanha, segundo artigo publicado na edição desta sexta-feira (22) da revista Science.
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