Por Reinaldo José Lopes
Morrer por ingestão excessiva de água, como aconteceu com a californiana Jennifer Strange (que bebeu mais de dois litros do líquido durante um concurso para ganhar o videogame Wii, da Nintendo), não tem nada de sobrenatural. Literalmente qualquer substância, se absorvida em excesso pelo organismo, pode ser fatal. Continuar lendo “Consumida em excesso, até água pode matar”

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AP e BBC Brasil
Uma das mais fascinantes questões da biologia evolutiva envolve as razões da manutenção da reprodução sexuada entre os seres vivos. Esse processo está associado a um elevado dispêndio energético (disputas territoriais, acasalamento e meiose) e expõe os indivíduos a uma série de riscos, como predação, parasitismo e ferimentos causados em disputas por fêmeas. Apesar disso, esse mecanismo é adotado por 95% das espécies multicelulares e apenas poucas espécies conhecidas de vertebrados adotam normalmente a reprodução assexuada.
O Congresso americano, agora dominado pela oposição democrata, lança nesta semana uma nova ofensiva a favor das pesquisas sobre células-tronco embrionárias, consideradas imorais pela Casa Branca e seus aliados ultraconservadores. Dois integrantes da Câmara de Representantes, a democrata Diana DeGette (Colorado, oeste) e o republicano Mike Castle (Delaware, leste) submeterão a votação na quinta-feira um projeto de lei que pretende eliminar as restrições de recursos federais a este tipo de pesquisa.
Até agora se pensava que só algas conseguiram fazer isso no mar. Presença da bactéria modifica fluxo de carbono no oceano. Um grupo de cientistas espanhóis descreveu pela primeira vez como uma bactéria marinha obtém energia da luz para crescer, quando até agora se pensava que os únicos seres vivos capazes de utilizar a luz no mar eram as algas, através da fotossíntese.
Mulheres grávidas são uma preciosa fonte de células-tronco. Não devido ao embrião que carregam, mas ao líquido e às membranas que o envolvem. Uma equipe de cientistas norte-americanos descobriu que células isoladas desses locais compartilham características com as células-tronco adultas e embrionárias: elas são capazes de se diferenciar em diversos tipos de tecidos e podem ter um futuro promissor na regeneração de órgãos e tecidos danificados.