Medicamentos para disfunção erétil podem causar surdez

viagra.jpgMedicamentos contra a disfunção erétil podem causar surdez temporária, informaram hoje autoridades da Administração de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

Entre os remédios que podem causar este efeito colateral estão o Viagra, o Levitra, o Cialis e o Revatio, que são os mais consumidos por homens com problemas de disfunção erétil nos EUA.

Embora não tenha feito um anúncio oficial, o FDA, que autoriza a venda de alimentos e remédios no território americano, publicou hoje em seu site algumas perguntas e respostas sobre a questão.

A entidade dos EUA também afirmou que decidiu lançar uma advertência sobre o problema nos rótulos dos produtos após a confirmação de 29 casos de perda repentina da audição em homens que tinham tomado os remédios. Continuar lendo “Medicamentos para disfunção erétil podem causar surdez” →

Genes podem determinar homossexualidade

nematoide.jpgBiólogos da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, conseguiram manipular geneticamente um grupo de nematóides (espécie de parasitas) para que eles fossem atraídos por animais do mesmo sexo.

A experiência traz novas evidências de que a orientação sexual de um indivíduo pode ser profundamente influenciada por fatores genéticos.

Apesar de os nematóides serem organismos simples, e de ser difícil aplicar em humanos os mesmos parâmetros, os cientistas acreditam que a descoberta da existência de um “caminho” biológico para as preferências sexuais oferece pistas sobre a sexualidade humana. Continuar lendo “Genes podem determinar homossexualidade” →

Teletransporte: Um sonho impossível?

startrekteleporter.jpgPesquisas independentes na Áustria, Austrália e Dinamarca têm dado os primeiros passos no desenvolvimento de equipamentos de teletransporte. Os resultados ainda são rudimentares, e estão muito distantes do teletransporte clássico pelo qual as pessoas vão de um lugar a outro num piscar de olhos. Mas os pesquisadores envolvidos comemoram as conquistas.

Por enquanto, as pesquisas conseguiram trabalhar com o teletransporte quântico, como a transferência instantânea de fótons e átomos de um lugar para outro.

“O teletransporte foi idealizado para ser algo impossível de se conseguir. Entretanto, agora, sabe-se que é algo possível.” A certeza é de Charles H. Bennett, da IBM Research, parte da equipe que foi pioneira no teletransporte quântico.

O conceito de teletransporte foi citado pela primeira vez pelo escritor Charles Fort, no livro Lo!, de 1941. Desde então virou tema recorrente em obras de ficção-científica como o filme A Mosca de 1986 e na série Jornada nas Estrelas. Continuar lendo “Teletransporte: Um sonho impossível?” →

Como os tibetanos conseguem viver em grandes altitudes?

tibetano.jpgOs moradores do Platô Tibetano sobrevivem e prosperam no topo do mundo, em uma região com altitude média de 4.500m acima do nível do mar. Lá em cima, o ar não é essa sopa rica em oxigênio à qual estamos acostumados em altitudes mais baixas. Na verdade, como muitos alpinistas descobriram para seu desapontamento, é difícil obter esse elemento vital para a vida em quantidades suficientes nos pulmões e no sangue à medida que escalam as montanhas, o que muitas vezes resulta em sintomas debilitantes como náusea e tontura, que podem chegar a ser fatais. De acordo com uma nova pesquisa, os tibetanos evitam essa náusea da altitude porque têm artérias e capilares mais largos para levar o oxigênio aos órgãos e músculos. Continuar lendo “Como os tibetanos conseguem viver em grandes altitudes?” →

Novos Frankensteins?

Por Jerry Carvalho Borges

Há quase trinta anos, em 5 de julho de 1978, grande parte da humanidade foi tomada de surpresa pelo nascimento da pequena britânica Louise Brown. O motivo da comoção foi que a criança não havia sido concebida pelos meios tradicionais e, sim, gerada por fertilização in vitro.

O nascimento desse primeiro bebê de proveta – como foi chamado pela imprensa – suscitou um imenso debate sobre ética na ciência. Para alguns, essa técnica desenvolvida pelos médicos Patrick Steptoe e Robert Edwards, do hospital Kershaw Cottage de Lancashire e da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, podia ser considerada o “milagre do século”. Para outros, porém, era um sacrilégio que atentava contra os limites impostos ao ser humano. Continuar lendo “Novos Frankensteins?” →

Neandertais podem ter sido ruivos e capazes de falar

A temporada de caça aos genes dos neandertais acaba de produzir um fruto, digamos, fashion: ao que tudo indica, pelo menos alguns desses hominídeos troncudos tinham em comum com Julia Roberts uma vasta cabeleira ruiva. O mais curioso é que, ao contrário do que se especulava, essa característica parece ter surgido de forma independente – uma espécie de evolução convergente do cabelo avermelhado e da pele muito clara. Continuar lendo “Neandertais podem ter sido ruivos e capazes de falar” →

Brócolis protege a pele dos raios ultravioleta

Teste feito nos Estados Unidos mostrou potencial para reduzir vermelhidão. Substância da planta protege células contra reações químicas nocivas. Parece uma daquelas dicas de saúde bizarras do tempo da vovó, mas esta tem o apoio irrestrito da ciência: o extrato de brócolis é um santo remédio contra queimaduras produzidas pelos raios ultravioleta do Sol. Um estudo coordenado por Paul Talalay, da prestigiosa Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, comprovou essa capacidade ao aplicar o emplastro em cobaias e pessoas com vermelhidão na pele. Continuar lendo “Brócolis protege a pele dos raios ultravioleta” →

Acaso geográfico explica diferenças étnicas

Por Reinaldo José Lopes

Se você precisa de alguém para jogar quantidades monumentais de esterco no ventilador, James “Honest Jim” Watson costuma ser o homem ideal para o serviço. Na semana que passou (18/10) voltamos a ter abundantes motivos para assim classificar esse vencedor do Nobel e co-descobridor da estrutura do DNA, com seus 79 aninhos (mas corpinho de 78 e cabecinha de, bem, uns 150). A não ser que você tenha passado os últimos dias em Marte, deve ter ficado sabendo do bafafá (Leia sobre isso aqui).

O americano Watson foi manchete no mundo inteiro ao declarar a um jornal britânico que os problemas sociais e econômicos da África poderiam ser explicados, em parte, por uma possível diferença inata de inteligência entre os africanos e o resto da população mundial, e que qualquer um que já tivesse lidado com empregados negros sabe que eles não são lá muito espertos. Continuar lendo “Acaso geográfico explica diferenças étnicas” →

Biólogos americanos encontram peixe que vive em árvores

peixearvore.jpgBiólogos americanos descobriram que uma espécie de peixe pode permanecer meses – ou até mesmo um ano – fora da água, vivendo em galhos podres e troncos de pântanos, informou o jornal inglês Daily Mail. O killifish-de-mangue (Rivulus marmoratus) altera suas funções biológicas para conseguir respirar fora d´água.

Os especialistas ficaram surpresos pelo fato dessa espécie conseguir ficar tanto tempo longe do seu habitat natural. Isso acontece quando a água das piscinas de lama dos mangues localizados no Estado americano da Flórida, na América Latina e no Caribe seca, fazendo com que eles busquem novos locais para se esconder. Continuar lendo “Biólogos americanos encontram peixe que vive em árvores” →

Desvendado o mistério do sabor da batata

batatafrita.jpgPor que algumas batatas fritas no azeite têm um gosto magnífico e outras parecem uma massa gordurosa?

A química da batata, alimento ao qual a ONU dedica o ano de 2008, é um assunto complexo. Sobre elas, pesquisadores do mundo inteiro trabalham para entender seus segredos.

Cientistas americanos chegaram inclusive a enviar mudas de batatas para o espaço, com o objetivo de observar seu crescimento em situação de ausência de gravidade.

Mas muitos pesquisadores consideram que a resposta tenha um só nome: o amido. Continuar lendo “Desvendado o mistério do sabor da batata” →