Por Pietra Diwan
Inglaterra, século XIX. As transformações desencadeadas pela segunda fase da Revolução Industrial alteram profundamente a vida social. O medo burguês da multidão nascente, aliado ao triunfo do discurso científico, encontra na biologia um meio de pôr ordem no aparente caos social: reurbanização, disciplina e políticas de higiene pública deveriam ser aplicadas com a finalidade de prevenir a degradação física dos trabalhadores para evitar prejuízos na economia.
Em meio ao clima de crença inabalável na ciência, o naturalista inglês Charles Darwin publica em 1859 o livro fundador do evolucionismo: A origem das espécies. As descobertas de Darwin mostravam que no mundo animal, na permanente luta pela vida, só os mais bem adaptados sobrevivem e os mais bem “equipados” biologicamente têm maiores chances de se perpetuar na natureza. As teses de Darwin logo são transportadas para outros campos do conhecimento em uma tentativa de explicar o comportamento humano em sociedade. Surge assim o darwinismo social, que apresenta os burgueses como os mais capazes, os mais fortes, os mais inteligentes e os mais ricos. Continuar lendo “Eugenia, a biologia como farsa”

O macaco-prego desceu da árvore, caminhou pelo chão em postura bípede até uma palmeira baixa, coletou um coquinho e levou-o correndo a uma rocha plana. Depois, ainda apoiado sobre duas pernas, ajeitou o fruto sobre a superfície dura, ergueu acima da cabeça com as duas mãos uma pedra solta e desferiu um golpe certeiro sobre o coquinho. Tudo muito coordenado. Repetiu as pancadas até rachar a casca e expor a castanha nutritiva, sua refeição. Outros indivíduos do bando esperavam a vez para quebrar os próprios frutos naquela bigorna natural enquanto filhotes observavam atentos.
A simples possibilidade de ser interrogado – pelo pai ou pela mãe, pelo chefe ou outra pessoa importante – é suficiente para fazer com que a pressão sanguínea, o ritmo cardíaco e a respiração aumentem. Mas, ao contrário da sabedoria popular, esses sinais de ansiedade não são indicadores confiáveis da honestidade de alguém. É por isso que os pesquisadores estão se voltando para o cérebro para separar os mentirosos dos honestos.
Garra fossilizada de 390 milhões de anos revela o maior artrópode já existente. A garra gigante (foto ao lado), pertencente a um escorpião do mar da espécie Jaekelopterus rhenaniae , foi encontrada em rochas de 390 milhões de anos em uma pedreira em Prüm, na Alemanha.
Segundo a pediatra Márcia Barcellos, tronco cerebral de Marcela realiza funções e ela interage com ambiente
Área em que memória é processada pode nos fazer acreditar em recordações falsas. Achado ajuda medicina, causa impacto nos tribunais e dá desculpa para marido esquecido.
10. Cerveja
Uma pesquisa feita por cientistas espanhóis sugere que o consumo de cerveja após a realização de exercícios físicos pode trazer benefícios ao corpo humano. Segundo o jornal britânico Daily Mail, uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de Granada, na Espanha, mostra que a bebida ajuda a repor o líquido perdido no suor, durante o exercício.
O estado emocional positivo ou negativo de um paciente com câncer não afeta, nem direta nem indiretamente, sua sobrevivência ou a evolução da doença, segundo um estudo que publica a revista “Cancer”, da Sociedade Americana de Câncer.
Pesquisadores da Universidade de New Castle, na Grã-Bretanha, dizem ter desenvolvido um tratamento para câncer ativado por luz ultravioleta.