Primeiro beijo pode revelar o futuro da relação

primeirobeijo.jpgO primeiro beijo de um casal pode determinar o sucesso da relação no futuro, segundo indica uma pesquisa sobre o ato de beijar realizada por pesquisadores da Universidade de Nova York.

No estudo, que analisou reações e percepções de 1.041 pessoas sobre o beijo, 59% dos homens e 66% das mulheres disseram já ter descoberto, após o primeiro beijo, não estarem mais interessados em alguém por quem se sentiam atraídos anteriormente.

“O que ocorre durante um primeiro beijo pode ter um efeito profundo sobre o futuro do relacionamento”, relataram os autores da pesquisa no artigo publicado na revista científica Evolutionary Psychology. Continuar lendo “Primeiro beijo pode revelar o futuro da relação”

Higiene pode levar à alergias

alergia.jpgO excesso de higiene da “vida moderna” pode estar ligado ao aumento no número de casos de alergias, disse nesta quarta-feira (5) um pediatra da Universidade de Michigan.

“É a chamada hipótese das alergias”, segundo Marc McMorris, um especialista nesta área, cujas declarações foram divulgadas em uma nota de imprensa distribuída pela Universidade de Michigan. Continuar lendo “Higiene pode levar à alergias”

Cientistas encontram gene ‘come e não engorda’

homereating.jpgComo pode existir pessoas que comem a vontade e não engordam enquanto outras sofrem a vida inteira com dietas? A resposta pode estar nos genes. Cientistas americanos afirmam ter encontrado um gene que controla a formação de tecidos gordurosos no organismo. Quem possui uma cópia ativa dele teria resistência à acumulação de gordura e ao diabetes. Continuar lendo “Cientistas encontram gene ‘come e não engorda’”

Celular em hospital pode matar

sickcellkid.gifUsar o telefone celular próximo ao leito ou equipamentos de hospitais poderia desligar exaustores ou causar mau funcionamento de marca-passos, afirmou um estudo holandês divulgado nesta semana.

Pesquisadores da Universidade de Amsterdã registraram cerca de 50 incidentes resultantes da interferência eletrônica pelo uso de celulares em hospitais. Cerca de 75% deles foram classificados como significativamente perigosos. Continuar lendo “Celular em hospital pode matar”

Arma definitiva contra as infecções hospitalares

paeruginosa.gifUma inovadora técnica criada para aderir antibióticos a instrumentos cirúrgicos e implantes poderá salvar dezenas de milhares de pessoas todo ano.

Pesquisadores da Universidade Southern Mississippi dos EUA descobriram uma maneira inovadora de inserir uma camada finíssima de penicilina a instrumentos cirúrgicos e implantes que seriam inseridos no corpo de pacientes. Quando a inovação tornar-se comercial poderá ajudar a salvar 90 mil pessoas apenas nos EUA todo ano. Continuar lendo “Arma definitiva contra as infecções hospitalares”

Água demais pode fazer mal e até matar

Que a água é essencial para a vida, todo mundo sabe. O líquido constitui 66% do corpo humano e está presente no sangue e nas células, além de preencher os espaços entre eles. O corpo perde água a todo o momento por meio do suor, da urina, fezes e expiração, entre outras “rotas de fuga”. Reabastecer os estoques é essencial, mas a reidratação também pode ser excessiva. Uma overdose de água pode ser fatal. Continuar lendo “Água demais pode fazer mal e até matar”

Pereirina: O primeiro alcalóide extraído no Brasil

A pereirina é um alcalóide encontrado na casca do pau-pereira (Geissospermum vellosii), árvore da família das apocináceas. A substância, usada durante muito tempo como medicamento contra febres (inclusive as provocadas pela malária), foi isolada pela primeira vez em 1838, no Rio de Janeiro, por um farmacêutico brasileiro. O isolamento desse alcalóide, reivindicado também por pesquisadores de outros países, mostra que na primeira metade do século 19 já se faziam estudos químicos de produtos naturais no país. Continuar lendo “Pereirina: O primeiro alcalóide extraído no Brasil”

Cientistas criam fórmula para roupa de “homem-aranha”

Cientistas italianos estão realizando pesquisas para chegar a uma roupa de “homem-aranha”, que possibilite àqueles que a usam escalar paredes como o super-herói do cinema. Os estudiosos estão analisando o funcionamento da “tecnologia natural” existente em aranhas e lagartixas, que possuem minúsculas estruturas semelhantes a pêlos que as permitem se aderir a vários tipos de superfície. Continuar lendo “Cientistas criam fórmula para roupa de “homem-aranha””

Medo: Quando o cérebro decide que é hora de fugir

William James, filósofo do final do século 19 e começo do século 20, uma vez disse que as pessoas não temem um urso quando o vêem, mas quando saem correndo dele.

Cem anos depois, um novo estudo de imageamento do cérebro prova que James poderia estar certo. Usando um jogo de vídeo game similar ao Pac-Man e imagens de ressonância magnética funcional (fMRI), os cientistas demonstraram que quando um estímulo provocador de medo (como um urso, por exemplo) é detectado à distância, o cérebro humano liga um circuito que analisa o nível de ameaça e maneiras de evitar o animal ou o perigo. Se o urso se aproximar – aumentando a ameaça –, outras regiões do cérebro, mais reativas, entram em ação, desencadeando uma resposta imediata de proteção, seja lutar, fugir ou ficar paralisado. Continuar lendo “Medo: Quando o cérebro decide que é hora de fugir”

Vulcões podem explicar oxigênio na atmosfera

Os indícios mais antigos da existência de oxigênio na atmosfera da Terra remontam a cerca de 2,5 bilhões de anos atrás. No entanto, há evidências de que as cianobactérias – os primeiros seres vivos a produzirem esse gás por meio da fotossíntese – existem há pelo menos 2,7 bilhões de anos. Por que então o oxigênio não apareceu antes na atmosfera? Uma dupla de pesquisadores propõe agora que uma mudança no tipo de vulcões que predominavam no planeta pode explicar esse mistério.

O geólogo Lee Kump, da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA), ficou intrigado com um novo cálculo da data em que os níveis de oxigênio aumentaram na atmosfera. Essa estimativa pode ser feita a partir da medição da proporção de isótopos de enxofre preservados em rochas sedimentares. Kump constatou que as novas estimativas, obtidas recentemente por outros pesquisadores, coincidiam com a data de um importante evento da história geológica da Terra. Continuar lendo “Vulcões podem explicar oxigênio na atmosfera”