Por Sergio Danilo Pena
Professor Titular do Depto. de Bioquímica e Imunologia – UFMG
Em 1945 Linus Pauling, o notável químico americano laureado duas vezes com o Nobel em sua carreira (prêmio de Química em 1954 e da Paz em 1962), teve a idéia genial de que a anemia falciforme era uma doença da molécula de hemoglobina – literalmente, uma doença molecular.
A moléstia, uma anemia severa e freqüentemente fatal da infância, havia sido descrita bem antes, em 1910. A principal característica laboratorial da anemia falciforme – e a razão do seu nome – é uma mudança da forma das células vermelhas (hemácias) do sangue do seu aspecto normal discóide para um formato de foice (“falciforme”) quando expostas a baixas tensões de oxigênio (ver figura). Continuar lendo “Anemia falciforme: uma doença molecular”

Ceticismo, Ciência & Tecnologia sempre gosta de trocar artigos com outros amigos blogueiros, principalmente com o
Dizem que a vida imita a arte. Não é diferente com relação às histórias em quadrinhos (HQ’s).
Os chatólicos romanos atacam de novo com um caminhão de besteiras. Toda semana inventam alguma idiotice para aparecer na TV. Dessa vez, Chico Bento XVI resolveu rezar mais que o padre (com muito trocadilho) e resolveu ser mais original e criou novos pecados capitais.
O mais antigo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, está certo ao considerar o processo que começará a ser julgado ali amanhã “o mais importante de toda a história” da Corte, porque, argumenta, será uma deliberação sobre o direito à vida. Mas pode-se explicar de outras formas, quem sabe mais apropriadas, a importância excepcional desse julgamento. Para o relator da ação sobre a qual o Supremo vai se pronunciar, Carlos Ayres Britto, por exemplo, o que está em tela de juízo é um confronto entre ciência e religião – ou, pelo menos, entre ciência e religião católica. Uma terceira formulação, no entanto, talvez seja a mais cabal: o STF está na iminência de fazer história porque foi chamado a se pronunciar, em derradeira análise, sobre a separação constitucional entre Igreja e Estado no Brasil.
Só para sacanear os idiotas que acreditam no criaburricionismo, cientistas noruegueses afirmam que o fóssil de um réptil marinho gigante encontrado numa ilha do oceano Ártico, em 2006, é o maior já encontrado. Só que não basta afirmar, é preciso demonstrar o achado.
Abu Musa Jabir ibn Hayyan ( جابر بن حيان) (c.721–c.815), também conhecido pelo nome latino “Geber“, foi um alquimista islâmico proeminente, além de farmacêutico, filósofo, astrônomo, e físico. Ele também foi chamado de “o pai de química árabe” pelos europeus. A origem étnica dele não é clara, embora a maioria das fontes o atribuem a origem árabe ou persa. Geber é responsável pela introdução da experimentação na alquimia, assim como a invenção de vários processos importantes usados na Química moderna, como as sínteses dos ácidos nítrico e clorídrico, a destilação e a cristalização.
Enquanto nos Estados Unidos a preocupação da polícia é tentar corresponder às expectativas dos programas nacionais de investigação forense, no Brasil ainda há um longo caminho a percorrer em busca da equiparação aos padrões internacionais de qualidade para as ciências forenses. As análises de DNA exemplificam bem esse quadro. Para obter os mesmos níveis de segurança dos exames realizados em laboratórios de referência no exterior, é preciso estabelecer rígidos padrões de qualidade, entre ele a calibração periódica de equipamentos, a coleta apropriada de material e o estabelecimento de procedimentos que minimizem as chances de troca acidental, ou proposital, de amostras.
Por Isaac Asimov
As projeções reveladas pelos estudos do IPCC mostram que o aquecimento poderá variar de região para região, sendo acompanhado por aumentos e diminuições na precipitação (chuvas). Além disso, poderão ocorrer alterações na variabilidade do clima e na freqüência e intensidade de alguns fenômenos climáticos extremos.