A relação entre as mudanças climáticas globais e os fenômenos que deixaram mais de uma centena de mortos e cerca de 80 mil desabrigados em Santa Catarina é ainda uma incógnita. Mas a relação entre a tragédia e o fracasso das políticas de acesso à moradia e de ocupação do espaço urbano é uma certeza, de acordo com Wagner da Costa Ribeiro, professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP).
Durante o seminário “Controle de Enchentes – 10 Anos do Plano Diretor de Macrodrenagem da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, que terminou nesta terça-feira (3/12), em São Paulo, Ribeiro também ressaltou a necessidade de aperfeiçoamento dos sistemas de previsão do clima e de inundações. Continuar lendo “Clima incerto e tragédia previsível”

Em mulheres grávidas, um grande número de células da mãe entra no corpo do feto e o sistema imunológico em desenvolvimento aprende a tolerar tais células, em vez de atacá-los da mesma forma como reagirá contra substâncias estranhas no futuro.
Panderichthys é largamente reconhecido como a forma transicional da evolução dos tetrápodes (sabe como é, né… aqueles fósseis transicionais que os criaBURRIcionistas alegam que não existe). Um belo espécime lindamente preservada para horror de toscos que ainda têm a esperança que o mundo apareceu do nada foi encontrado em 2005.
Astrônomos de um instituto alemão conseguiram captar “ecos de luz” da explosão de uma supernova observada pela primeira vez da Terra há mais de 400 anos para tentar solucionar o mistério que existia desde então entre os cientistas para descobrir a origem daquele evento.
Os primeiros 700 milhões dos 4,5 bilhões de anos de vida da Terra são conhecidos como “período hadeano”, em referência a Hades ou, para deixar de lado o nome grego antigo, o inferno. O nome parecia se enquadrar bem à percepção comum de que a Terra em seus primórdios era uma paisagem seca, quente e desolada, entremeada por mares de magma, ambientes incapazes de sustentar vida. Ainda que algum organismo tivesse surgido, teria em breve sido extinto pela conflagração gerada pelo choque de um dos gigantescos meteoritos que colidiram com o planeta na era em que o jovem Sistema Solar estava ainda repleto de detritos.
Pela primeira vez, pesquisadores encontraram uma forma de visualizar células-tronco em cérebros de animais vivos, incluindo os seres humanos. A descoberta, que permitirá aos cientistas acompanharem o processo da neurogênese – formação de novos neurônios – é anunciada meses após a confirmação de que essas células são geradas tanto em cérebros adultos quanto em cérebros em desenvolvimento.
Evitar um gene maléfico à descendência é a razão pela qual as moscas fêmeas preferem ter vários parceiros em vez de um só, e se você pensou que era por causa delas serem vagabundas desclassificadas, errou feio! A conclusão é de um estudo realizado por uma equipe internacional de cientistas, publicado pela revista “Science”.
Foram encontrados no sudoeste da China fósseis da tartaruga mais antiga de que se tem notícia, com 220 milhões de anos. O esqueleto achado na província de Guiyang chama a atenção por não possuir o resistente casco que protege e envolve quase todo o corpo das tartarugas modernas. Os paleontólogos que analisaram o fóssil acreditam que ele esclarecerá muitas dúvidas sobre a evolução dos quelônios e sobre o surgimento de seu casco.
Uma colombiana de 30 anos se tornou a primeira paciente na História a receber um transplante de um órgão criado em laboratório a partir de suas próprias células-tronco. Claudia Castillo ganhou uma nova parte da traquéia usando uma técnica apontada por especialistas como o marco de uma nova era da cirurgia, na qual uma parte do corpo danificada pode ser substituída por ela mesma, sem risco de rejeição ao transplante. Claudia não desenvolveu anticorpos e não tomou nenhum remédio imunossupressor para impedir reações do sistema imunológico ao procedimento, informou a equipe envolvida ao jornal médico britânico “Lancet”.
Pesquisadores do PROANTAR (Programa Antártico Brasileiro) partem nesta quinta-feira (20/11) para a primeira expedição científica nacional ao interior da Antártica. A missão terá seu acampamento base a 2.000 km ao sul da Estação Antártica Comandante Ferraz, já sobre o espesso manto de gelo que cobre o continente.