O progresso científico-tecnológico trouxe inúmeros desafios à humanidade. No segmento da saúde, descobertas fundamentais foram feitas após a Revolução Industrial, particularmente com o início da era pasteuriana, em fins do século XIX, e permitiram expectativa média de vida, ao menos em países socialmente desenvolvidos, em torno de 80 anos atualmente.
Entre algumas conquistas básicas, na saúde, estão para disponibilidade ampla de água potável, tratamento dos esgotos, coleta regular de lixo e, entre outras medidas de higiene, vacinas, técnicas desenvolvidas para o diagnóstico de doenças e seu tratamento, especialmente com antibióticos, no caso de doenças infecciosas.

A conclusão, colocada como título desta matéria, é de um estudo feito por pesquisadores do Canadá e dos Estados Unidos, que modelaram em computador o cérebro de um primata que viveu há cerca de 54 milhões de anos. O modelo virtual foi montado a partir de um crânio fossilizado encontrado no Wyoming, nos Estados Unidos. A análise será publicada esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
Fósseis de plantas podem ajudar a compreender as possíveis causas para a extinção em massa que ocorreu na transição do período Triássico para o Jurássico, 200 milhões de anos atrás. Um estudo aponta que a diversidade da flora do leste da Groenlândia caiu abruptamente logo antes desse evento de extinção, em um período em que houve um leve aumento do gás carbônico na atmosfera.
O progresso científico-tecnológico trouxe inúmeros desafios à humanidade. No segmento da saúde, descobertas fundamentais foram feitas após a Revolução Industrial, particularmente com o início da era pasteuriana, em fins do século XIX, e permitiram expectativa média de vida, ao menos em países socialmente desenvolvidos, em torno de 80 anos atualmente.
Em qualquer aula decente de artes marciais (não aquelas besteiras de Jiu-Jitso, onde ficam monte de homem se agarrando, Ui!), os alunos são ensinados a tratar as armas como extensões do seu próprio corpo, se bem que Chuck Norris faz de suas mãos armas letais, como uma serra elétrica ou uma britadeira. Obviamente, isso é uma mera metáfora dos velhinhos de olhos puxados, certo? Pelo visto, eles sabiam das coisas, já que pesquisas revelam que nossa gambiarra evolutiva que temos dentro da cabeça chamada “cérebro” processa instrumentos diversos – desde um martelo até uma escova de dentes – como se fosse um prolongamento de nosso corpo. Sim, eu sei o que você está pensando, mas deixe pra ir na sex-shop depois de ler o artigo.
Muitos seres vivos possuem capacidade de camuflagem e mimetização. A grosso modo, podemos dizer que camuflagem é quando o animal/planta muda a sua cor, afim de se confundir com o ambiente. Mimetização é quando eles se fazem passar por outra coisa, afim de enganar seus predadores, ou mesmo afugentá-los. O camaleão é um exemplo de camuflagem, como o polvo. O bicho-pau confunde-se com gravetos, fazendo-se passar por um simples galho, enquanto que asas de algumas borboletas parecem ser os olhos de um bicho maior.
O cenário é dramático. Na metade do atual século milhões de pessoas poderão estar fugindo de mares que se elevam, de secas ou enchentes devastadoras e de outros desastres naturais, em busca de locais mais seguros onde possam sobreviver.
A bactéria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, é uma campeã de promiscuidade — e, pelo visto, isso está tornando a vida dela mais fácil e complicando muito a dos humanos que o micróbio infecta. A mania da criatura de fazer sexo — que, em termos bacterianos, se resume a trocar DNA — com espécies diferentes de microrganismo fez com que certas variedades dela tenham se tornado resistentes a quase qualquer tipo de antibiótico.
Biologia do desenvolvimento é ramo da biologia onde estuda-se o desenvolvimento dos seres vivos em suas diversas fases, abrangendo o crescimento e a diferenciação celular, bem como a morfogênese. Gregg Duester, leciona esta disciplina no Burnham Institute for Medical Research, juntamente com Xianling Zhao e colegas. É bem possível que eles tenham esclarecido o papel que o ácido retinóico desempenha no desenvolvimento dos membros.
Problema difícil de solucionar? Faltou criatividade? Melhor deixar para lá e ir dormir. Segundo um novo estudo, o sono estimula a criatividade e a solução de problemas. A pesquisa pode ter importante implicações para entender como o sono, especificamente o sono REM, atua na formação de redes associativas no cérebro.