O que move legiões de cientistas a trabalhar numa empreitada de pesquisa baseada em especulação? Enquanto a comunidade de psicólogos cognitivos se divide entre times que trabalham para tentar provar diferentes teorias da consciência, centenas de físicos dedicam suas vidas a uma teoria (ainda) insondável, segundo a qual os componentes fundamentais da matéria e da energia não são partículas mas sim pequenas cordas vibrando.
É à especulação, afinal, que os cientistas se apegam enquanto suas ferramentas não conseguem produzir as evidências de que precisam. Mas, apesar de a divagação livre ser uma parte essencial da atividade científica empírica — é preciso especular algo para poder testar –, pedir a um cientista para pisar a fronteira nebulosa entre o palpite e a certeza é sempre delicado. Muitas vezes isso é mesmo um tabu. Continuar lendo “Cientistas expõem teses nas quais acreditam sem poder provar”

Responsável é o causador da toxoplasmose, que se aloja no cérebro dos roedores. Estratégia parece ter surgido para facilitar transmissão do Toxoplasma a felinos.
Se temos uma tendência a preferir parceiros bonitos em relação a feios, por que a seleção natural não agiu até agora para eliminar gente feia do mundo? Esse grande paradoxo da evolução acaba de ser respondido por dois cientistas do Reino Unido. De acordo com seu estudo, isso acontece porque um gene que causa mutações no nosso genoma “pega carona” naqueles ligados às características que apreciamos, como a beleza. Por isso, em vez de a seleção sexual diminuir as diferenças entre nós, como ditaria a lógica, ela, na verdade, nos torna cada vez mais diferentes.
Cientistas da do Projeto de Genoma do Câncer no Instituto Sanger, em Cambridge, na Grã-Bretanha, descobriram mais de cem novos genes que podem causar câncer se sofrerem mutações. Este número de genes mutados é maior do que os pesquisadores acreditavam existir. Eles examinaram mais de 500 genes humanos e 200 tipos de câncer neste trabalho científico, que faz parte da maior pesquisa do genoma humano já feita.
Diferenças físicas nos cérebros podem aumentar as probabilidades de uma pessoa consumir drogas, segundo um estudo da Universidade de Cambridge publicado na revista científica Science. O estudo com ratos indicou que as variações nas estruturas do cérebro eram anteriores à primeira exposição do indivíduo a narcóticos e os tornava mais suscetíveis a consumir drogas.
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O patinho britânico Stumpy, além de ter virado celebridade no mundo todo durante a semana que passou, está em muito boa companhia. Com suas quatro patas totalmente funcionais, Stumpy acaba de se juntar a uma estirpe das mais nobres, a dos vertebrados com mais de quatro membros. Criaturas de pedigree elevadíssimo e reputação literalmente lendária fazem companhia à pequena ave, como as muitas variedades de dragões alados (bichos de seis membros, igualzinho a Stumpy) ou Sleipnir, o cavalo de oito patas do deus escandinavo Odin. É muita moral para um patinho da roça.
Uma pesquisa do jornal australiano Sydney Morning Herald relacionou algumas das síndromes mais estranhas que atingem o ser humano. Podem parecer doideiras (e são…), mas para cada uma dessas doenças existe um batalhão de médicos tentando descobrir a cura. Vejamos algumas das mais bizarras doenças existentes por aí.
Pelo segundo ano, a revista