Nem peixe, nem verme, apesar de sua aparência lembrar um ou outro, dependendo de como se olha. O anfioxo é um animal marinho com menos de 5 centímetros, mas de importância inversamente proporcional ao tamanho.
Pertencente a um grupo de cordados primitivos, trata-se de um organismo que tem interessado aos cientistas há mais de um século, por estar no meio da transição evolutiva entre invertebrados e vertebrados.
O seqüenciamento do genoma do anfioxo acaba de ser anunciado e, não por coincidência, ganhou a capa da nova edição da revista Nature. O estudo, a partir da espécie Branchiostoma floridae, foi feito por um extenso grupo de pesquisadores dos Estados Unidos, Europa e Japão. Continuar lendo “Seqüenciado o genoma do Anfioxo”

Apresentamos aqui um relato sobre a situacao dos albinos na Africa, mais precisamente em Tanzânia. Leiam aqui sobre os horrores e os sofrimentos que simples crenças e superstições podem causar às pessoas.É ridiculo que em pleno seculo XXI exista esse tipo de coisa. Mas em um planeta que possui 7 bilhoes de pessoas e o acesso à educação é bem escasso, entao podemos esperar mais ocorrencias deste tipo. Ja temos os nossos evangelicos aqui no Brasil com a sua cota de estupidez e ignorancia. Mas a Africa é infeliz por varios motivos.
Computadores ópticos ultra-rápidos têm sido um sonho dos cientistas há muito tempo. Mas eles não têm tido sucesso até agora principalmente por não serem capazes de fabricar um cristal fotônico ideal, capaz de manipular a luz visível.


Responda rápido: O que tem bico que nem ave, rabo de castor, olhos de toupeira, pé de pato, veneno nas esporas, anda que nem réptil, é peludo, coloca ovos semelhantes aos do lagarto e é mamífero? A resposta é a foto do rapazinho aí do lado e é uma grande dor de cabeça para os criaburricionistas e defensores do DI (Design Intelijumento). Se bem que há quem ache que caracóis são ótimos exemplos de uma obra de arte de um projetista tão inteligente que cria um animal que defeca na própria cabeça, mas isso é secundário.
Para um professor universitário, Francisco Ayala passa muito tempo na estrada. Biólogo evolutivo e geneticista da Universidade da Califórnia em Irvine, ele realiza freqüentes palestras em universidades, igrejas, diante de grupos sociais e em muitos outros lugares, em defesa da teoria da evolução e contra os argumentos do chamado “criacionismo” e seu primo ideológico o “design inteligente”. Usualmente, o público que assiste às suas palestras já concordava com ele antes de ouvi-lo. Mas nem sempre.
Há poucos dias, procurou o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele queria conversar com pesquisadores sobre o polêmico assunto da pesquisa com células-tronco embrionárias.