Algumas síndromes crônicas curiosas

Diversas fontes.

A mulher que atinge 200 orgasmos por dia

O barulho de um trem, o secador de cabelo, uma máquina fotocopiadora – tudo isso é motivo para Sara Karmen, uma britânica de 24 anos, sentir um orgasmo. Somente durante os 40 minutos de uma entrevista ao jornal News of The World, ela teve 5 orgasmos.

A moça sofre da Síndrome de Excitação Sexual Persistente, que faz com que ela fique excitada por grandes períodos de tempo, mesmo sem ter um estímulo sexual.

‘As vezes tenho muitas relações sexuais, na tentativa de acalmar-me, mas o meu namorado se chateia, porque atinjo o orgasmo com facilidade’ – conta Sara.

Ela explica que a síndrome aumentou depois que ela completou 19 anos, logo após começar a tomar antidepressivos. ‘Depois de algumas semanas, passei a sentir cada vez mais excitação. Tudo começou na cama, e o meu namorado estranhou a quantidade de orgasmos que eu atingia durante o ato sexual.’

Conheça outras síndromes curiosas

Aventureiros dizem ter encontrado pegadas do Yeti

O Detector de Bobagens do Ceticismo.net apitou alto hoje. Uma equipe de idiotas aventureiros japoneses acreditam ter descoberto nada menos que as pegadas feitas pelo lendário Yeti, conhecido como “Abominável Homem das Neves”, ao percorrer regiões do Nepal e do Tibete. Informou a agência AFP.

Caso você não saiba, e tenha preguiça de pesquisar, Yeti é o nome ocidental para uma criatura que supostamente mora na região do Himalaia, perto o Nepal. O nome deriva do tibetano Yeh-Teh. Segundo o mito local, o Yeti é (gargalhadas) filho de um rei macaco com um ogro (gargalhadas). Ele é um bicho grande, forte, peludo e… inexistente! Mas, tem sempre um otário que acredita nestas idiotices. Continuar lendo “Aventureiros dizem ter encontrado pegadas do Yeti”

Cientistas evidenciam evolução de espécies de peixes africanos

A Natureza é mais uma vilã! Ela, em conluio com os perversos cientistas, resolveu atacar as pobres Ovelhinhas do Senhor, defensoras da maravilhosa hipótese criaBURRIcionista. O que a Natureza fez de tão grave? Forneceu mais uma evidência para o fato do processo evolutivo! Se nem na Natureza podemos confiar, o que mais nos resta? Oh, Céus!

Pundamilia é uma palavra derivada o dialeto Swahili que significa “zebra”. Obviamente, vocês, meus caros leitores, estão maravilhados com esta briosa informação, cuja luz revela um novo horizonte em suas vidas. Contudo, se você é daqueles chatos que não sabem apreciar as maravilhas lingüísticas, talvez se interesse em saber que mudanças na visão de espécies do Pundamilia alteram preferência de fêmeas. As que vivem em água funda querem vermelhos; as de água rasa, os azuis. Continuar lendo “Cientistas evidenciam evolução de espécies de peixes africanos”

Darwin na Turquia: Debate sobre criacionismo islâmico

Se já não bastavam os fundamentalistas cristãos e seu ridículo criaBURRIcionismo, agora temos também as besteiras dos fundamentalistas islâmicos que seguem numa cruzada contra Darwin. O criaBURRIcionismo e o design inteliJUMENTO também estão se tornando cada vez mais populares entre os muçulmanos da Turquia. Já não nos faltava mais nada.

O homem da foto ao lado deseja salvar o mundo. Ele se chama Harun Yahya e lembra um ator da época do cinema mudo, conforme traz Daniel Steinvorth em um artigo pela revista alemã Der Spiegel. Ele veste um terno de seda branca, abotoaduras douradas e exibe uma barba bem aparada no queixo. “Em 20 anos”, ele diz em tom sério, “a humanidade entrará em uma era dourada”. Sentiram um frio na espinha? Eu também. Continuar lendo “Darwin na Turquia: Debate sobre criacionismo islâmico”

Ancestral vivo das formigas

As formigas surgiram há cerca de 120 milhões de anos, durante o período Cretáceo – a não ser que você seja daqueles idiotas fiéis que acreditam na Terra Jovem. Foi nessa época que elas se diferenciaram de um ancestral comum às vespas. Um grupo internacional de pesquisadores acaba de descrever uma nova espécie, encontrada nas proximidades de Manaus, que afirmam ser a linhagem mais antiga de formigas existentes na atualidade.

A formiga, cuja foto está ao lado (clique na imagem ao lado para ampliar) vive sob o solo e mede de 2 a 3 milímetros quando adulta. Esbranquiçada e sem olhos, ganhou o nome de Martialis heureka. A referência ao planeta Marte se deve à aparência “alienígena” do animal, que possui uma combinação de características jamais registradas. Depois da análise morfológica e genética, os cientistas verificaram que a formiga correspondia não apenas a uma nova espécie, mas também a gênero e subfamília inéditos. Continuar lendo “Ancestral vivo das formigas”

SPORE – Simulador de criaturas baseado na Evolução

Spore é um jogo idealizado pelo mesmo criador do SimCity (e toda a família Sim), Will Wright. Longe de projetar e administrar uma cidade ou de simular uma “vida” (para mim, é uma brincadeira de casinha no computador), Spore é um pouco mais ambicioso: ele é um simulador de vida totalmente diferente.

Enquanto que você tinha que levar uma vidinha comum, trabalhando, comendo, dormindo, indo pra balada etc, os personagens já estavam feitos, criados (mas não do barro). No Spore o desafio é muito diferente, pois ele está sujeito à implacabilidade da Seleção Natural. Continuar lendo “SPORE – Simulador de criaturas baseado na Evolução”

Cientistas questionam classificação das espécies

A tradicional classificação das espécies, realizada há 250 anos pelo naturalista sueco Carlos Linneo (1707-1778), foi colocada na berlinda pelos taxionomistas numa recente reunião no Museu de História Natural de Paris. Linneo, que nasceu um século antes de Charles Darwin expor sua teoria da evolução das espécies, acreditava que as espécies vivas haviam sido criadas por Deus no Gênese e que, desde então, não havia sofrido qualquer variação.

A classificação, extremamente elaborada, não parece ameaçada por nenhuma outra a curto prazo, mas os biólogos buscam novos enfoques para catalogar a flora e a fauna, levando em conta não apenas sua forma, como também sua evolução. Inúmeras teorias foram elaboradas na última década e pelo menos uma delas, denominada PhyloCode – que busca o que as espécies tinham em comum antes de evoluir -, tem seriamente a atenção dos especialistas. Continuar lendo “Cientistas questionam classificação das espécies”

Tomar decisões extenua o cérebro

por On Amir

A mente humana é uma máquina notável, porém limitada. Recentemente, um conjunto crescente de pesquisas tem focalizado certa limitação mental, relacionada à nossa capacidade de usar uma peculiaridade da mente conhecida como função executiva. Quando se concentra em uma tarefa específica por um período prolongado ou se opta por comer uma salada em vez de um pedaço de bolo, os músculos da função executiva estão sendo flexionados. Os dois processos mentais exigem esforço consciente ? de resistir à tentação de deixar a sua mente vagar ou de sucumbir ao prazer da sobremesa. O problema é que a utilização da função executiva ? um talento em que todos confiam do começo ao fim do dia ? recorre a uma única fonte cerebral de capacidade limitada. Quando esse recurso é esgotado por uma atividade, nossa capacidade mental pode ser seriamente reduzida para outras atividades aparentemente estranhas. Continuar lendo “Tomar decisões extenua o cérebro”

A virose dos vírus

Classificação de nova espécie descoberta no Reino Unido suscita controvérsia entre especialistas. Nem mesmo os vírus estão livres de adoecer por virose. Um trabalho publicado na semana passada na revista Nature mostra que um vírus gigante conhecido desde 2004 pode contrair infecção causada por um vírus 15 vezes menor que ele. A criaturinha descoberta por cientistas franceses e norte-americanos em uma torre de refrigeração no Reino Unido recebeu o nome de Sputnik.

O vírus infectado pelo Sputnik pertence ao grupo dos mimivírus e tem 750 nanômetros de diâmetro (um nanômetro equivale a um milionésimo de milímetro, ou ainda, 10–9 metros). Ele geralmente infecta a ameba Acanthamoeba polyphaga, um protozoário facilmente encontrado no solo. Para que esse vírus seja infectado pelo Sputnik, é necessário que ambos estejam no interior da ameba, caracterizando um processo que os virologistas chamam de coinfecção. Read more »

A virose dos vírus

Classificação de nova espécie descoberta no Reino Unido suscita controvérsia entre especialistas. Nem mesmo os vírus estão livres de adoecer por virose. Um trabalho publicado na semana passada na revista Nature mostra que um vírus gigante conhecido desde 2004 pode contrair infecção causada por um vírus 15 vezes menor que ele. A criaturinha descoberta por cientistas franceses e norte-americanos em uma torre de refrigeração no Reino Unido recebeu o nome de Sputnik.

O vírus infectado pelo Sputnik pertence ao grupo dos mimivírus e tem 750 nanômetros de diâmetro (um nanômetro equivale a um milionésimo de milímetro, ou ainda, 10–9 metros). Ele geralmente infecta a ameba Acanthamoeba polyphaga, um protozoário facilmente encontrado no solo. Para que esse vírus seja infectado pelo Sputnik, é necessário que ambos estejam no interior da ameba, caracterizando um processo que os virologistas chamam de coinfecção. Continuar lendo “A virose dos vírus”