No meio da semana, começou a circular no meio astronáutico o rumor de que a China havia destruído, com o lançamento de um míssil, um de seus satélites meteorológicos. Na sexta-feira (19), a Casa Branca confirmou o episódio. A China de fato destruiu, provavelmente com um foguete de médio porte, um de seus próprios satélites.
Ninguém deu muita bola, mas o episódio é causa para bastante preocupação. Esse pode ter sido o início de um processo que levará ao fim abrupto das incursões ao espaço exterior. Isso mesmo, o fim da exploração espacial. The end. Continuar lendo “O fim da exploração espacial humana”

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O plano contra a gravata e o paletó, para reduzir o gasto de eletricidade com ar condicionado, veio da Comissão de Eficiência Energética do governo chileno
Segundo um estudo publicado nesta semana pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a indústria tabagista aumentou deliberadamente os níveis de nicotina nestes últimos anos para aumentar a dependência dos fumantes.
Nosso cotidiano está cercado de objetos e materiais obtidos das mais diversas formas. Com o passar do tempo descobriu-se como modificar os encontrados na natureza e produzir novos. Os materiais metálicos, cerâmicos, poliméricos, entre outros, facilitam muito a nossa vida. Imagine, por exemplo, como seria o mundo sem os plásticos (que são materiais poliméricos) ou o aço, utilizados em uma infinidade de aplicações.
Os pequenos Stenocercus quinarius e Stenocercus squarrosus parecem dragões em miniatura, e provavelmente escondem uma história ainda mais antiga e misteriosa que os répteis da lenda. Os bichos pertencem a duas novas espécies de lagartos do interior do Brasil, que acabam de ser apresentadas formalmente aos cientistas e ao público.
Um relógio simbólico que indica a proximidade da humanidade de sua extinção foi “adiantado” em dois minutos nesta quarta-feira por um grupo de cientistas que avalia os perigos que ameaçam a humanidade. Segundo os especialistas do Boletim de Cientistas Atômicos (BAS, sigla em inglês), as ameaças trazidas pelo aquecimento global agora representam um risco significativo o suficiente para se adicionarem à ameaça de guerra nuclear, perigo que motivou o BAS a criar o relógio 60 anos atrás, logo depois que os Estados Unidos jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, no Japão.
Por Richard Black
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AP e BBC Brasil