Por Rosa Maria Mattos
Quando alguém fala pelos cotovelos ou espalha uma fofoca, logo ganha o apelido de linguarudo. Pois saiba que linguarudo mesmo é o morcego Anoura fistulata , cuja língua pode se esticar e atingir um tamanho cerca de uma vez e meia maior do que o corpo do animal. Só para comparar, seria como se uma menina com 1,50 metro de altura tivesse uma língua de 2,25 metros! Caramba! Até os cientistas ficaram impressionados com a novidade descoberta pelo biólogo Nathan Muchhala. Nenhum outro mamífero possui uma língua proporcionalmente tão grande quanto a desse morcego. Continuar lendo “O morcego linguarudo”

É quase uma arca de Noé que deu errado: nada menos que 69 espécies de vertebrados, encontradas na forma de fósseis num complexo de cavernas da Austrália. Só 20 dessas espécies ainda estão vivas hoje, e a análise dos bichos pode provar de vez que o culpado pelo sumiço de tanta diversidade é o homem.
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O plano contra a gravata e o paletó, para reduzir o gasto de eletricidade com ar condicionado, veio da Comissão de Eficiência Energética do governo chileno
Segundo um estudo publicado nesta semana pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a indústria tabagista aumentou deliberadamente os níveis de nicotina nestes últimos anos para aumentar a dependência dos fumantes.
Nosso cotidiano está cercado de objetos e materiais obtidos das mais diversas formas. Com o passar do tempo descobriu-se como modificar os encontrados na natureza e produzir novos. Os materiais metálicos, cerâmicos, poliméricos, entre outros, facilitam muito a nossa vida. Imagine, por exemplo, como seria o mundo sem os plásticos (que são materiais poliméricos) ou o aço, utilizados em uma infinidade de aplicações.
Os pequenos Stenocercus quinarius e Stenocercus squarrosus parecem dragões em miniatura, e provavelmente escondem uma história ainda mais antiga e misteriosa que os répteis da lenda. Os bichos pertencem a duas novas espécies de lagartos do interior do Brasil, que acabam de ser apresentadas formalmente aos cientistas e ao público.
Um relógio simbólico que indica a proximidade da humanidade de sua extinção foi “adiantado” em dois minutos nesta quarta-feira por um grupo de cientistas que avalia os perigos que ameaçam a humanidade. Segundo os especialistas do Boletim de Cientistas Atômicos (BAS, sigla em inglês), as ameaças trazidas pelo aquecimento global agora representam um risco significativo o suficiente para se adicionarem à ameaça de guerra nuclear, perigo que motivou o BAS a criar o relógio 60 anos atrás, logo depois que os Estados Unidos jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, no Japão.
Por Richard Black