Experimentos em grandes altitudes são testes de avaliação planejados pelo programa de Exploração e Processamento por Medição de Radiação Infravermelha e Ondas Milimétricas (Premier, na sigla em inglês), uma das candidata da missão Earth Explorer da Agência Espacial Européia (Esa). Essas missões visam coletar informações sobre o nosso planeta, a partir do espaço.
A Premier é uma das seis candidatas a missão Earth Explorer cujo projeto preliminar já está completo. O conceito dessa missão, bem como das outras cinco, foi apresentado à comunidade científica em Reunião de Consulta Pública realizada em Lisboa, no início do ano. Em seguida, o Comitê para Observação Terrestre da Esa deverá selecionar até três missões para a próxima etapa (estudo de viabilidade). Posteriormente, uma sétima missão está prevista para ser lançada por volta de 2016. Continuar lendo “Aeronaves ajudam a entender complexidades da atmosfera”

Você pensou que só chá de cogumelo dá barato? Errou feio! Um pescador da costa britânica encontrou uma espécie de peixe, proveniente originariamente do mediterrâneo, que pode provocar alucinações quando ingerido. O peixe “da lata” levou os especialistas a suspeitar de migração provocada pelo aquecimento global. Isso significa que um monte de peixes-doidões estão viajando pra lá e pra cá por causa de distúrbios climáticos. Em suma: esse negócio é uma droga!
E eu que pensei que o Dia da Insanidade foi ontem, com a notícia do Padre Bultmann, digo, Padre Duarte. Mas, pelo visto, me enganei. Isso porque a ICAR está – segundo me parece – aplicando (ops) no entretenimento caseiro e não estou falando de DVDs e sim no mais antigo divertimento da humanidade: sexo.
Os parasitas evoluem constantemente para maximizar sua infecciosidade e otimizar sua virulência, enquanto os hospedeiros tentam, por sua vez, evoluir rapidamente para minimizar essas propriedades dos parasitas. Se um deles conseguir uma vantagem evolucionária significativa, isso poderá levar à extinção do outro. A bem da verdade, se parasitas tivessem desenvolvido consciência, a última coisa que ele iria desejar seria a morte de seu hospedeiro. Sem hospedeiro, sem “casinha” e/ou alimento.
Entender como viviam e funcionavam animais que estão extintos há milhões de anos não é uma tarefa fácil. Mesmo assim, por meio de comparações anatômicas detalhadas e do emprego de novas técnicas e equipamentos cada vez mais sofisticados, os paleontólogos têm conseguido avançar na compreensão de várias questões biológicas dos organismos fossilizados.
O Serviço de Levantamento Geológico americano revela como a poluição por mercúrio contamina frutos do mar no Pacífico Norte. O estudo mostra, pela primeira vez, a relação entre as emissões globais de mercúrio e a contaminação de atum e outros tipos de vida marinha no oceano Pacífico Norte.
Estimativas da quantidade de petróleo que temos extraído do planeta variam largamente. Agora, pesquisadores britânicos publicaram uma nova estimativa no International Journal of Oil, Gas and Coal Technology, que sugere que pode ter utilizado mais do que pensamos.
Atenção, Sr. Sulu. Preparar phasers. Armar torpedos fotônicos. Direção do alvo zero-cinco-oito marco 7; distância: alguns milhares de quilômetros. FIRE!!
Um grupo de cientistas do Scripps Research Institute criou o equivalente microscópico das Ilhas Galápagos, um ecossistema artificial dentro de um tubo de ensaio onde moléculas evoluem para explorar diferentes nichos ecológicos, semelhante aos famosos tentilhões de Darwin, descritos em “A Origem das Espécies”, 150 anos atrás.
Em 1859, Charles Darwin, um dos idealizadores da teoria da evolução por seleção natural, publicou seu livro mais famoso, A origem das espécies. Para esse naturalista inglês, explicar a multiplicação das espécies – segundo ele, “o mistério dos mistérios” – era um desafio.