As brilhantes luzes a mais 8 mil metros

O Everest é por si só uma maravilha. Ele pode ser apenas uma montanhona gigantesca, intransponível, inexpugnável, mortífera e um desafio para qualquer mortal insano suficiente para tentar domá-la. Muitos tentaram, poucos conseguiram. Ao ser perguntado por que subir no Everest, George Mallory simpl0esmente disse: "porque ele está lá". Talvez seja isto que mova o Homem, a simples existência de um desafio.

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Descoberto no Reino Unido o calendário lunar mais antigo do mundo

Tão antigo quanto o próprio Homem é a necessidade de medir o tempo. Enquanto éramos caçadores e coletores, até que não fazia muita diferença, mas saber quando chegava o inverno já fazia diferença. Quando passamos a plantar nossos próprios víveres, conhecer a época certo de plantio e colheita era vital. Pensamos que no foi no Crescente Fértil que todas as grandes invenções começaram, mas não é bem assim. Enquanto Egito, Assíria, Babilônia e Hititas estabeleciam uma guerra fria (não, aqueles povecos semíticos não entram nesta lista), na região que os romanos mais tarde chamariam de "Britânia" os povos já mediam e contavam o tempo, construindo megalitos, calendários e megalitos que eram calendários, como Stonehenge. Mas agora, arqueólogos descobriram o que está sendo considerado o calendário lunar mais antigo do mundo.

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Como ver o universo orbitando o Buraco Negro

Os buracos negros são um dos mais interessantes "objetos" no Universo. Eles são invisíveis e só podem ser detectados por causa dos eventos ao seu redor. A forma como a luz se desvia, devido à intensa força gravitacional do lugar indica que ali tem algo muito, muito poderoso. E este lugar é o Buraco Negro. Nada pode chegar perto de um buraco negro (e de minha parte, "perto" seria algo mais próximo do que eu aqui e o buraco negro do outro lado da galáxia). Entretanto, somos seres curiosos e gostaríamos de saber como seria se pudéssemos orbitar um buraco negro.

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3 exoplanetas são encontrados pelos cientistas da ESO, e todos estão no ponto certo!

Uma equipe de astrônomos da Agência Espacial Europeia (ESO) não se contentou com apenas um exoplaneta, e com o auxílio de novas observações, descobriram que não é um ou dois planetas, mas três! Estes três planetas, de acordo com estudos, são potencialmente habitáveis; mas não se anime, isso ainda não implica que algum ET implicante vem colocar uma sonda no seu bumbunzinho (ainda).

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Alunos da rede pública de Ubatuba participarão de simpósio científico no Japão

Quando as coisas dão errado (e muito!) em termos de ensino, eu meto o malho, mas quando há iniciativas boas, aliás, excelente, aliás, incrivelmente fantásticas, temos a obrigação de divulgar.

Um grupo de estudantes já está de malas prontas e já foram pro aeroporto, pois estão de partida pra filial do bairro da Liberdade proo Japão. Se fosse para a China, algum sarcástico (oiê!) diria que era porque arrumaram um emprego melhor na Foxconn, mas a parada não é essa. Eles estão indo lá porque vão participar do Simpósio Internacional de Ciência e Tecnologia Espacial, patrocinado pela Agência Espacial Japonesa.

E você tirou nota boa no ENEM? That’s cute!

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Alvo: Lua. Meteorito 7 na caçapa do canto

A Lua não é feita de queijo e é mais esburacada que rua de subúrbio. Todos os anos, a Lua é bombardeada por trocentos asteróides (sim, trocentos. Não encha o saco), fazendo-a ter aquele aspecto. A Natureza é uma mãe psicopata que está disposta a nos mandar pra vala de qualquer jeito; haja vista o que aconteceu em 17 de março, quando um pedregulhão cósmico se chocou com Jaci com um impacto que não acontecia há cerca de 8 anos.

Mas a Natureza é perfeitinha.

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X-Baratas adquirem novas capacidades contra armadilhas? Calma lá, ô!

O problema das notícias é… bem, os jornalistas. Canso de dizer que jornalista escrevendo sobre Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar. Eu tento acompanhar tudo que sai sobre Ciência, mas fica difícil, já que eu preciso pagar as contas. Então, chego no trabalho e logo o pessoal vem me mostrar um artigo do G1 (bem, podia ser pior… podia ter sido o do Terra). Não, gente, barata não evoluiu para deixar de gostar de açúcar.

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O esplendor da topografia de Titã

O poder do Senhor dos Céus está consolidado. À sua volta, guardiões zelam pelo equilíbrio, onde forças cósmicas ditam os rumos de tudo que há ali. Um deles é o poderoso Titã, o único satélite natural do Sistema Solar a ter uma atmosfera densa. Mas o poder do Titã não fica só em suas grossas nuvens alaranjadas, fotografadas pela sonda Cassini-Huyggens. De posse dos dados da sonda, cientistas planetários conseguiram montar um mapa topográfico da poderosa lua que pertence ao Senhor dos Anéis.

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O maravilhoso “círculo de fogo” nos céus australianos

Como vocês são espertos, prestaram atenção nas aspas; já que o Círculo de Fogo do Pacífico não compreende a Austrália. Acontece que hoje é sexta-feira e eu ainda tenho que trabalhar. Nada como algo ameno para nos alegrar, ainda mais que estamos no fim do mês e o salário é apenas uma doce lembrança.

Em 10 de maio deste ano, um eclipse fez dos céus australianos algo muito legal. Como sempre, o Brasil não foi agraciado com a visualização do evento, pois não possuímos estrutura para um evento deste porte. Assim, compartilho com vocês um vídeo em lapso de tempo (time lapse) mostrando o magnífico eclipse que ocorreu neste dia. Espero que gostem.

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Os traços biológicos de uma catástrofe estelar

Quando uma estrela já não aguenta mais, está totalmente de saco cheio e vê seu contra-cheque as forças internas são tão grandes que a gravidade não consegue mais segurá-las, ela explode de forma violenta e avassaladora. Claro, isso vai depender do seu tamanho, já que o nosso Sol "apenas" se transformará numa gigante vermelha, devorando todos os planetas rochosos, para depois encolher, não restando vestígios de Mercúrio, Vênus, Terra e nem Marte. Se ela fosse mais massiva, se transformaria numa supernova e durante sua explosão, toda a sua massa estelar seria expulsa, espalhando sua poeira, de quem somos filhos.

Agora, cientistas alemães estudam a origem do Cosmos por uma outra frente: por vias biológicas, onde fósseis dão indícios da magnífica e temerosa explosão de uma supernova.

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