Harriet Cole: a funcionária mais antiga da Universidade Drexel

A funcionária mais antiga da Drexel University, na Filadélfia, nunca tirou férias, jamais pediu aumento e não faltou um único dia desde o século XIX. A própria instituição a apresentou ao público, em 2012, como sua servidora de mais longa data, e dá para entender o orgulho: poucas folhas de pagamento ostentam alguém que trabalha em regime de alfinetes.

Hoje, essa funcionária executa o seu trabalho no Student Activities Center, entre a cozinha dos estudantes e as mesas de pingue-pongue, com os nervos pintados de branco, os olhos no lugar e um nome que a anatomia mundial pronuncia como se fosse de família: Harriet. Há perguntas no ar: Quem ela foi? Quem teve a gentileza de lhe perguntar se topava virar patrimônio científico? São questões que levaram mais de um século para serem tratadas com seriedade. As respostas, como costuma acontecer quando alguém resolve abrir uma caixa de arquivo, são bem menos reluzentes que o cartão-postal. Continuar lendo “Harriet Cole: a funcionária mais antiga da Universidade Drexel” →

Quando sequestraram o cérebro de Albert Einstein

O Professor estava em seu trabalho, absorto com números, equações e as complexidades do Universo. Em seu âmago, o Professor travava uma luta contra si mesmo, apesar de estar alheio a essa guerra. Uma guerra que ele iria perder, mesmo tendo ajudado a vencer outra guerra há anos jogada no passado. De repente, em meio a uma lancinante dor, o Professor cai prostrado, e então o mínimo de consciência do que estava ocorrendo passou pelo seu prestigiado cérebro, mas essa informação não durou muito tempo por lá, já que ele caiu na inconsciência.

O professor foi levado correndo ao hospital e lá exalou seu último suspiro; entretanto, sua história não acabaria ali, pois outros cientistas resolveram que era demais perder a oportunidade de aprender mais, embora a ética soasse como algo mais sendo uma barreira do que uma norma. Assim, mãos pecaminosas fizeram um trabalho medonho e o que jamais deveria ter sido feito acabou sendo feito. Continuar lendo “Quando sequestraram o cérebro de Albert Einstein” →

A Ética dos órgãos feitos em laboratório

O mundo não é como antigamente. Tudo está cada vez mais complicado. As preocupações de outrora já são muito “meh”, e hoje temos que nos preocupar com outras coisas. Nosso conceito de ética muda com o tempo, e isso é um fato, pois, não existe Ética absoluta. Seria temeroso se houvesse. Antes era normal ter escravos, praticamente um direito dado pelo Senhor Jesus. Alguns decidiram que isso não era lá muito legal e argumentaram sobre.

Pensem o problema da ética nos transplantes. Primeiro, achava-se errado, já que você estava desmantelando o corpo perfeito que Deus criou (aquela perfeição que deu um tumor incurável). Depois, sobre a ética de doadores vivos. Hoje, podemos cltivar órgãos em laboratório. O que a Ética teria a dizer?

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Chineses modificaram um embrião humano geneticamente. O que pode dar errado?

Esta semana veio a notícia que cientistas chineses modificaram um embrião humano geneticamente. Claro, vindo da China a gente abre o olho e fica com o pé atrás, dada a tendência de falsificar pesquisas de vez em quando [1] [2] [3].

Terapias genéticas nem são tanta novidade assim, mas é a primeira vez (se formos levar a sério a pesquisa xing-ling) que é feita diretamente num embrião. Mas, a pergunta que começa a martelar: É certo isso? O fim justificam os meios?

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