
Jornais estão dando ataque de piti por causa da decisão da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni. A loira juntou as pontas dos dedos e mandou um “ma che?” (ok, eu posso estar inventando este detalhe… ou não) anunciou planos para introduzir uma medida governamental que limita o número de estudantes estrangeiros em sala de aula e proíbe o uso de burcas e niqabs nas escolas. Claro, pessoal já tá vociferando chamando-a de direitista, fascista, esgrimista e flamenguista.
Meloninha explicou que a iniciativa também tornaria obrigatória a educação em língua italiana para pais de alunos estrangeiros que enfrentam “sérias dificuldades de integração ao sistema escolar”, e aí mesmo que pessoal surtou. Como assim você tem que saber um mínimo do idioma do país onde você mora? Seria o mesmo absurdo que querer que o brasileiro fale um português passável e compreensível. Continuar lendo “Primeira-Ministra da Itália diz que não tem essa de burca lá, não!”

Leis existem basicamente para regular uma sociedade, ou é o caminho para dar merda. Basicamente , leis existem para proteger a sociedade de si mesma, mas para tudo tem limite. Leis levadas ao extremo podem ser o caminho para a vergonha alheia, como juntar um efetivo policial para ir pegar um terrorista malvado sob a forma de boneco publicitário.
Em um discurso, o presidente francês Nicolas Sarkozy disse que as burcas não tinham lugar na França, já que são um símbolo de subjugação das mulheres. Burcas são aquelas vestes esquisitas que cobrem as mulheres dos pés à cabeça, muito mal deixando os olhos à mostra. Isso quando deixa mostrar os olhos. Segundo a tradição islâmica, mas não com fundamentada no Alcorão, o corpo das mulheres devem ser cobertos para que não haja incitação à luxúria.