
Há algo quase filosoficamente perturbador na ideia de que um dos aliados mais promissores no combate ao câncer de mama seja algo que o ser humano sintetiza simplesmente tomando sol. Não um anticorpo monoclonal de última geração que custa o preço de um apartamento na Barra da Tijuca. Não um inibidor molecular produzido em laboratório com nome impronunciável. Vitamina D. Aquela mesma que os médicos pedem para checar no exame de sangue anual e que metade da população apresenta deficiência sem saber, possivelmente porque trabalha em escritório das nove às seis com a persiana fechada.
Pois, bem, uma pesquisa brasileira acaba de mostrar que esse nutriente barato e amplamente disponível pode fazer a quimioterapia funcionar significativamente melhor, e o resultado é suficientemente expressivo para dar o que pensar. Continuar lendo “A vitamina do Sol que veio turbinar a quimioterapia”

Câncer é uma bosta. Suas células ficam loucas, se reproduzem desordenadamente e com mais defeitos que a minha sogra coloca em mim (ou quase), aliado ao fato de começar a sacanear o seu sistema imunológico. As pesquisas da fosfoetanolamina visa justamente sinalizar quimicamente pro seu querido sistema imune que ali tem coisa errada e assim, seus fiéis combatentes possam ir ali detonar geral. O problema é que essa é a ideia, mas parou aí por falta de comprovação se dá certo ou não. Mas é certo que fosfoetanolamina não cura câncer, pois não existe “O” câncer como eu estou cansado de falar.
O bom de sermos um projeto divinamente planejado é a inexistência de doenças, principalmente as que são causadas por algum surto celular, em que células acabam se dividindo de maneira totalmente zoadas. Infelizmente, o mundo real não funciona assim. Essas mutações existem, câncer existe e se bobear você ainda contrai furúnculo na bunda.
Mulheres cujas mães têm quadris largos podem ter mais chances de desenvolver câncer de mama, segundo um estudo liderado pela Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha. De acordo com a pesquisa, os números de casos de câncer de mama foram três vezes mais altos entre mulheres cujas mães tinham quadris mais largos.