Textos digitais são mais fáceis de serem lidos por dislexos do que em outras mídias

Em 5000 anos de escrita, ainda não inventaram nada melhor que papel. Há muito, muito, MUITO tempo eu escuto que os computadores tornariam o papel obsoleto. Bem, nunca se gastou tanto papel depois do invento dos computadores pessoais, cérebros eletrônicos, PC, microcomputadores e, hoje, computadores (tudo a mesma bagaça!). A única coisa que a moderna informática particular (eu também quero inventar termos. Não enche!) foi uma profusão de garranchos e português pessimamente escrito, já que papel não tem corretor ortográfico (que na maioria das vezes não serve para nada, de qualquer forma). Analisem, o papel é TÃO importante ainda, que leitores de livros digitais imitam papel, o inverso não é verdadeiro.

Entretanto, eu não sou um ludita (cujo termo é várias vezes empregado de forma errônea, assim como "maquiavélico". Deixemos isso para outro dia). Simplesmente, o papel é a suprema perfeição, mas até mesmo a perfeição precisa de uma mãozinha. Pesquisadores descobriram que a leitura em de livros eletrônicos mostrou-se mais fácil para dislexos. Mas eu achei alguns errinhos básicos, como sempre.

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Cientistas desmistificam relação entre dislexia e QI

A dislexia é um dos maiores problemas a serem enfrentados em sala de aula. Ainda mais porque ela é mais comum do que parece e os pseudocientistas do curso de Psicologia achavam que ela era decorrente de problemas comportamentais, como coisa que eles falem algo diferente disso. Bem capaz de dizer que dengue é apenas um problema comportamental e com terapia passa.

Como a dislexia afeta exatamente a leitura e compreensão das palavras, ela afeta o aprendizado conjuntamente e nem sempre os professores identificam o problema logo de cara. Entretanto, cientistas estão desvendando os mecanismos pelos quais se dá a dislexia, o que acarretará em descobertas para – senão curar – minimizar seus efeitos.

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Dislexia: quando até mesmo gênios possuem dificuldade para ler

Dislexia é normalmente caracterizada pela dificuldade na aprendizagem da decodificação das palavras, na leitura precisa e fluente e na fala. em outras palavras, uma pessoa dislexa tem um probleminha na hora de se comunicar, pois muito dificilmente relaciona o som de certas palavras com sua grafia, ou na ordem em que as letras vêm expressas. Para um dislexo, “abóbora” e “abóroba” são a mesma coisa, em termos de escrita. Isso não tem nada a ver com idiotas que escrevem “mais” no lugar de “mas”. Isso é burrice, mesmo.

Nossa evolução cultural cunhou alguns alicerces em nosso meio de vida. Ficamos com a impressão indelével que pessoas cultas são senhores do mundo, bem falantes, excelentes redatores, oradores primorosos, charmosos, simpáticos e incrivelmente envolventes. De fato, somos, mas isso não é uma regra absoluta. Algumas pessoas inteligentes podem não possuir grandes capacidades de leitura e, sim, muitos gênios eram/são dislexos. Continuar lendo “Dislexia: quando até mesmo gênios possuem dificuldade para ler”