Quando eu postei pela primeira ver um artigo sobre os malefícios do cigarro eletrônico, seus dependentes químicos vieram me xingar, vociferar, cravaram um pé no chão e puxaram o outro se rasgando. É como um viciado em cocaína tendo contato em como drogas são nocivas, mesmo porque, nicotina tem um poder mais viciante. Bem, toxicômano é toxicômano.
Alegaram mil besteiras, e uma delas é que os cigarros eletrônicos são mais inofensivos que os convencionais, somado a muitas bobajadas. Infelizmente, Ciência não se apega a esses besteiróis de fanáticos, por isso, pesquisas recentes mostram quais os compostos que estão ali presentes.
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As pessoas, de uma maneira geral, têm dificuldades de entender muitas coisas. Isso até não é problema nenhum, posto que eu mesmo não entendo de várias coisas. A diferença é que eu sempre que tenho dúvidas, procuro por um especialista da área para elucidar as minha dúvidas. Se eu tenho dúvidas sobre as vicissitudes da prática médica, eu pergunto a um médico. Se eu quero saber mais sobre o ofício de arquitetos, procuro um profissional da área e por aí vai. Mas o brasileiro médio tem a mania que querer dar palpite em tudo, querer saber mais que os profissionais, os quais são taxados de arrogantes e de querem se posarem como autoridade no assunto. Bem, se são formados na área e atuam na profissão, sim, eles são autoridades no assunto. A falácia de apelo à autoridade é quando se evoca uma personalidade para sustentar o seu ponto, independente se esse ponto é área de expertise da figura mencionada ou não.