A tecnologia que vingou CSI

Eu gosto muito das séries que mostram laboratórios forenses, como a coletânea CSI, Bones, Body of Proof etc. Me divirto não só com o roteiro como com as soluções mirabolantes que nunca passariam num tribunal por serem, no mais das vezes, provas circunstanciais (não que provas circunstanciais não mandem pessoas pra cadeia, independente se são culpadas. Ganha quem tiver o melhor advogado). às vezes inventam tecnologias que não existem ou processos sem o menor embasamento científico ou como se usar um espectrofotômetro de massa ou um RMN fosse a coisa mais trivial do mundo.

Não raro, sempre se deparam com alguma câmera de vigilância ou foto tirada por celular de 1,99, mas acabam obtendo detalhes límpidos e claros, que levam à prisão do meliante. Ficção? Mais ou menos, pois um grupo de pesquisadores parece que conseguiu o que parecia algo risível nas séries: reconhecimento facial de rostos que apareceram refletidos em pupilas que tinham sido fotografadas.

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Química na ponta dos seus dedos? Tem um app para isso!

Um dos principais problemas de se ensinar Química é que ela é uma ciência profundamente empírica. Não existe esse negócio de química teórica. Química teórica que chamam é física teórica sobre substâncias e isto está muito longe de química mesmo. a questão é que nem todos os colégios têm um laboratório à disposição ou pessoal apto a deixá-lo em ordem, pronto para alas de professores que muitas vezes não têm a formação necessária, preferindo estas licenciaturas vagabundas onde formam-se gente que só sabe dar aula com livros.

Que tal se tivéssemos ma ferramenta que facilitasse isso?

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Cientistas ajudam a fazer batata frita no espaço

Em tempos de mandarmos sondas, rovers e satélites para Marte, enquanto o Brasil investe em um satélite que mais serviu de míssil balístico, estamos apenas esperando o momento em que pudermos mandar um astronauta para o Planeta Vermelho. O problema está que a viagem é longa e o máximo que se puder tornar a vida dos tripulantes o mais confortável possível, mais garantida será o sucesso da missão, pois se comida de hospital já é uma bosta, imaginem aqueles trecos que são servidos na Estação Espacial Internacional.

É importante para o psicológico das pessoas estarem o máximo em sintonia com a vida na Terra, e como quase todo mudo gosta de fritura (se pode comer é outra história), fica a pergunta: conseguiríamos arrumar alimentos que pudessem ser fritos no interior de uma nave espacial, sem risco de explosão ou todo mundo ficar fedendo a gordura? No que depender de alguns cientistas, fritar batata em Marte não será problema.

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Ei, moço! Ajuda nóis aí!

Bem, vocês á devem ter visto a novidade ao lado (se ão viram, limpem o cache do seu navegador). É um botão de doação. Por quê? Simples de responder: Por que não? Estamos nessa longa estrada da vida, trazendo informações para vocês, conhecimento e, claro, diversão, pois ninguém é de ferro. Eu podia usar de um lenga-lenga sobre como esse trabalho é custoso, quanto damos sem pedir nada m troca blábláblá. É apenas um botão de doação, contribui quem quiser e, melhor ainda, com quanto quiser. Se acham que o trabalho merece uns caraminguás que você encontrou atrás do sofá ou para impedir que seu marido cachaceiro torre tudo em conhaque dreher (benzo-me), que tal dar dinheiro para alguém que você ame de paixão? Depois, se sobrar, dá o dinheiro pra mim.

Quer uma desculpa melhor? Bem, esse dinheiro é pro ônibus (penso em comprar uma frota deles). Não serve? Pra minha Ferraria? Não, né. Ok, sou professor! Que tal isso?

Pense que vocês estarão ajudando o Divino Espírito Santo, que conseguirei assim retardar o Apocalipse Maia,que ajudarei a Agência Espacial Brasileira a produzir mísseis balísticos, que conseguirei arrumar sacrifícios para Kali ou manterei nossa nação livre da invasão alien no 7 de setembro.

Não há valor mínimo, mas também não há teto máximo (entenderam? Hein? Hein?), bata clicar no botão e dizer quanto quer doar. A transação é segura, pois é pelo Paypal; e mesmo que você não doe nada, pode ter certeza que continuaremos aqui, com artigos do seu interesse, emitindo opiniões que pode não ser tão interessantes assim. E se sua grana não dá para essas extravagâncias, lembrem-se que há maneiras de contribuir, compartilhando os links no Twitter, Facebook, Google Plus ou via e-mail, mesmo. Assim, pelo menos, você ajuda a divulgar o nosso trabalho

Obrigado a todos e mais ma vez um excelente 2014 a todos!

Os melhores artigos de 2013

No início de 2013, eu (sim, preguiça) coloquei uma relação de artigos publicados anteriormente. São tantos artigos que até nos perdemos. Assim, vou criar uma tradição, agora. Sempre no início do ano eu colocarei uma espécie de Vale a Pena Ler de Novo. Para quem já leu, terá a memória refrescada. Quem não leu, poderá conhecer melhor o nosso trabalho.

Espero que gostem. Enquanto isso, estou de férias, só faltando ficar em cima de um carro cantando que nem a Roberta Black: FÉRIAS, FÉRIAS, FUN! FUN! FUN!

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Voz dos Alienados 66

Sim, faltou mais um “6”, mas que eu posso fazer? De qualquer forma, ainda teremos mais 600 edições de imbecis falando besteira e eu quero começar este ano expurgando das besteiras dos fins de 2013. Eu não quero saber do que rolou de insano de ontem pra hoje. A bem da verdade, nem estou escrevendo “hoje”, é um artigo pré-preparado; afinal, eu tenho direito a férias, nem que seja da gentinha que escreve besteira durante todo o ano.

Aliás, uma coisa engraçada (do tipo ‘engraçado estranho” e “engraçado HA-HA”, ao mesmo tempo) acontece com certe frequência. O cara vem aqui, adora o site, adora como eu escrevo e como sacaneio os imbecis, mas quando falam besteira e eu aponto isso, tripudiando em cima (ou não), aí o site é uma merda, escrevo mal, ofendo as pessoas mimimi. E veremos isso a seguir, pois este é a sua VOZ DOS ALIENADOS 2014!

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