Para os fãs do finado Arthur Clarke, esta notícia é um deja vu. Velas solares estão sendo testadas e avaliadas por agências espaciais de todo o mundo por representarem um meio simples e barato de propulsão para sondas espaciais de longo alcance, ainda que não se saiba até agora se elas realmente funcionarão e qual será sua capacidade de empuxo.
Uma equipe de cientistas finlandeses apresentou um novo projeto de vela solar que, segundo eles, deverá realmente revolucionar as viagens espaciais, liberando as sondas espaciais da necessidade de carregarem grandes quantidades de combustível. As velas solares tradicionais recebem esse nome porque são feitas de materiais finíssimos, lembrando as velas dos barcos. Só que, em vez de serem sopradas pelo vento, elas recebem um impulso tênue mas constante dos fótons da luz solar que as atingem. Continuar lendo “Velas solares impulsionam sondas espaciais”

Se já não bastasse as maluquices nossas do dia-a-dia, ainda temos que aguentar as tosqueiras pelo mundo afora.
Para um professor universitário, Francisco Ayala passa muito tempo na estrada. Biólogo evolutivo e geneticista da Universidade da Califórnia em Irvine, ele realiza freqüentes palestras em universidades, igrejas, diante de grupos sociais e em muitos outros lugares, em defesa da teoria da evolução e contra os argumentos do chamado “criacionismo” e seu primo ideológico o “design inteligente”. Usualmente, o público que assiste às suas palestras já concordava com ele antes de ouvi-lo. Mas nem sempre.
No maravilhoso mundinho das pseudociências, a onda agora é algo que eu chamo de “Sindrome Dactilomórfica do Wolverine”. Trocando em miúdos, alegaram que fizeram o dedo de um homem chamado Lee Spievak, de 69 anos, (que havia perdido a ponta do mesmo quase até a primeira junta – ao colocá-la na hélice de um avião miniatura, em 2005) crescer de novo que nem estrela-do-mar, com o auxílio de um pózinho mágico (provavelmente, trazido pela fada Sininho, que era “vapor” do Walt Disney).