Por Juliana Tinoco
Um processo inovador e barato para eliminar o fósforo presente no esgoto foi desenvolvido na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). O novo método usa o lodo resultante do tratamento de água para remover o fósforo que vai parar nos mananciais e contamina os rios. Além de solucionar o problema da poluição por fósforo, esse processo simples é uma alternativa para dar um destino adequado ao lodo. Continuar lendo “A sujeira que limpa”

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Pesquisadores da Universidade de Rochester desenvolveram uma nova técnica que permite codificar dados suficientes para criar uma imagem inteira em uma única partícula de luz, ou fóton. A técnica permite, ainda, resgatar a imagem inteira após a codificação. Embora a imagem usada nos testes seja feita de poucos pixels, ou pontos de luz, os pesquisadores afirmam que uma quantidade enorme de informação pode ser registrada com a nova técnica.
Eletrodoméstico é ideal para esterilizar esponjas e escovas de limpeza. Bastam dois minutos para matar 99% das bactérias.
Agência Estado
Mais um ponto para os irmãos Wright, os inventores americanos que produziram o primeiro avião capaz de voar por seus próprios meios. Segundo um novo estudo, tudo indica que os primeiros dinossauros a planar de forma eficiente pelos ares, a meio caminho do vôo das aves modernas, tinham um design muito parecido com o do avião biplano dos Wright, o qual decolou pela primeira vez em 1903.
O plano contra a gravata e o paletó, para reduzir o gasto de eletricidade com ar condicionado, veio da Comissão de Eficiência Energética do governo chileno
Novidade resulta em menor consumo de energia dos chips. Fabricante afirma que processador estará disponível “a curto prazo”.
Os avanços da robótica também estão ao alcance dos universitários. Um grupo de cinco formandos brasileiros criou um robô controlado à distância, voltado para o entretenimento, capaz de reproduzir falas e expressar emoções por meio das cores dos olhos — vermelho representa raiva, enquanto verde expressa felicidade e laranja, tristeza.
Segundo um estudo publicado nesta semana pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a indústria tabagista aumentou deliberadamente os níveis de nicotina nestes últimos anos para aumentar a dependência dos fumantes.