fev 08
As pessoas estão enganadas com o mundo moderno. Muitas pensam compreendê-lo, mas ainda agem nos tempos das máquinas de escrever, cartas e em murais e postes. Não conseguem compreender a Internet como um todo, achando que um mural no Facebook é algo perene, em que a primeira chuva levará o cartaz embora. Escrevem cartas anônimas à caneta tinteiro e esquecem que e-mails tem remetentes, comunidades no Orkut podem ser identificadas, postagens no Twitter podem dar problema. É um erro achar que sua vida lhe pertence e você pode fazer o que quiser. Não pode, e assim que você divulga qualquer coisa, deve estar preparado para a repercussão que aquilo acarretará, que pode não ser nada, mas pode ser uma demissão sumária, como o que aconteceu com uma professora de Ensino Fundamental ao fazer declarações no Facebook para ex-alunos.
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fev 06
Isso se formos contar uma diferença pra cada geração, pois este é o período estimado em que o ancestral comum a elefantes e ratos separou-se em dois mamíferos tão parecidinhos. Olhando a imagem ao lado, mal posso perceber quem é quem.
Pesquisadores estudaram as taxas de crescimento de 28 diferentes grupos de mamíferos e chegaram à conclusão que diminuir é mais fácil que crescer. Sim, eu sei oque você está pensando e pode sossegar aí. Isso aqui é um blog família (eu me esforço, pelo menos).
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fev 02
Eu me lembro quando a Internet começou a expandir-se de forma que todos os mortais pudessem ter em casa. Diziam que as pessoas teriam mais informação, aprenderiam mais etc. Ledo engano. Houve foi uma disseminação de gente burra e preguiçosa (ou preguiçoso e burro. Não sei o que veio antes). Por um lado, o Google facilitou as nossas vidas, garimpando as informações e servindo de aliado no nosso dia-a-dia. Pelo outro, ele ajuda a atrofiar o cérebro, onde as pessoas não usam o órgão (o cérebro! O cérebro!) como deveria. Pelo menos, é o que sugere uma pesquisa feita por várias universidades. Estamos ficando burros mesmo, ou isso só ficou mais facilmente constatado?
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fev 01
A Seleção Natural age selecionando naturalmente (são! Nério?). A Natureza não seleciona idiotas, eles mesmos o fazem. Não por acaso surgiu o Darwin Awards, ou Prêmio Darwin, dado àqueles indivíduos que fazem um favor à humanidade retirando-se da competição pela vida e reduzindo a chance de espalhar os seus genes, o que nem sempre acontece a contento).
Caroline Lovell tinha 36 anos e morava em Melbourne, Austrália. Ela era uma ferrenha defensora que as mulheres deveriam regredir aos tempos da Idade Média e parir suas crias em casa com o auxílio de uma parteira. Resultado? Complicações no parto acarretaram em uma parada cardíaca, uma morte sem sentido e uma imagem como a que abre o artigo.
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jan 25
O problema no insano mundo das conspirações é que quanto mais você pensa que um maluco não pode falar mais besteira do que o monte de sanduíches, digo, sandices já proferida, outro chega e diz "Bitch, please" e solta mais um verborrágico texto mais louco ainda. Me disseram que a culpa era da tenra idade e a vontade de querer aprender. Óbvio que eu acredito tanto nisso como acredito nas calcinhas santas da Virgem Maria (não duvido que uma hora apareçam com esta "relíquia"). Portanto, o que resta? Resta mais um maluco com mania de conspiração e pronto para dar mostras de como vai indo a Educação Brasileira, ladeira abaixo.
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jan 23
Meme — ao contrário do que possam pensar — tem pouco a ver com aqueles desenhos feitos no Paint e de gosto, "história" e graça duvidosos. O termo criado por Richard Dawkins no livro "O Gene Egoísta", e de uma forma geral estabelece que partículas culturais passam de sociedade em sociedade, podendo ser desde ideias até valores éticos/morais, nem que seja uma frase de efeito que acaba participando de nossa cultura. Todo mundo sabe isso, principalmente o pessoal que mora no Canadá, como disse a Luiza.
Depois que o Dan Brown escreveu aquele livro dos Anjos e Demônios, todo mundo ficou com mania de Illuminatis e coisas do gênero. Maníacos por conspirações existem desde que o mundo é mundo, e aquela baboseira sobre ET, Área 51 Haaarp etc, regados com Shivas Zeitgeist no jantar, veem mensagens ocultas, símbolos satânicos e ações da maçonaria. Para deixar meu dia mais "feliz", ainda recebo um e-mail questionando tudo na base do "E se for verdade?" Tem horas que eu me sinto como se estivesse num documentário do History Channel, e isso não é um elogio…
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jan 20
Os olhos castanhos acompanhavam o homem à sua frente. Pés duros estavam plantados no chão. Uma leve tremida nas costas de Hans passou desapercebida, assim como um gesto imperceptível do homem à sua frente. O homem faz uma pergunta a Hans e ele não titubeia: responde corretamente. As pessoas acham aquilo fantástico, mas também não sabiam que aquilo seria o início de uma pesquisa que demoraria muito tempo e ainda é levada nos dias de hoje. Hans não era bem um cientista, mas ele foi a base para se analisar como as pessoas podem dar respostas mediante requisições devidas. Em outras palavras, por causa de Hans, psicólogos estudaram como “dicas” e linguagem corporal poderiam influenciar na decisão das pessoas e como elas respondiam a determinadas ações, mesmo que inconscientemente. Hans não era médico, cientista ou psicólogo. Hans era apenas um cavalo, mas não um cavalo qualquer. Hans, o Esperto sabia contar… Ou pelo menos é isso que se supunha na época.
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jan 14
Nos meus memoráveis anos da infância/adolescência, eu sempre adorei os filmes do James Bond. Carros de luxo, cassinos, tiroteio, violência não muito violenta e 007 pegando tudo que era rabo-de-saia que aparecesse, enquanto tomava uma vodka-martini (batida e não misturada) e fumava um cigarro. Em anos politicamente corretos, o James Bond de Sean Connery não teria lugar. Tempo foi passando e eu preferi filmes mais dramaticamente profundos e com linguagem própria (Rambo, Comando para Matar, Braddock e etc). Outra coisa que eu apreciava muito eram os imensos cenários, rodados nos estúdios da Pinewood, onde o vilão parecia sempre viver num imenso hangar, armazém decoradíssimo ou coisa que o valha.
Uma das aventuras era contra Goldfinger, cujo plano diabólico (sim, vem um tenebroso spoiler) era explodir uma bomba atômica em Fort Knox, deixando toda a reserva em ouro dos EUA radioativo, fazendo o preço do metal ir às alturas (Nixon ainda nem sonhava em ser eleito presidente, se me compreendem). Enquanto vivíamos o pesadelo da 3ª Guerra Mundial ali na esquina, com uma chuva de ICBM caindo em nossas cabeças, James Bond lançou o medo do poder do átomo. Começou com a disseminação do cagaço e das críticas negativas no tocante da energia atômica. Bom, pelo menos é o que a Royal Society of Chemistry acha.
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jan 12
Uma das maravilhas em nossos olhos é perceber o que chamamos de "3 dimensões". O mundo é muito diferente ao se olhar pela janela do que o que vemos na tela de um computador. Até mesmo o cinema em 3D não se compara ao nosso dia-a-dia.
Cientistas procuram entender como acontece (e onde) a chamada "visão em 3D", mais corretamente chamada de visão estereoscópica. Estudando regiões do cérebro de macacos rhesus, os pesquisadores tentam desvendar o que se passa dentro do cérebro de forma que ele consiga perceber o mundo que nós vemos.
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jan 09
Eu vejo produtos de "designers" como sendo algo fresco, normalmente feito no Photoshop e que viola as leis da Física. Já publiquei exemplos sobre isso, como a tal de BioLamp. Vez por outra, aparece coisas legais também, ainda mais quando se trabalha com a Física ao seu favor, mais especificamente, os efeitos ópticos. Um designer projetou um conjunto mesa de café+tapete. O resultado? Temperando com o algumas ilusões de óptica, temos um aquário e peixinhos nadando felizes.
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